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	<title>lovemaltine &#187; #Piegas[ON]</title>
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		<title>Caio e eu</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 17:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não, eu não vou falar pela milionésima vez no Caio-da-infância, o Caio-primeiro-amor, o Caio-que-amei-durante-oito-anos-e-jamais-esquecerei. Não é desse Caio que falo hoje. Como se eu já não fosse criativamente piegas sozinha, resolvi me desprender de obrigações e passar a tarde com Caio Fernando Abreu. O livro, CAIO3D, eu já tinha lido e reencontrei ontem na Biblioteca, enquanto fuçava uma das prateleiras que mais me fascinam. (Ok, a bibliografia de que realmente .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, eu não vou falar pela milionésima vez no <em>Caio-da-infância</em>, o <em>Caio-primeiro-amor</em>, o <em>Caio-que-amei-durante-oito-anos-e-jamais-esquecerei</em>. Não é desse Caio que falo hoje.</p>
<p><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7mrbbdtqen06h3uihygdqyn5o1_500.jpg" alt="7mrbbdtqen06h3uihygdqyn5o1_500" title="7mrbbdtqen06h3uihygdqyn5o1_500" width="500" height="332" class="aligncenter size-full wp-image-2809" /></p>
<p>Como se eu já não fosse criativamente piegas sozinha, resolvi me desprender de obrigações e passar a tarde com <strong>Caio Fernando Abreu</strong>. O livro, <strong>CAIO3D</strong>, eu já tinha lido e reencontrei ontem na Biblioteca, enquanto fuçava uma das prateleiras que mais me fascinam.</p>
<p>(Ok, a bibliografia de que <strong>realmente precisava</strong> pra estudar/trabalhar ficou por lá mesmo. Peguei só o que eu queria ler. Sei que é total FAIL, que no fim do bimestre <em>mimimi mimimi mimimi, blablabla whiskas sachê</em>, whatever.)</p>
<p>Eu quero e preciso de uma pausa <strong>pra mim</strong>. Preciso de um tempo pra pensar, preciso de um carinho, preciso da sexta-feira. Acima de tudo, preciso entrar mais um pouco em mim enquanto ela não chega. Caio se encaixa perfeitamente nessa necessidade, porque me identifico com ele, porque sinto que há muito dele em mim e (eu poderia ficar falando o dia todo), enfim, é melhor parar por aqui, afinal, ele me espera na cama, com mousse de maracujá na mão, pra continuar a me contar de novo suas histórias deliciosas. </p>
<p>(Por mim eu nem ia pra Cásper hoje. Nem pra USP amanhã. Por mim eu largava da vida e ia morar numa biblioteca. E eu não estou brincando nem figurativizando nada&#8230;) </p>
<p><font face="verdana" size="1px">imagem via unicorlogy.</font> </p>
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		<title>Coração</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 10:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É isso, o coração é essa coisa mole que faz a gente chorar às cinco da manhã por saber que não há ninguém do outro lado. Do telefone. Do computador. Da janela. Não há ninguém em lugar nenhum. Pelo menos ninguém que ele esteja esperando. Não há ninguém que o ame, ninguém que ele ame em troca. O coração é essa coisa dura que nos força a sentir o que .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2555" title="20090321232749" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/03/20090321232749.jpg" alt="20090321232749" width="500" height="375" />É isso, o coração é essa coisa mole que faz a gente chorar às cinco da manhã por saber que não há ninguém do outro lado. Do telefone. Do computador. Da janela. Não há ninguém em lugar nenhum. Pelo menos ninguém que ele esteja esperando. Não há ninguém que o ame, ninguém que ele ame em troca. O coração é essa coisa dura que nos força a sentir o que ele quer, na hora em que bem entende. Ele nos enche de esperança na vida, depois nos faz desejar a morte como quem nunca teve esperança nenhuma. Nem ele mesmo é capaz de se limitar. Limites. O coração não conhece limites. Pelo menos o meu, não. E eu sofro. Sofro, porque tenho um coração maior que o mundo &#8211; e ele nem se preocupa em saber o que eu quero, como me sinto. O coração é arma do demo. Tira do sério.</p>
<p>E o pior, pior de tudo, é que ninguém acredita quando eu digo. Todo mundo acha que o coração é só uma bomba que nada tem a ver com as desventuras dessa vida.</p>
<p>O que eles não percebem é que, numa segunda-feira pela manhã, eu jamais estaria chorando assim se ele, o coração, não perdesse o ritmo, apertasse forte e, de repente, disparasse, como quem quer alcançar o primeiro lugar duma corrida contra ele mesmo. Não veem que, até quando a gente fecha os olhos e dorme, quando todo o corpo descansa, o tinhoso continua lá, funcionando, maquinando, agitando tudo com seu vem e vai.</p>
<p>Ah, o coração&#8230; Coisa do demo.</p>
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		<title>Café, amor e figurinhas</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 16:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[O gosto acre na boca grita socorro enquanto, lá na frente, uma voz fala sobre a história de Portugal e suas &#8220;dinastias monárquicas&#8221; num ritmo à la novela das oito. Nada me toca, apenas o café amargo que tomei antes de vir. Sinto-o, feito ácido, corroendo cada milímetro do meu estômago vazio. Súbita vontade de um cigarro. Balanço a cabeça com ar de reprovação. Inútil. Balançar a cabeça para mim .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2468" title="1zog6cj" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/03/1zog6cj.jpg" alt="1zog6cj" width="448" height="336" /></p>
<p>O gosto acre na boca grita socorro enquanto, lá na frente, uma voz fala sobre a<strong> história de Portugal </strong>e suas &#8220;dinastias monárquicas&#8221; num ritmo <em>à la</em> novela das oito. Nada me toca, apenas o <strong>café amargo </strong>que tomei antes de vir. Sinto-o, <strong>feito ácido</strong>, corroendo cada milímetro do meu <strong>estômago vazio</strong>. Súbita vontade de um cigarro. Balanço a cabeça com ar de reprovação. Inútil. Balançar a cabeça para mim mesma?<br />
Passeio os olhos pelas árvores ao redor, amaldiçoo a preguiça que me impediu de ir ao <em>Circuito Fellini</em> no final de semana, rio da minha <strong>infantilidade</strong> ao tratar com quem amo, e, só mais uma vez, volto àquela censura que me lembra que meu sonho sempre foi <strong>encontrar a pessoa só pra mim</strong> &#8211; encontrar de primeira, não como se faz hoje &#8211; essa espécie estranha de tentativa e erro, como se a vida fosse um <strong>álbum de figurinha</strong>s e o amor fosse a <strong>rara figurinha metálica </strong>que, às vezes, duvidamos até mesmo que exista para todos, tamanha a dificuldade de se encontrar. Não! Não quero colecionar nada. Meu pequeno histórico já é trágico o suficiente. Uma figura me basta para preencher, se não um álbum, pelo menos um pouco do vazio dessa minha<strong> existência sem amor</strong>.<br />
Definitivamente, não quero a vida como um álbum de figurinhas. Porque eu quero a mesma sempre, e <strong>figurinha repetida não completa álbum</strong>. Eu quero um <strong>amor tranquilo</strong>, um amor <strong>longo e verdadeiro</strong> desses que hoje só se ouve falar no cinema, na televisão, na literatura ou pela boca de uma senhora viúva que senta-se todos os dias à porta de sua casa e observa o movimento da rua enquanto, em sua solidão conformada, espera a hora de juntar-se ao seu amado.<br />
Quero um amor feito o dos meus pais, cúmplice, amigo, alguém para passar os bons e maus dias comigo. <strong>Quero alguém sem a ambição do eterno, mas sem medo dele também.</strong> Um amor que arrisque, sem dúvida, que se atire como eu me atirei e me atirarei sempre que o sentimento assim me pedir.<br />
O estômago reclama novamente, a história de Portugal parece ter avançado significativamente no tempo, a ideia de ver Fellini me passa, de novo, pela cabeça. Abaixo os olhos cedendo a uma leve tontura. Nunca dei sorte com o amor.<span style="text-decoration: line-through;"> Não deveria ter bebido aquela dose</span>. Jamais deixarei de me orgulhar do que fiz por nós dois. Seja lá quem for o outro do &#8216;nós&#8217;, a paixão tira o raciocíno lógico da gente. S<span style="text-decoration: line-through;">erá que tem um Engov na bolsa? Uma Neosaldina? </span>Acho que ele nunca mais vai falar comigo. E que diferença isso faz? Ele não queria o mesmo que eu. Ele não queria nada. <span style="text-decoration: line-through;">Só me usou o quanto pôde. </span>Não sou tão desprezível assim só por ter perguntado algo que não lhe parece muito educado. <span style="text-decoration: line-through;">Cigarro, cigarro, cigarro!</span> Quatro meses de angústia. O<strong> amor é mais nocivo que qualquer câncer</strong>, ora. E ele eu, além de não conseguir evitar, consumo sempre excessivamente.<br />
Desisto. Não dá pra ficar mais nesse canto sentindo meu estômago ser derretido pelo café e meu <strong>coração</strong> ser <strong>devastado pelas lembranças</strong>. Arrumo as coisas, saio da sala e me prometo em pensamento (eu também sei me iludir muito bem!) que amanhã estará tudo lindo, tudo certo, cada coisa em seu lugar. Até um novo amor vir e bagunçar tudo outra vez.</p>
<p>O pior de tudo? Ainda não são nem nove da manhã.</p>
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		<title>Melhores amigos de infância</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 03:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi tudo sensacional como há muito não era. Inesperado também. Engraçado: eu tenho essa queda pelo inesperado. Quando algo me pega desprevenida, tendo a gostar muito mais. Às vezes, mais até do que deveria. Hoje eu não estou preocupada com o quanto devo ou não gostar: hoje eu apenas fui feliz. E nada sei sobre isso. Só sei que eu estava lá, ele também: e uma amiga. Aí vieram a .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi tudo <strong>sensacional</strong> como há muito não era. <strong>Inesperado</strong> também. Engraçado: eu tenho essa queda pelo inesperado. Quando algo me pega desprevenida, tendo a gostar muito mais. Às vezes, mais até do que deveria. Hoje eu não estou preocupada com o quanto devo ou não gostar:<strong> hoje eu apenas fui feliz</strong>. E nada sei sobre isso.</p>
<p>Só sei que eu estava lá, ele também: e uma amiga. Aí vieram a <strong>capirinha</strong>, a <strong>garçonete gostosa</strong>, a <strong>Bettie Page</strong>, as visões começaram a se embaralhar, a verdade foi dita num tom mais alto&#8230; E o <strong>silêncio constrangedor</strong> (não tão constrangedor assim) soou melhor do que qualquer música soaria.</p>
<p>No mais, hoje entendo alguns amigos e me sinto mal por ter batido neles tantas vezes, ou ter lhes tomado o celular quando o álcool começava a pedir licença e correr atrás de seus amores. Deixa mandar, deixa dizer o que é preciso. Nessas horas é que muitas coisas se resolvem. (O que não significa necessariamente que darão certo, é fato!)</p>
<p>A propósito, eu ainda volto lá pra ver Bettie Page de novo. E <strong>contar segredinhos, presenciar DRs, rir à beça</strong>, ficar fedendo ao <strong>cigarro alheio</strong>, beber um pouco a mais <span style="text-decoration: line-through;">e dizer à garçonete o que me deu vontade de dizer</span>&#8230; Só não volto lá pra me<strong> humilhar</strong> de novo.</p>
<p>Como <strong>o tempo passa</strong>: ontem eu não sabia o que prestar no vestibular. Hoje estou no segundo ano de duas faculdades. Duas&#8230; Apaixonada pelas duas. Ontem eu era fria e não me apegava a ninguém: hoje tenho amigos. Ontem eu sofria calada, hoje, embora o sofrimento seja outro, não tenho medo de gritar pro mundo. É! <strong>EU AMEI, EU FUI INFELIZ!</strong> Viro uma ou mais duas doses, trago o cigarro alheio, beijo a primeira boca que se insinuar pra mim e vou levando. A vida é isso, um cai-levanta dos infernos. Baixo astral &#8211; ou não.</p>
<p>Eu estou vivendo, finalmente. E se alguém tiver de me censurar por isso, sou eu. Mas hoje não, hoje estou feliz.</p>
<p>A propósito, caso <em><strong>você</strong></em> esteja lendo isso&#8230; <a href="http://grifatexto.blogspot.com/2009/03/11-sms.html">Nem sempre o que dizemos se parece conosco</a>.</p>
<p>Agora eu vou dormir. <em>Labor uocat me</em>.</p>
<p>AHHH! Esse é o post 600 do lovemaltine. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>uns e outros</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 05:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  tão diferentes, tão distantes universos se um é retiro espiritual, o outro é fantástico mundo um já viveu tanto, o outro tão pouco um é tão feliz , o outro tão triste um é tão distante , o outro tão entregue um se preserva tanto, o outro tanto se expõe um já tem seus grandes amigos, o outro está ainda descobrindo o que é amizade um deseja, o outro .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<p>tão diferentes, tão distantes universos</p>
<p>se um é <strong>retiro espiritual</strong>, o outro é <strong>fantástico mundo</strong></p>
<p>um já <strong>viveu tanto</strong>, o outro <strong>tão pouco</strong></p>
<p>um é <strong>tão feliz</strong> , o outro <strong>tão triste</strong></p>
<p>um é <strong>tão distante</strong> , o outro <strong>tão entregue</strong></p>
<p>um <strong>se preserva tanto</strong>, o outro <strong>tanto se expõe</strong></p>
<p>um <strong>já tem seus grandes amigos</strong>, o outro<strong> está ainda descobrindo o que é amizade</strong></p>
<p>um <strong>deseja</strong>, o outro <strong>ama</strong></p>
<p>um <strong>vive </strong>, o outro <strong>sonha</strong></p>
<p>um <strong>aproveita </strong>, o outro <strong>planeja</strong></p>
<p>um <strong>aceita</strong> , o outro <strong>questiona</strong></p>
<p>um <strong>sabe</strong>, o outro <strong>quer saber</strong></p>
<p>um <strong>não quer</strong>, o outro <strong>quer</strong></p>
<p>um <strong>finge não ouvir</strong>, o outro <strong>finge não estar falando</strong></p>
<p> </p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">enquanto um </span>adquire repertório e experiência<span style="font-weight: normal;">, o outro</span> está apenas se iniciando<span style="font-weight: normal;">.<br />
então um</span> está sossegado<span style="font-weight: normal;">, o outro </span>não poderia estar mais aflito</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">(e nem mesmo a aflição consegue diminuir um pouco o efeito arrebatador que a paixão por um causou no outro<br />
se alguém tem de ceder, ele cede, um recebe do outro tudo que quiser)</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>e a parte em que o outro <strong>virá logo a ser só um pedacinho insignificante da história</strong> de um</p>
<p>dói  só no primeiro, o lado mais fraco</p>
<p> </p>
<p>mesmo assim</p>
<p>este só se sente tentado a uma coisa:</p>
<p>dizer <strong>&#8220;eu te amo&#8221; </strong>infinito</p>
<p>em silêncio, com os olhos</p>
<p>quantas vezes puder</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>até o dia em que tudo (tudo o quê?)</p>
<p>até o dia em que isso acabar</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>seja lá o que isso for.</p>
<p>porque assim como <strong>um pode ser o inverso do outro</strong>,</p>
<p><strong>nada impede que estes </strong><strong>sejam</strong>, na verdade, não o inverso, mas<strong> a metade</strong>.</p>
<p> </p>
<p>dizem por aí, afinal, que <strong>yin e yang se complementam</strong>.</p>
<p> </p>
<p>e o consolo dessa vez não é de que tudo sempre pode piorar, não.<br />
o consolo hoje é também a verdade e a razão do desespero: <strong>a verdade é que tudo vai passar</strong>. </p>
<p> </p>
<p>(alguém diz pro outro ir dormir ao invés de passar  madrugada chorando em frente ao computador enquanto o um &#8211; sem vergonha &#8211; o um&#8230; sabe-se lá onde o um se meteu?)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>quinta-feira à tarde</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 16:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[14h. silêncio indesejado: o cd acabou. falta de coragem de apertar play em qualquer coisa. falta de vontade de pensar. &#8212;pensamentos aleatórios que deveriam ser enviados por telepatia os efeitos do meu sagrado remédio &#8211; você &#8211; passaram. quero, preciso loucamente de mais. de novo. muito. pra sempre. agora. minha droga, meu vício. você. é só o que me falta aqui. (contra a minha vontade, vou deitar. só o que .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>14h. silêncio indesejado: o cd acabou. falta de coragem de apertar play em qualquer coisa.</p>
<p>falta de vontade de pensar.</p>
<p>&#8212;<em>pensamentos aleatórios <span style="text-decoration: line-through;">que deveriam ser enviados por telepatia</span></em></p>
<p>os efeitos do meu sagrado remédio &#8211; você &#8211; passaram. quero, preciso loucamente de mais. de novo. muito. pra sempre.<br />
agora.</p>
<p>minha droga, meu vício.<br />
você. é só o que me falta aqui.</p>
<p>(contra a minha vontade, vou deitar. só o que me resta, longe de ti, é sonhar)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lisbela</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 02:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De novo o sinal. De novo o &#8220;Próxima Estação: Vila Mariana&#8221;. Eu já reparei que aquele turbilhão de pensamentos que começa a me incomodar quando estou com ele resolve se organizar quando eu chego na estação Santa Cruz. É sempre a mesma coisa. Sempre a mesma vontade de entender o que não dá pra descrever. E o pior é que me divirto com isso. Às vezes eu acho engraçado, sabe? .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De novo o sinal. De novo o &#8220;Próxima Estação: Vila Mariana&#8221;. Eu já reparei que aquele turbilhão de pensamentos que começa a me incomodar quando estou com ele resolve se organizar quando eu chego na estação Santa Cruz.</p>
<p>É sempre a mesma coisa. Sempre a mesma vontade de entender o que não dá pra descrever. E o pior é que <strong>me divirto com isso</strong>.</p>
<p>Às vezes eu acho engraçado, sabe? Eu não acho normal ficar fazendo perguntas pra ele na hora em que estamos&#8230; cheios de carinho. Mas, ao mesmo tempo, eu não consigo segurar algumas. Sinto-me uma menina boba, ingênua. Às vezes sinto que estou fazendo papel de idiota. Mas não consigo não fazer. Não consigo deixar, não consigo não parar pra pensar no que tá rolando. É difícil.</p>
<p><strong>Às vezes eu me sinto uma criança</strong>. É. Eu, que na maior parte do tempo fico filosofando e criando teorias, de repente só me vejo capaz de fazer perguntas. E perguntas tolas, perguntas inocentes, infantis. Coisa que ninguém, jamais, perguntaria literalmente a alguém, sabe? E eu pergunto! Eu solto as minhas dúvidas como se as pessoas fossem obrigadas a saber respondê-las. É um impasse: ou fico calada e parece que estou sendo, sei lá, debochada, desdenhosa, ou pergunto e fico parecendo uma criança. Ultimamente tenho preferido parecer a criança. Tenho fugido de me esconder. Sempre fui assim, aliás. Não sei porque nos últimos tempos tive tanto medo de me mostrar. Talvez fosse medo de perdê-lo. Mas eu não vou perder. Eu sinto isso.</p>
<p>Sinto que na verdade nem o tenho pra mim. Na verdade eu não tenho o homem em si, tenho os momentos que passo com ele. É isso. Isso é tudo, tudo que me pertence. E isso nunca ninguém vai tirar de mim. Nunca. Ele vai, mas os momentos continuarão sendo meus.</p>
<p>&#8220;No dia em que alguém me disser o que temos, dou um troféu a ele&#8221;<br />
&#8220;Isso te tortura, né?&#8217;<br />
&#8220;Muito&#8221;<br />
(olhares, mimimis e carinhos)<br />
&#8220;Eu só me pergunto: É bom ou não? Se é bom, aí eu não ligo&#8221;<br />
&#8220;Eu não. Se é bom é que eu me preocupo. Eu sou egoísta. Se acho bom, quero prolongar o quanto puder&#8230; E nunca, nunca o que é bom dura muito pra mim&#8230;&#8221;<br />
&#8220;Aaaaaaaaaaaah, como ela é otimista&#8230; otimista, otimista.&#8221;<br />
&#8220;Eu nunca disse que era otimista.&#8221;</p>
<p>Acho que estou aprendendo a lidar com essa situação. Com essa <strong>entrega incompleta</strong>. Como se houvesse um elástico, não sei. É, um elástico preso num ponto fixo, no centro da minha vida. E quando eu vou muito longe, ele me puxa de volta ao meu lugar.</p>
<p>A <strong>minha felicidade não é ele,</strong> não pode ser ele. É sim feita dos <strong> momentos que tenho com ele</strong> &#8211; porque isso eu posso ter com outras pessoas, eventualmente. Bom, eu sei que nada dura pra sempre com ninguém. Queria parar de <strong>pensar no amanhã</strong>, sabe? Pelo menos por um segundo&#8230; Conseguir pensar só no agora, curtir só o que tá acontecendo. <strong>Queria só ser feliz</strong>, mas eu não sei. Eu não sei ser assim.  Desde pequena, o futuro sempre me fascinou muito. Eu só espero não perder meu presente pensando no que vai acontecer depois . (por ficar olhando demais pra frente.)  Ahhhh&#8230;</p>
<p>Eu devia ter mais dificuldade pra dizer &#8220;Eu te amo&#8221;. É. Por que dizer &#8220;eu te amo&#8221;? Acho que isso é uma coisa que eu posso guardar pra mim. A menos que eu goste de ficar com cara de boba, quando digo &#8220;eu te amo&#8221; e ele só sorri e destrava a porta do carro para que eu vá embora logo. Sempre há horários, compromissos, <strong>sempre há alguma coisa entre nós</strong>. E quer saber a verdade? <strong>É melhor assim</strong>. Essa é a primeira pessoa de quem eu não enjoei após um dia junto. Vai ver é isso. Vai ver é isso que me fascina nele: o fato dele saber &#8220;não estar nem aí&#8221; nas horas certas. Porque quando as pessoas realmente estão completamente na minha, a única coisa que sei fazer é olhar pra elas e dizer &#8220;Tchau, tchau, não é isso que eu quero&#8221;. Pode ser. Pode não ser. Quem liga?</p>
<p>Cara, <strong>devia ser proibido</strong> ficar viajando depois de um tempão maravilhoso com alguém que amamos, sabe? Devia ser proibido pensar! Sei lá, é engraçado. De repente eu me vejo sem conseguir completar um raciocínio, eu penso numa coisa &#8211; e ai já vem outra, e outra, e outra&#8230; e eu não consigo parar, e ao mesmo tempo eu não posso parar.É muito estranho. Mas eu não trocaria estar com ele por nada no mundo.</p>
<p>Seria piração se eu dissesse que tudo que eu queria agora era deitar a cabeça no colchão &#8211; assim, no colchão mesmo, sem travesseiro &#8211; ficar totalmente estirada e dormir? Dormir e sonhar com tudo que aconteceu, porque eu preciso que isso se refaça na minha cabeça &#8211; eu ainda não consigo acreditar. Eu não sei, <strong>eu me perdi</strong>, sabe? Num dos momentos com ele. Em alguma hora ali, eu me perdi. E eu não consigo me recompôr. Não consigo.<strong> Tudo o que eu queria era que isso passasse logo. E que não passasse nunca.</strong></p>
<blockquote><p><em>Nossa Língua Portuguesa, que eu tanto prezo, vai me perdoar dessa vez. Isso é a transcrição fiel de uma piração que tive no metrô hoje, no caminho de volta pra casa. Não estou em condições de decidir se deve permanecer aqui ou não. O fato de eu ter gravado isso em público deixa claro que não estou em estado normal. Só me dei conta agora. Então eu vou. E depois eu volto. Ou não. Sempre tem essa opção.</em></p></blockquote>
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		<title>Casais</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 05:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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<p>Cheguei meia hora antes do combinado. O amigo, quase meia hora depois. Nesse intervalo de uma hora que passei sozinha, só consegui reparar numa coisa: Casais. Muitos casais.  Heteros, homos, baixos, altos, monocromáticos, coloridos, casais. Alguns conhecidos, inclusive. E outros que eu faço questão de nunca conhecer. Sem falar nos casais novos (aqueles que demoram até pra pegar na mão) e nos casais que supostamente moram longe &#8211; hoje eu cansei de ver beijos de despedida. Teve até ex-namorado passeando com a namorada nova (encontro constrangedor, diga-se de passagem. Nessas horas, reverências à aliança de prata no meu anelar direito!). </p>
<p>Tive certeza que todo mundo tem sua metade.  Lembrei da minha solidão constante, lembrei do tempo gigante que passei sem ninguém, praguejando contra cada casal que passava à minha frente. Ri de mim mesma por um instante quando uma reminiscência me levou a um passado próximo em que eu dizia que &#8220;casais são a coisa mais ridícula do mundo. Nunca entendi por que tanto mimimi. Não quero isso, nunca&#8221;. A gente cospe pra cima e o bendito vem direto na nossa testa. Senti aquela saudadezinha apertar o peito. Segurei. Tentei ser forte. Não deu. Peguei o celular e nem precisei discar. Ultimamente, aquele era o único número na lista de chamadas recentes. Demorou para completar, estava no metrô, pouco sinal.</p>
<p> </p>
<blockquote><p> - Oi&#8230; Amor?<br />
- Você vai me achar uma louca se eu te disser que liguei só pra falar que te adoro?<br />
- owwwnnn<br />
 - É. Eu adoro.</p></blockquote>
<p> </p>
<p>A ligação caiu. Fato: sou louca. Mais tarde, uma mensagem preencheu o que faltava.</p>
<p>E eu segui minha noite, tentando não reparar mais nos casais. Acho que, de uma forma ou de outra, faço parte deles agora. Por mais que indiretamente. E não queria ter de sentir a dor da saudade batendo à porta de novo.</p>
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		<title>Carta ao Papai Noel</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 01:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3007/3068503577_5836a94059.jpg?v=0" alt="" width="432" height="288" /></p>
<p>Noelzinho,</p>
<p>Eu sei que já estou quase saindo dos dezoito anos e talvez já não tenha mais idade pra escrever pra você (se é que há idade pra isso), mas senti necessário investir um tempinho num diálogo entre nós. Sei também que há algum tempo não sou mais a menina ideal, a filhinha dos sonhos de toda família e aquele besteirol todo que vira e mexe eu escuto de algum tio inconformado com o fato de eu ser mais certinha que as filhas e filhos dele. Eu não sou perfeita como pensam. Falo palavrões demais, reclamo o tempo inteiro, não vou mais à igreja (e nem pretendo entrar na categoria &#8220;vícios&#8221;, porque isso não é uma carta de confissão)&#8230; Não vejo razão pra me vangloriar.</p>
<p>Até me incomoda um pouco ter mudado tanto. Mas eu cresci, acho que essas coisas fazem parte da vida. Não faço a mínima questão de ser a &#8220;boa menina&#8221;. Você sabe, <em>dear Santa</em>, que eu não dou a mínima para o que pensam de mim. Quero mais é ser feliz.</p>
<p>Pra ser feliz de verdade, eu já precisei de coisas materiais. Vários Natais foram completamente desvirtuados por mim, significando apenas a espera de algum presente que eu queria muito &#8211; sempre ganhei tudo o que quis, nem sei se posso reclamar. Mas hoje, Noel, o que eu quero não é nada material. Qualquer um vê nos meus olhos que o que eu quero é amor.<span style="text-decoration: line-through;"> (É claro que se você quiser me dar uma câmera eu não ligo)</span> Acho que essa escolha muda um pouco as anteriores. Acho que esse Natal não está tão desvirtuado assim.</p>
<p>Amor, sim, não estou sendo hipócrita. Durante muito tempo eu amei da maneira errada. Não vou ser pretensiosa o suficiente para dizer que agora amo da maneira certa, porque sei que não o faço. Mas tenho dado tudo de mim para ser uma pessoa melhor. E tudo que eu peço, papaizinho, é que eu receba carinho em troca. Eu sempre precisei loucamente de carinho. Agora parece que ainda mais. Quero alguém que não tenha medo de assumir que sente algo por mim para o mundo, alguém que  não ligue de passar um dia inteiro comigo vendo filme abraçadinho embaixo do edredom. Alguém que consiga dizer &#8220;Eu te amo&#8221; sem titubear, que diga &#8220;é minha namorada&#8221; sem hesitar nem por um segundo. É, porque eu quero namorar. Descobri que tenho esse defeito de não gostar das coisas pela metade. Ou é, ou não é. Eu quero a pessoa só pra mim, já dizia a Chii. Quero controlar meu ciúme. Serei menos Heloísa, prometo!, se você mandar alguém que me goste.</p>
<p>Pensandobem, desvirtuei a essência do Natal de novo. O aniversariante é, supostamente, Jesus, não eu. Mas eu não vou ficar aqui pedindo paz na Terra enquanto os outros pedem o que é bom pra si. Juro que meu pedido não está sendo tão egoísta quanto parece, Papai Noel. Tudo isso que eu pedi, pretendo dar em dobro àquele que você escolher me mandar. Aliás, falando nisso&#8230; Se você puder me mandar especificamente aquele a quem tenho dedicado meu tempo e meu coração, eu fico agradecida. Se não puder&#8230; Bom, você é quem sabe de todas as coisas. Tá aí, do ladinho de Deus, o que custa perguntar a ele quem é o melhor pra mim?</p>
<p>Ah! Aproveita que vai passar pela casa dos meus amigos e manda um cheirinho em cada um por mim? Tá todo mundo tão longe&#8230;</p>
<p>Mil beijinhos,</p>
<p>Ariane.</p>
<p>ps: Por favor, não me deixe ter recaídas esse ano. Por favor. Demorou, mas acho que finalmente esqueci. Aí eu não te importuno com o mesmo pedido. Acho que oito anos foram o suficiente. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>ps²: Se não for pedir muito, realiza os pedidos da Tainá? Eu nem sei quais são, mas ela merece.</p>
<blockquote><p>Eu já havia escrito uma &#8216;cartinha-post&#8217; pra esse ano, daí decidi que não postaria. Como o <a href="http://pandagordo.wordpress.com/2008/12/25/carta-ao-papai-noel/">vinik</a> me &#8216;condenou&#8217; a postar, modifiquei um pouquinho a carta-base, e taí. O pedido foi mesmo esse. Sim, eu sou exageradamente piegas. Mesmo assim, preferi deixar pra postar só depois do Natal. Está aí, não que vá mudar a vida de alguém. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Prazeres Amélie Poulain</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 19:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[. Às vezes, no meio de toda agitação, de todo trabalho, bate o cansaço. A vontade de ir embora. De estar longe. É, eu queria estar longe daqui. Hoje, olhar o mundo com os olhos dos outros foi minha única forma de fugir. E fez um bem&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>.</p>
<p>Às vezes, no meio de toda agitação, de todo trabalho, bate o cansaço. A vontade de ir embora. De estar longe. É, eu queria estar longe daqui. Hoje, <a href="http://flickr.com/photos/lovemaltine/favorites/">olhar o mundo com os olhos dos outros</a> foi minha única forma de fugir.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1363" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/11/image1.png" alt="" width="494" height="494" /></p>
<p>E fez um bem&#8230;</p>
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		<title>Me procura ali&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 13:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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<p>&#8230;. que eu com certeza tô perdida no meio delas.</p>
<p> </p>
<p>(Periga cair, mas a esta altura eu não tô nem ligando&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mensagem subliminar</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 12:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>(só pra mim, eu espero)</p>
<p> </p>
<p><a href="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/10/image6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1332" title="image6" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/10/image6.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p> </p>
<p>(sim, vejo o mesmo filme 90 vezes e ainda pego os frames que falam comigo. ok ok, tenho sérios problemas e não vou procurar tratamento, beijos)</p>
<p> </p>
<p>Não entendeu? <a href="http://lovemaltine.com.br/semelhancas-ironicas.html">Aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terapia do Riso</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 03:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[          22h40 &#8211; ligação inesperada de um Guerrero faminto Quarterão depois das dez desabafos e piadas conversa sóbria gargalhadas no sofá coca-cola inacabada trilha sonora de banheiro dividindo guarda-chuva terminal Lapa indo embora   o terno adeus: não obrigação, prazer, somente.   Ela tem um amigo! (quem cuida de quem?)   Indaiatuba ou Irlanda, há o silêncio das saudades antecipadas, (que tal desligar o relógio, esquecer .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>22h40 &#8211; ligação inesperada de um Guerrero faminto</p>
<p>Quarterão depois das dez<br />
desabafos e piadas</p>
<p>conversa sóbria<br />
gargalhadas no sofá</p>
<p>coca-cola inacabada<br />
trilha sonora de banheiro</p>
<p>dividindo guarda-chuva<br />
terminal Lapa indo embora<br />
 </p>
<p>o terno adeus:</p>
<p><strong>não obrigação, prazer, somente</strong>.</p>
<p> </p>
<p>Ela tem um amigo!</p>
<p>(quem cuida de quem?)</p>
<p> </p>
<p><em>Indaiatuba ou Irlanda, há o silêncio das saudades antecipadas,<br />
(que tal desligar o relógio, esquecer dos problemas?)</em></p>
<p>(é que um &#8220;vamos aproveitar ao máximo nosso fim de ano&#8221;<br />
nunca soou tão decisivo.)</p>
<p>o fim&#8230;</p>
<p>o fim é SEMPRE decisivo.<br />
mesmo para <a href="http://umindeciso.blogspot.com">um indeciso</a> tão perdido no mundo.</p>
<p>aaaaaaaaai como eu amo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>tinha uma Flor no meio do caminho</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 03:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[      Eu nunca gostei de flores. Embora sempre as achasse aparentemente bonitas, elas não me impressionavam, não me chamavam a atenção. Minha mãe, que tem um lado pintora, ficava abismada toda vez que começava uma tela &#8211; ela sim adorava flores! &#8211; e eu não dava opinião, simplesmente porque não achava graça.    Daí que um dia, caminhando pela vida sem prestar muita atenção em nada, eu encontrei .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1290" title="1213808871167_f" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/10/1213808871167_f.jpg" alt="" width="500" height="329" /></p>
<p> </p>
<p><strong>Eu nunca gostei de flores.</strong> Embora sempre as achasse aparentemente bonitas, elas não me impressionavam, não me chamavam a atenção. Minha mãe, que tem um lado pintora, ficava abismada toda vez que começava uma tela &#8211; ela sim adorava flores! &#8211; e eu não dava opinião, <strong>simplesmente</strong> porque<strong> não achava graça. </strong></p>
<p> </p>
<p>Daí que um dia, caminhando pela vida sem prestar muita atenção em nada, <strong>eu encontrei uma Flor. </strong></p>
<p>(Não que devesse haver algo de especial nisso, não. <strong>Era mesmo pra ser só mais uma flor no meio do caminho.</strong> Mas não. Essa era especial. Me chamava atenção. Não me deixava ir, mesmo sem querer que eu ficasse.)</p>
<p>E havia entre nós barreiras. Não poucas. <strong>Barreiras estranhas e invisíveis</strong> &#8211; o tempo, por exemplo. Por algum motivo, aquela flor e eu vivíamos em estações diferentes. Eu no inverno, ela no verão. <br />
Mas sempre tive esperança de que um dia coincidissem nossas primaveras.</p>
<p> <br />
Então, sem poder tocar a Flor ou levá-la para minha casa, com medo de ferí-la, eu passava por ali todos os dias. O que era um caminho aleatório tornou-se obsessão. O que era apenas uma Florzinha tornou-se paixão.<br />
 </p>
<p>E eu decidi que poderia esperar. Não me cansava dela. <strong>Daquele pedacinho branco do mundo que acendia em mim mais amor até do que paz.  </strong></p>
<p>Decidi que estaria ali, mesmo que a Flor nem soubesse da minha existência. Falhei, é fato. Estive durante tanto tempo cercando a pobrezinha que ela me notou, num dia qualquer, por culpa de um pequeno <strong>Erro: </strong>quase sufoquei-a de tanto olhar, mais perto, mais perto, mais perto&#8230;</p>
<p> <br />
E quando pra mim fazia sol, para ela chovia. <strong>Quando para mim eram cinzas, pra ela era carnaval. </strong>Cansada de tentar com o Universo uma maneira, um acordo, um modo de estar com a Flor por completo, sem medo de tocá-la, cheirá-la, dedicar minha vida a regar e dar carinho a ela, simplesmente sentei a seu lado e fiquei. Sentei pra esperar. </p>
<p> </p>
<p><strong>E ainda estou aqui.</strong> Acredito que, um dia, quando eu acordar de um desses inevitáveis cochilos que dou ao observá-la, linda, dormindo, será a nossa primavera. E não haverá barreiras, nem distância, nem medo ou empecilhos. Vou poder pegá-la nas mãos com carinho e, sem arrancar-lhe as pétalas, contar uma por uma, &#8220;bem-me-quer, mal-me-quer, &#8230;&#8221;</p>
<p>Parece que essa Flor mexeu em algo dentro de mim que há muito estava adormecido.<br />
 </p>
<p>Pra falar a verdade, eu ainda não gosto tanto de flores. Mas a visão delas, seu perfume, sua delicadeza, tudo isso me lembra  a minha Flor. A Flor que nem minha é, mas que um dia tomou-me para si. É, sou mais dela que de qualquer um.</p>
<p> </p>
<p>E só isso é o suficiente para que eu veja nas flores, hoje, uma beleza incomum.</p>
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		<title>Considerações tardias</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 17:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[sobre e para um amigo que parece estar cada dia mais longe    1. O tempo passa.  2.A distância e a falta de tempo esfriam relações, não adianta.   3. A saudade dói.  4. Ninguém é insubstituível.   5. O amor insiste em existir pra sempre, mesmo que apenas fazendo aparições esporádicas em crises de ciúme ou saudades exacerbadas.  6. Onde quer que você esteja, não importa com quem &#8211; já que não .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>sobre e para um amigo que parece estar cada dia mais longe</strong></p>
<p> </p>
<p><img class="alignleft" title="p" src="http://img3.orkut.com/images/milieu/1203424124/1203449826901/14209554/Z12711ut.jpg" alt="" width="160" height="213" /> 1. O tempo passa.</p>
<p> 2.A distância e a falta de tempo esfriam relações, não adianta. </p>
<p> 3. A saudade dói.</p>
<p> 4. Ninguém é insubstituível. </p>
<p> 5. O amor insiste em existir pra sempre, mesmo que apenas fazendo aparições esporádicas em crises de ciúme ou saudades exacerbadas.</p>
<p> 6. Onde quer que você esteja, não importa com quem &#8211; já que não é comigo, estou aqui torcendo pra que consiga o que almeja. E juro, eu quero mesmo olhar pra você e sorrir. E abraçar. Quero comemorar a sua vitória como planejamos tantas vezes&#8230; Se lembra dos nossos planos?<br />
Pois é&#8230; Eu te amo.</p>
]]></content:encoded>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 16:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://love-tee.com/tshirthell/a821_thumb.jpg" alt="" width="150" height="150" /><img src="http://love-tee.com/tshirthell/a42_thumb.jpg" alt="" width="150" height="150" /><br />
<img src="http://love-tee.com/tshirthell/a559_thumb.jpg" alt="" width="150" height="150" /><img src="http://love-tee.com/tshirthell/a425_thumb.gif" alt="" width="150" height="150" /><br />
<img src="http://love-tee.com/tshirthell/a492_thumb.jpg" alt="" width="150" height="150" /><img src="http://love-tee.com/tshirthell/a1037_thumb.jpg" alt="" width="150" height="150" /><br />
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<img src="http://love-tee.com/tshirthell/a302_thumb.jpg" alt="" width="150" height="150" /><img src="http://love-tee.com/tshirthell/a957_thumb.jpg" alt="" width="150" height="150" /><br />
<img src="http://love-tee.com/tshirthell/a1002_thumb.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: center;">Sensacional.</p>
<p>Peguei aqui ó: http://www.love-tee.com/ . Por mim, comprava todas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Luíza</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 04:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Por ela é que eu faço bonito Por ela é que eu faço o palhaço Por ela é que saio do tom E me esqueço no tempo e no espaço Quase levito Faço sonhos de crepon E quando ela está nos meus braços As tristezas parecem banais O meu coração aos pedaços Se remenda prum número a mais Por ela é que o show continua Eu faço careta e trapaça .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p> <font size=1px><em>Por ela é que eu faço bonito<br />
Por ela é que eu faço o palhaço<br />
Por ela é que saio do tom<br />
E me esqueço no tempo e no espaço<br />
Quase levito<br />
Faço sonhos de crepon</em></p>
<p><em>E quando ela está nos meus braços<br />
As tristezas parecem banais<br />
O meu coração aos pedaços<br />
Se remenda prum número a mais</em></p>
<p><em> </em><em>Por ela é que o show continua<br />
Eu faço careta e trapaça<br />
É pra ela que faço cartaz<br />
É por ela que espanto de casa<br />
As sombras da rua<br />
Faço a lua<br />
Faço a brisa<br />
Pra Luisa dormir em paz</em></font></p>
<div style="text-align: right;"><em>Chico Buarque e Francis Hime</em></div>
<p> </p></blockquote>
<p align=justified>
Nós três jogados no confortável sofá por onde pairava a fumaça dos não sei quantos cigarros espalhados pelo mezanino. Eu, bêbada das circunstâncias, tentava me desviar ao máximo das doses de vodca, tequila, cerveja e wisky alheias – embora elas viessem de todas as direções – enquanto comentávamos insistentemente sobre cada detalhe que passava por nossos olhos. “Um pouco mais de gelo?” Acho que eu não estava lá, só meu corpo. Na verdade, na maior parte do tempo, faço questão de transportar espaço/companhias para o meu mundo. No meu mundo aquilo tudo era diferente. O lugar podia até ser o mesmo, mas não havia aquela música que eles chamavam ambiente. No meu mundo, <em>ele</em> não seria tão <span>desinteressado</span>, nem eu desinteressante. No entanto, estávamos ali: pessoas desconhecidas, a melhor amiga, <strong>o impossível</strong> <em>affair</em> e eu, estado total de deprimência, fugindo completamente da rotina e do <em>script</em>, assustando todo e qualquer ser acostumado a me ver sempre fechada e certinha no meu canto. “Eu pego uma coca-cola pra você”.</p>
<p>Depois de um tempo distribuindo <span>sorrisos amarelos </span>e alguns “o pessoal não vem?”, não sei ao certo em que ponto da noite, Hugo resolveu aparecer. Sorria, trazia (ainda mais) cigarros, perguntava se estávamos ali há muito tempo, se tínhamos idéia de onde estavam os meninos, se isso, se aquilo, pura função fática e tentativa de enquadramento no ambiente. Chamou-me para dar uma volta, fomos ao andar de baixo buscar um drinque. Momento de jogar conversa fora. “Ah, eu tenho certeza que ele já ficou com ela&#8230; Eles combinam, não é legal?”. <em><span>Não</span>, não é</em>, <strong><span>ele é meu</span></strong>. Não respondi, mas deu vontade. Na verdade, às vezes eu até consigo não falar o que penso – embora na maior parte delas eu me dedique a falar e fazer tudo o que me dá vontade. E a vontade agora era ser engolida por toda a fumaça do mundo. Mas foi por pouco tempo – logo que subimos, chegaram os outros.</p>
<p>Agora estávamos completos, não chegaria mais ninguém. Éramos então nove – André, Bruno e seu amigo, Fernando, Henry, Hugo, Ricardo, Tory e eu. Basicamente, o canto esquerdo do fundão do JoC. E aí, já defumada e mais alta que o normal com a alegria alheia, presenciei tequilas num gole só, mendicância de cigarros, piadas infames, xavecos insólitos, desabafos, intimidades desgastantes.<br />
“Ai, você precisa ter menos pudor”. O vestido subindo e descendo de acordo com as mãos que o tocavam. Alguns rasgos na meia arrastão. Henry indo embora por culpa da maldita lei seca. A dona da festa sorrindo pra todos, num equilíbrio entre a falta de sobriedade e a alegria sincera de ver que a festa não havia miado. “Você ficou linda de franjinha, estou apaixonado” e outras pérolas. A vergonha alheia veio antes da vergonha pessoal, ainda bem. E, dentre mortos e feridos, salvaram-se todos.<br />
<em>Ele </em>foi embora com outra. Eu, para variar, fui assediada por um idiota. Ficamos em seis &#8211; fechamos um táxi por R$25 a rodada até Sumaré. Bruno dormindo no meu colo, Tory entre o meu e o do Ladeira, Capiau rindo horrores em seu canto, o idiota na frente com o Taxista. “Não sei, você me quer com ou sem pênis?” e “Ninguém aqui gosta de você” – porque a vida é uma escola e eu, embora bem tosca, também tenho meus aluninhos – foram as aspas que fecharam a noite pública com chave de ouro. Ah! E como me orgulho delas&#8230;</p>
<p>Nós duas deitadas lado a lado na cama, cansadas e (in)conformadas. Madrugada daquelas que qualquer um gostaria de ter todos os dias: momento de ouvir e ser ouvida, não importa qual a pauta. E aí, nem preciso dizer, a pauta foi totalmente previsível. A noite, as aspas, a vergonha alheia, os corações, os malditos homens, as vontades, os erros, os acertos, as dúvidas. Coisa de mulherzinha, com direito a conselhos e planos.Com direito a balanço físico e emocional. Mensagem de texto ctrl+C e ctrl+V fazendo vibrar o celular das duas. Resposta coletiva. (Não sabíamos se era pra rir ou pra chorar.) De repente, de um segundo pro outro, simplesmente nos cobrimos, apagamos a luz, e começamos a (tentar) dormir.</p>
<p><strong>Maldita esperança acumulada, maldita proximidade venenosa, maldito sorriso lindo que ele tem.</strong> Sonhei a noite toda com o que podia ter sido e não foi (e ficadicaprasempre: nunca vai ser), acordei repetidas vezes pronta a escrever um manual de &#8220;como se deixar iludir repetidas vezes por alguém que nem olha pra você&#8221;, mas não tinha papel e meu notebook estava em casa; portanto perdi a obra da minha vida. (Ok, exagerei). Entre resmungos, roncos alheios, deprimências e passarinhos, dormimos até que o telefone – lá pelas 14h do sábado – nos fez pular da cama.</p>
<p>&#8220;Janta&#8221; no café da manhã. Sem ressaca, o que é pior. &#8220;Mora Na Filosofia&#8221;. A dedicatória mais linda que eu já vi. &#8220;Um Copo de Cólera&#8221;. Amy Winehouse. Ressaca moral tardia por, talvez, excesso de sobriedade. Dores de cabeça, &#8220;I Will Survive&#8221;. Alguém por favor me ensina a voltar no tempo? Planos, Personare, dúvidas.</p>
<p>(E agora eu estou aqui. Chove lá fora. O relógio marcando 00h53. Podia estar dormindo, mas sabia que não conseguiria enquanto não me aproveitasse do silêncio pra dizer o quanto gostei desse fim de semana em algum lugar. A cada dia eu tenho mais certeza de que tenho pessoas especiais ao meu redor. E de que só atraio losers e afins. Acho que não cansei de sonhar ou me iludir, não. Não tem doído como doía antes, não sou mais criança. Cada dia sei melhor em que terreno estou pisando ou a quem devo ou não ouvir. E o melhor disso tudo é que, não importa como nem quando, eu fiz amigos de verdade. Pessoas sem as quais eu já não me vejo. E eu não me canso de ouvir Vinícius de Moraes sussurrando em meu ouvido: “Que não seja imortal – posto que é chama; mas que seja infinito enquanto dure”. Ah, como sou piegas! E quem liga?)</p>
<p>Entoe o mantra: Ela vai se livrar dos ordinários&#8230;<br />
(Bora lá, galere! Entoem e mentalizem minha face, pra ver se ajuda&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Previsível</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 01:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Ninguém é mais sentimento que você&#8221;. Tory Sonhar a noite toda com ele, escrever um manual de como se deixar iludir, ouvir Amy Winehouse compulsivamente, ganhar livro da melhor amiga e passar o sábado à noite sozinha em casa: deprê total. Mas meu, quem é mais sentimental que eu?   MOMENTO DE PROJEÇÃO DA VONTADE Marte na casa 1 DE: 04/10 , 7h14 ATÉ: 17/11 , 20h39 Nestes próximos dias, que vão de .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Ninguém é mais sentimento que você&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;">Tory</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Sonhar a noite toda com ele, escrever um manual de como se deixar iludir, ouvir Amy Winehouse compulsivamente, ganhar livro da melhor amiga e passar o sábado à noite sozinha em casa: deprê total.</p>
<p>Mas meu, quem é mais sentimental que eu?</p>
<p> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BxujZ65f02E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BxujZ65f02E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<blockquote>
<div class="transit_name">
<h4>MOMENTO DE PROJEÇÃO DA VONTADE</h4>
<p class="content">Marte na casa 1</p>
</div>
<div class="transit_period fL">
<p><span class="highlight nobold">DE:</span> 04/10 <img class="stamp_tag" src="http://novo.personare.com.br/img/pt_BR/st_tag_today.gif" alt="Hoje" />, 7h14<br />
<span class="highlight nobold">ATÉ:</span> 17/11 , 20h39</div>
<div id="main_transit">
<p class="content">Nestes próximos dias, que vão de 04/10 <img class="stamp_tag" src="http://novo.personare.com.br/img/pt_BR/st_tag_today.gif" alt="Hoje" /> e 17/11, Ariane, o planeta Marte estará passando pelo seu signo ascendente, marcando o seu setor da identidade. Este é um momento muito especial, que só acontece de dois em dois anos. Uma vez que a primeira casa é a mais importante casa astrológica de um tema astral, consequentemente Marte será o mais importante planeta em sua vida por alguns dias. Ele lhe concede vitalidade alta e, por fim, você sentirá uma grande necessidade de vencer e de se tornar alguém de destaque em seu campo de atuação.</p>
<p class="content">Neste período, é bastante provável que você venha a se sentir com muito mais energia, com uma disposição especial para batalhar pelos seus projetos pessoais. Lhe parecerá, Ariane, que as coisas estão mais fáceis de serem resolvidas, mas a verdade é que você está num momento em que sua disposição pessoal para lutas está amplificada.</p>
<p class="content">As pessoas poderão sentir em você uma agressividade maior, mas esta qualidade agressiva não é, por si só, boa ou ruim. Tudo depende da forma como você a vive.</p>
<p class="content">A palavra &#8220;Marte&#8221; vem do latim, e significa <strong>&#8220;crescer, tornar-se grande&#8221;</strong>. E esta é a idéia para este ciclo, Ariane: é o momento de lutar por seu lugar ao Sol, o momento de fazer valer sua vontade afirmativa, nem que para isso você precise brigar um pouco mais.</p>
<p class="content">É recomendável que você busque direcionar esta qualidade agressiva de uma maneira objetiva, caso contrário você pode simplesmente usá-la de maneira inadequada, explodindo em raivas ou cometendo atos impulsivos, precipitados. Em geral, recomendo a pessoas que, como você, passam pelo momento de energização marciana, que procurem praticar alguma atividade física neste período, a fim de descarregar o excesso de energia. É um momento bom para o exercício do sexo, conveniente para aproveitar esta &#8220;disposição a mais&#8221;. Ainda que você não tenha uma parceria sexual, a qualidade energética de Marte é positiva para caso você queira &#8220;caçar&#8221; pessoas de fora do seu círculo social. Afinal de contas, a energia conquistadora de Marte na Casa 1 não se limita apenas a propósitos materiais. Ela pode ser utilizada para propósitos amorosos, também!</p>
<p class="content">Neste ciclo, você perceberá que estará conquistando as coisas com maior facilidade. Mas fique atento, Ariane: este é um momento altamente individualista, e o preço a pagar é que isto pode perturbar um pouco as suas relações afetivas. Não é um momento em que você está com muita disposição para fazer concessões em nenhum de seus relacionamentos, e é possível que nesta fase algumas pessoas lhe acusem de egoísmo. No final das contas, Ariane, é tudo uma questão de proporção: se você souber aproveitar esta &#8220;energia a mais&#8221; de uma forma consciente e direcionada, canalizando sua agressividade para onde deve, com finalidades úteis e propósitos definidos, tende a ser um excelente período. A idéia deste ciclo de Marte é a da <strong>aceleração da vontade pessoal</strong>.</p>
<p class="content"><strong>SÍNTESE DO MOMENTO:</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p class="content"><strong>Cores recomendadas para o período:</strong> vermelho e negro, as cores de Marte que estimularão mais ainda a sua vontade pessoal numa direção afirmativa.</p>
<p class="content"><strong>Vida afetiva:</strong> este é um momento de muito individualismo, Ariane! Favorece muito o sexo e as novas conquistas, mas cuidado com uma tendência de ficar vendo demais o próprio lado nesta fase.</p>
<p class="content"><strong>Vida profissional:</strong> excelente momento para lutar por objetivos bem definidos e alcançar resultados concretos para seus esforços.</p>
<p class="content"><strong>Saúde:</strong> cuidado com febres e com uma pequena tendência a acidentes por conta de atos impulsivos e apressados.</p>
<p class="content"><strong>Vida espiritual:</strong> este é um dos momentos mais &#8220;pé no chão&#8221; do seu ano, Ariane. Mas convém não perder o prumo da sua espiritualidade, lembre-se que é importante um tempo para meditar e refletir, caso contrário o mundo, com seus problemas e questões práticas, nos engole!</p>
</div>
</blockquote>
<p class="content"> </p>
<p class="content">Personare, Personare&#8230; Uh.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E a Primavera chegou&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 17:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#AméliePoulain]]></category>
		<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[#Esperança]]></category>
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		<category><![CDATA[#Quotes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando vier a Primavera, Se eu já estiver morto, As flores florirão da mesma maneira E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada. A realidade não precisa de mim. Alberto Caeiro Pois é. Ela chegou e eu ainda estou viva. Já a havia notado nas cores das folhas, do céu, na maneira como tudo me pareceu tão mais fotográfico que o normal nos últimos dias, embora eu .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span>Quando vier a Primavera,<br />
Se eu já estiver morto,<br />
As flores florirão da mesma maneira<br />
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.<br />
A realidade não precisa de mim.</span></p>
<p align="right"><em><span>Alberto Caeiro</span></em></p>
</blockquote>
<p><span>Pois é. Ela chegou e eu ainda estou viva. Já a havia notado nas cores das folhas, do céu, na maneira como tudo me pareceu tão mais fotográfico que o normal nos últimos dias, embora eu não tivesse tido tempo de parar para refletir o porquê de tudo isso ou de dizer o quanto me chamou a atenção. Quer dizer, porque foi a primeira. A primeira Primavera que enxerguei com esses olhos &#8211; não sei se mais maduros, mas certamente mais abertos à vida.</span></p>
<p><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/10/prazeres.jpg" alt="" width="500" height="373" align="center" /></p>
<p><span>Sempre vi e ouvi alusões à Primavera. À sua &#8220;magia&#8221;, ao clima de amor que paira sobre ela. Mas sentir e ouvir falar são coisas tão diferentes&#8230; E me pergunto só uma coisa: como (sobre)vivi tanto tempo sem enxergar todas essas cores, toda essa beleza?</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>(Não estou apaixonada &#8211; não que eu saiba. Não tenho motivos para ficar poetizando a vida &#8211; pelo contrário, ela tem sido bem cruel comigo. Talvez seja exatamente esse o segredo: o fato de eu estar meio que do lado de fora de mim. Talvez eu esteja um pouco menos egoísta. Ou mais, não sei.)</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Mas eu vou por aí encontrando meus prazeres Amélie Poulain, do gênero<span> </span><span><em>escrever sentada embaixo de uma árvore num dia ensolarado de Primavera, carinho nos cabelos &#8211; fazer e receber!, fotografar tudo isso que eu vejo e acho lindo &#8211; e ter o meu olhar guardado, sentir nojinho dos casais apaixonados na rua, cantar com os amigos, passar uma noite inteira contando e ouvindo segredos e desabafos, (&#8230;). </em></span></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Sim, eu sou piegas demais.</span></p>
<p><span>Há certas coisas que só devem ser sentidas &#8211; nunca ditas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span><span style="text-decoration: line-through;">Entoando o mantraaaaa: Essa primavera meu amor vai voltar pra mim&#8230;</span></span></span></p>
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		<title>Sobre amigos e felicidade</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 03:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#CásperLíbero]]></category>
		<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#Piegas[ON]]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[#CafeínaAlternativa]]></category>
		<category><![CDATA[#Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[#Especial]]></category>
		<category><![CDATA[#Recordação]]></category>

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		<description><![CDATA[Não lembro sequer mais ou menos em que ponto da viagem foi que engatei essa idéia. Mas ela apareceu, ali, no metrô, e ficou me atormentando. Atormentando não, que não era um pensamento ruim. Simplesmente ficou sussurrando no meu ouvido. “Você ama – e é amada”. Poucas vezes na minha vida (se eu digo poucas é porque são poucas MESMO) eu tive essa sensação. Esse tipo de insight aleatório de .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/09/pessoas-normais-091ddd-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" align="right" /></p>
<p class="MsoNormal">Não lembro sequer mais ou menos em que ponto da viagem foi que engatei essa idéia. Mas ela apareceu, ali, no metrô, e ficou me atormentando. Atormentando não, que não era um pensamento ruim. Simplesmente ficou sussurrando no meu ouvido. “Você ama – e é amada”.</p>
<p class="MsoNormal">Poucas vezes na minha vida (se eu digo poucas é porque são poucas MESMO) eu tive essa sensação. Esse tipo de <em>insight </em>aleatório de “Porra, como eu gosto de fulano!”. Sim, são poucas as pessoas sem as quais eu não consigo viver. Ou eram poucas, que hoje me dei conta de que gosto de muito mais gente do que imaginava.</p>
<p> </p>
<p>Da minha família eu nem preciso falar. São meu sustento, meu ânimo de todos os dias. Não, não estoufalando <em>desse</em> amor <em>especificamente</em>. Estou falando do amor de <strong><span>amigo</span></strong>. Daquele que vem à tona cada vez que eu dou risada – <span style="text-decoration: underline;">e como eu dou risada!</span> – ou que eu sinto vontade de chorar ou me defenestrar. Eu falo das vezes em que ouço qualquer nota do violão e, sem nem ver, já estou pensando na <a href="http://enoughtabout.wordpress.com">Clarinha</a> e na <a href="http://posttudo.wordpress.com">Tory</a>. Das vezes em que vejo um clipe novo e tenho vontade de ligar para o Adam no meio da madrugada pra contar pra ele o como eu achei legal – e é sempre mais ou menos nessa hora que ele, surpreendentemente, aparece online cheio de amor e <img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/09/fran-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" align="left" />atenção pra dar, numa sintonia assustadora. Falo das vezes em que ouço <em>Ludov</em> ou <em>Vanguart </em>e fico lembrando das noites insanas que vivi ao lado do <a href="http://umindeciso.blogspot.com">Bruno Guerrero</a> (noites responsáveis por uma porção de carinho que só cresce e um respeito sem tamanho); das vezes em que abro o <em>e-mail</em> e fico triste porque não tem nenhum texto novo do <a href="http://negaomalandro.blogspot.com">Brunella</a> ou nenhuma resposta do <a href="http://focaleando.blogspot.com">Ferrari</a> (é, porque as pessoas de que gosto às vezes se esquecem de mim!). Eu acho engraçado como até quando eu falo uma gíria ou uma expressão aleatória eu lembro de alguém – <em>ficadica,</em><a href="http://skellysoffice.blogspot.com"> Fran</a>. Daí que deviants me lembram o <a href="http://leonardoatorama.wordpress.com">Leo</a>, e toda vez que o celular vibra eu penso no <a href="http://omarxarifado.wordpress.com">Omar</a>. Tem também a incrível historia de como o shuffle sempre faz “Carinhoso” tocar quando tem algo acontecendo com o <a href="http://flickr.com/andreol">André</a>, tipo um sinal. E eu não posso ver uma banca de jornal sem ter imediatamente uma visão do Capiau. Não tem como ouvir Chico sem lembrar da Luiza, nem pensar em bebedeira e não associar à Marcelli. Aliás, toda vez que eu falo alguma besteira, me vem a imagem do Matheus: “Essa Ariane&#8230; Só atiça, fazer que é bom&#8230;”.</p>
<p class="MsoNormal"><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/09/oiq2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" align="left" />Enfim, poderia ficar a madrugada aqui listando pessoas de quem me recordo o tempo todo. O mais engraçado é que, além de não ter tanto contato com algumas delas, eu tenho muita dificuldade de demonstrar o que sinto pelas outras (talvez porque nem eu mesma saiba o que sinto). Mas é engraçado como, de repente, no metrô, enquanto cantava<em> All My loving </em>e ria sozinha de mais um dia de trabalho que levou minha saúde e minha boa vontade embora, eu ouvi “Você ama – e é amada” vindo direto do inconsciente. Eu sei que não sou amada por todos eles, talvez nem pela metade. Mas amá-los já me faz bem o suficiente para me fazer seguir. Eu tenho pessoas de quem devo cuidar (embora, na maior parte do tempo, sejam eles que cuidem de mim), isso é que muitas vezes me impede de encher a cara de comprimidos ou simplesmente pular na linha do trem (sim, é escroto, mas já pensei em fazer isso).</p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">Ok, há certas coisas inexplicáveis, como ficar pensando em <a href="http://anderssauro.com">pessoas que não estão aqui</a>, <a href="http://farofeiros.com.br">que eu nunca imaginei que fosse conhecer</a>, que são <a href="http://willpubli.blogspot.com">fofas gratuitament</a>e, ou mesmo nas que me maltratam o tempo todo. Mas se essa é minha forma de ser feliz, é assim que vai ser. Pelo menos por enquanto.</p>
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