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	<title>lovemaltine &#187; #Especial</title>
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		<title>Belinha</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 15:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não podia ouvir ninguém chegar, fosse de carro ou a pé, que corria pra porta, latindo. &#8220;Quieta, Belinha! Já é tarde! shiiiiu!&#8221; Voltava, avisava a todos na casa, ia desesperada em direção ao portão. Sem boas vindas nem tem graça entrar em casa. Ao menor barulho do saco de pão, disparava em direção à cozinha. &#8220;Ô, Belinha, me deixa tomar meu café!&#8221;. Nem quando alguém ia ao banheiro dava sossego. .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3495/3238415050_69a1d7b412_o.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Não podia ouvir ninguém chegar, fosse de carro ou a pé, que corria pra porta, latindo. &#8220;Quieta, Belinha! Já é tarde! shiiiiu!&#8221; Voltava, avisava a todos na casa, ia desesperada em direção ao portão. Sem boas vindas nem tem graça entrar em casa. Ao menor barulho do saco de pão, disparava em direção à cozinha. &#8220;Ô, Belinha, me deixa tomar meu café!&#8221;.</p>
<p>Nem quando alguém ia ao banheiro dava sossego. Corria atrás e se escondia embaixo da pia. Vira e mexe passava despercebida aos olhos de alguém e acabava lá presa, sozinha, até latir por socorro.Isso quando não esqueciam a porta aberta na hora do banho &#8211; ia pra baixo do chuveiro na hora! &#8220;Belinha, sua danada, acabei de secar você&#8230;!&#8221;. Adorava tomar banho, sentir-se limpa, bonita. Caminhava feito uma princesa pela casa. Isabella. Mais Bela que Isa, mas era o nome perfeito. Beleza imponente. &#8220;Nunca vi cachorra assim! Parece uma gata!&#8221;.</p>
<p>Dormia o tempo todo no braço do sofá. &#8220;Bela, desce daí!&#8221; E ela esperava a gente virar as costas e subia de novo. Eu, papai, mamãe, Tainá e Melissa éramos mais dela que ela nossa. Escalava escadas como ninguém, avançava em qualquer um que lhe parecesse ameaçar um de nós. Ciumenta que só. Pulava de um sofá para o outro. Orgulhosa.  Nem adiantava chamá-la se pegássemos a Melzinha primeiro. Virava a cara. &#8220;Belinha! Bela! Vem cá, cheirosa!&#8221;. E a sem vergonha sumia.</p>
<p>Num passe de mágica, surgiam calças e calcinhas furadas. Quantas calcinhas novas joguei no lixo por ter esquecido na cama no dia da compra! &#8220;Dá um beijo, Belinha!&#8221; E ela dava uma lambidinha só, rápida e carinhosa, na face de quem pedia. Belinha era a alegria da casa. Até quando fazia coisa errada, nos fazia sorrir.</p>
<p>Dormia na porta do quarto esperando alguém levantar. Às vezes, no meio da madrugada, empurrava a porta e subia na minha cama. Eu acordava com o que mais parecia um bolinho peludo no edredom, fazendo calor em cima das minhas pernas. &#8220;Sai daqui, Belinha!&#8221;. De vez em quando, engasgava com alguma porcaria achada no chão e deixava todo mundo assustado. Companhia quando eu estava carente. Inspiração nas minhas aventuras escritas. Belinha sim era cachorra pra amar&#8230;</p>
<p>Assustada. Sempre. O que tinha de espoleta, tinha de medrosa. Medo de tudo. Sombra, bonecas, espelho, televisão&#8230; Temia o tartarugo&#8230; Temia até &#8211; e principalmente! &#8211; rodos e vassouras. Era só ver um que saia latindo e chorando, rosnando pra quem se pusesse em seu caminho. Invocava até, mas era só oferecer um carinho que já se abria toda. Não fazia xixi fora do jornal, não aceitava sair sem antes colocar um lacinho, ah, Belinha! ô Belinha&#8230; De vez em quando eu ainda a espero vir correndo. De vez em quando ainda me pego chamando. Belinha! Belinha! Mas ninguém vem.</p>
<p>Bobeira segurar as lágrimas. Bom deixar correr. &#8220;Belinha! Belinha! Não faça isso! O que você tem? Engasgou de novo? Responde, Belinha! Belinha&#8230; ô, minha menina&#8230; Belinha?&#8221;  Fiz tudo o que pude, juro. Mas o corpo foi esfriando, fez-se duro &#8211; e ela nunca mais respondeu.</p>
<blockquote><p>escrito na madrugada de 21 para 22/02, no quarto escuro, entre o rodízio de lágrimas dos quatro que Belinha deixou aqui quando partiu.</p></blockquote>
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		<title>Carta ao Papai Noel</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 01:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3007/3068503577_5836a94059.jpg?v=0" alt="" width="432" height="288" /></p>
<p>Noelzinho,</p>
<p>Eu sei que já estou quase saindo dos dezoito anos e talvez já não tenha mais idade pra escrever pra você (se é que há idade pra isso), mas senti necessário investir um tempinho num diálogo entre nós. Sei também que há algum tempo não sou mais a menina ideal, a filhinha dos sonhos de toda família e aquele besteirol todo que vira e mexe eu escuto de algum tio inconformado com o fato de eu ser mais certinha que as filhas e filhos dele. Eu não sou perfeita como pensam. Falo palavrões demais, reclamo o tempo inteiro, não vou mais à igreja (e nem pretendo entrar na categoria &#8220;vícios&#8221;, porque isso não é uma carta de confissão)&#8230; Não vejo razão pra me vangloriar.</p>
<p>Até me incomoda um pouco ter mudado tanto. Mas eu cresci, acho que essas coisas fazem parte da vida. Não faço a mínima questão de ser a &#8220;boa menina&#8221;. Você sabe, <em>dear Santa</em>, que eu não dou a mínima para o que pensam de mim. Quero mais é ser feliz.</p>
<p>Pra ser feliz de verdade, eu já precisei de coisas materiais. Vários Natais foram completamente desvirtuados por mim, significando apenas a espera de algum presente que eu queria muito &#8211; sempre ganhei tudo o que quis, nem sei se posso reclamar. Mas hoje, Noel, o que eu quero não é nada material. Qualquer um vê nos meus olhos que o que eu quero é amor.<span style="text-decoration: line-through;"> (É claro que se você quiser me dar uma câmera eu não ligo)</span> Acho que essa escolha muda um pouco as anteriores. Acho que esse Natal não está tão desvirtuado assim.</p>
<p>Amor, sim, não estou sendo hipócrita. Durante muito tempo eu amei da maneira errada. Não vou ser pretensiosa o suficiente para dizer que agora amo da maneira certa, porque sei que não o faço. Mas tenho dado tudo de mim para ser uma pessoa melhor. E tudo que eu peço, papaizinho, é que eu receba carinho em troca. Eu sempre precisei loucamente de carinho. Agora parece que ainda mais. Quero alguém que não tenha medo de assumir que sente algo por mim para o mundo, alguém que  não ligue de passar um dia inteiro comigo vendo filme abraçadinho embaixo do edredom. Alguém que consiga dizer &#8220;Eu te amo&#8221; sem titubear, que diga &#8220;é minha namorada&#8221; sem hesitar nem por um segundo. É, porque eu quero namorar. Descobri que tenho esse defeito de não gostar das coisas pela metade. Ou é, ou não é. Eu quero a pessoa só pra mim, já dizia a Chii. Quero controlar meu ciúme. Serei menos Heloísa, prometo!, se você mandar alguém que me goste.</p>
<p>Pensandobem, desvirtuei a essência do Natal de novo. O aniversariante é, supostamente, Jesus, não eu. Mas eu não vou ficar aqui pedindo paz na Terra enquanto os outros pedem o que é bom pra si. Juro que meu pedido não está sendo tão egoísta quanto parece, Papai Noel. Tudo isso que eu pedi, pretendo dar em dobro àquele que você escolher me mandar. Aliás, falando nisso&#8230; Se você puder me mandar especificamente aquele a quem tenho dedicado meu tempo e meu coração, eu fico agradecida. Se não puder&#8230; Bom, você é quem sabe de todas as coisas. Tá aí, do ladinho de Deus, o que custa perguntar a ele quem é o melhor pra mim?</p>
<p>Ah! Aproveita que vai passar pela casa dos meus amigos e manda um cheirinho em cada um por mim? Tá todo mundo tão longe&#8230;</p>
<p>Mil beijinhos,</p>
<p>Ariane.</p>
<p>ps: Por favor, não me deixe ter recaídas esse ano. Por favor. Demorou, mas acho que finalmente esqueci. Aí eu não te importuno com o mesmo pedido. Acho que oito anos foram o suficiente. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>ps²: Se não for pedir muito, realiza os pedidos da Tainá? Eu nem sei quais são, mas ela merece.</p>
<blockquote><p>Eu já havia escrito uma &#8216;cartinha-post&#8217; pra esse ano, daí decidi que não postaria. Como o <a href="http://pandagordo.wordpress.com/2008/12/25/carta-ao-papai-noel/">vinik</a> me &#8216;condenou&#8217; a postar, modifiquei um pouquinho a carta-base, e taí. O pedido foi mesmo esse. Sim, eu sou exageradamente piegas. Mesmo assim, preferi deixar pra postar só depois do Natal. Está aí, não que vá mudar a vida de alguém. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Barcelona</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 21:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[    Engraçado. Dia desses alguém me passou o link pro download da trilha sonora completa de Vicky Cristina Barcelona. Eu nunca tinha procurado, mas não hesitei em clicar quando recebi. O filme, que eu achei realmente muito bom, tem uma trilha bem marcante, reparamos já no cinema, mesmo que ainda inebriados pela imagem de Javier Barden, Scarlet Johansson e Penélope Cruz na mesma tela. Foi encanto imediato, total. Só .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><img class="aligncenter" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/5102uAQhHVL._SS500_.jpg" alt="" width="500" height="500" /> </p>
<p>Engraçado. Dia desses alguém me passou o link pro <em>download</em> da trilha sonora completa de <em>Vicky Cristina Barcelona</em>. Eu nunca tinha procurado, mas não hesitei em clicar quando recebi. O filme, que eu achei realmente muito bom, tem uma trilha bem marcante, reparamos já no cinema, mesmo que ainda inebriados pela imagem de<strong> Javier Barden</strong>, <strong>Scarlet Johansson</strong> e <strong>Penélope Cruz </strong>na mesma tela. Foi encanto imediato, total. Só que baixei, descompactei e esqueci de ouvir. É, culpem essa maldita correria pós-uma-prova-pré-outra.</p>
<p>Daí que hoje, passeando pela minha pasta de músicas &#8211; que anda, por sinal, catastróficamente depressiva &#8211; eu trombei, de repente, com a pasta <strong>&#8220;<em>Vicky Cristina Barcelona Soundtrack</em>&#8220;,</strong> dizendo &#8220;Oi, amiga, lembra de mim aqui?&#8221;. Confesso que não lembrava. Mas coloquei pra reproduzir. (Pausa pra respiração.)</p>
<p>Êxtase total. Primeiro de Dezembro, o início do fim. A noite em que vimos o filme, as minha sensações de agora, as minhas sensações anteriores, tudo se misturou dentro de mim. De repente, eu estava lá no escadão da Gazeta, Brunos ao meu lado, Tory atrás de mim, Clarinha e Francisco num canto, cabeça do Hugo no meu colo, levando cafuné. Violões ao fundo. <strong><em>&#8220;Barcelona&#8221;, de Giulia y Los Tellarini.</em></strong></p>
<p>A minha angústia, mesmo com todos os amigos a minha volta, esperando a ligação dele. O olhar cansado do Bruno Mancini, que, sentado ao meu lado, dizia querer estudar mais. &#8220;Quero aprender mais.&#8221;. Contando sobre os planos de mudar de curso enquanto eu, entre uma olhada e outra no celular &#8211; que eu fingia me atrair pela hora, mas, na verdade, atraía pela ansiedade. Bruno Guerrero anunciando, especialmente pra mim, que o Ricardo Cruz se juntaria a nós. Aquele misto de empolgação e retração invadindo meu corpo enquanto eu implorava a Deus por um sinal de vida daquele que eu tanto queria ver, antes que a tentação chegasse.<em><strong> &#8220;Your Shining Eyes&#8221;, Biel Ballester Trio, Graci Pedro, Leo Hipaucha.<br />
</strong></em><br />
Meu celular que, definitivamente, não tocava. Todos cansados, com sono, estressados com os resultados da faculdade, que, aos poucos, estavam aparecendo: alguns com muitos exames a fazer (coloquem meu nome nessa lista), outros com nenhum. Aquela melancolia de fim de ano, o que foi ruim, o que foi bom, como todos viemos parar aqui. &#8220;Vamos para o padabar?&#8221;. Telefone tocou. Não o meu, o da Tory. Capiau vindo nos acompanhar em nossa melancolia. <em><strong>&#8220;El Noi De La Mare&#8221;, Muriel Anderson &amp; Jean-Feliz Lalanne<br />
</strong></em><br />
Todos em pé, prontos para partir em direção à padaria, logo ali na Brigadeiro. Então meu telefone finalmente toca. &#8220;Estou aqui na Joaquim Eugênio de Lima. Paro o carro em frente ao <em>Top Center</em>, pode ser?&#8221;. Pode. Claro. Poderia qualquer coisa, já que eu não aguentava mais as saudades. Olhei na direção da banca, o carro não estava lá. Levantei-me, despedi-me de todos. &#8220;Vamos conosco ao bar!&#8221;. Não podia. Não queria. Só queria um tempinho sozinha com ele. Os amigos compreenderam. <strong><em>&#8220;When I Was a Boy&#8221;, Biel Ballester Trio, Graci Pedro, Leo Hipaucha.</em></strong></p>
<p>O carro parou em frente à banca, conforme o combinado. Entrei, nos beijamos, eu e meus olhinhos brilhantes, ele e seu sorriso doce. Parecia cansado. &#8220;Posso te roubar hoje?&#8221;. &#8220;Pode&#8221;. Fomos embora, sem ir a lugar algum.<strong><em> &#8220;Granada&#8221;, Emilio de Benito.</em></strong></p>
<p>Deu uma volta no quarteirão. Parou o carro, olhou para mim e me beijou. Eu estava apaixonada. Trágico ou não, eu estava entregue, qualquer um que olhasse para mim perceberia isso. Trocamos poucas palavras e muitos carinhos. Era difícil nos vermos, eu tinha de ir embora logo. A sensação era a de que não podíamos perder um segundo sequer. Desabafos entre as sessões de beijinhos. Olhares abobados de menina apaixonada. Ah, aqueles olhos, aqueles cabelos, aquele abraço. &#8220;Senti tanto sua falta&#8230;&#8221;.O tempo passava rápido ali. Mais rápido que tudo.  <strong><em>&#8220;Entre Olas&#8221;, Juan Serrano.</em></strong></p>
<p>A rádio avisou que passava das onze. Deu partida no carro. Dirigiu rumo à estação mais distante, comigo ao lado, ainda aos suspiros. A cada parada, um beijinho ou um carinho nas mãos. Olhares de lado. Cafunés. Sem que ele soubesse, eu pensava em como sempre quis aquilo. Como sempre quis aqueles carinhos. Como nunca tinha me dado bem daquele jeito com ninguém. Sem que ele soubesse, eu me apaixonava cada vez mais. Mostrou-me coisas que talvez nunca façam sentido algum senão pra mim &#8211; o caminho de sua casa, os enfeites da Avenida, as pessoas na rua, tudo parecia especial. E eu só queria estar lá mais vezes com ele. Muito mais. Acho que esse foi um dos momentos em que mais me perdi dentro de mim. Em que mais me entreguei ao sentimento. O trajeto entre os carinhos e a despedida. Mas acabou.<em><strong> &#8220;Entre Dos Aguas&#8221;, Paco de Lucia.<br />
</strong></em><br />
Acabou. Já estávamos há tempo demais parados na vaga de descarga, na porta do metrô. Passou da hora de ir embora. Eu hesitava: quando pensava poder sair do carro, um suspiro de qualquer um dos lados me colocava de volta pra dentro, beijando aqueles lábios enquanto o mundo lá fora desmoronava. É, chovia lá fora. E não nos importava nada. Uma buzinada. Soltei-o, abri a porta e fui embora. &#8220;Te amo&#8221;, teria dito, mas preferi calar. <strong><em>&#8220;La Ley Del Retiro&#8221;, Giulia y Los Tellarini</em></strong>.</p>
<p>Andar nunca foi tão engraçado. Sentia-me flutuando. Minha boca ainda tinha o gosto dele e eu queria mais. Não pensava em nada além dele. Queria saber o que tínhamos, mas também não queria saber de nada. Entrei no trem, sentei-me, segui viagem pensando nos <em>és</em> e nos <em>nãos</em> da minha vida até então. Nas frustrações que havia tido, nas que ainda podia ter. &#8220;Onde você estava, que não te encontrei antes?&#8221;, mandei por <em>sms</em>. &#8220;Eu estava aqui o tempo todo, só você não viu&#8230;&#8221;. Retrucar com Pitty é covardia. Derreteu-me. Chovia, eu tinha de correr pra casa. Tinha de ser natural. Estava sendo. Mas aquele cheiro ainda estava em mim&#8230;<strong><em> &#8220;Gorrion&#8221;, Juan Serrano.</em></strong></p>
<p>Minha parada. Desci a rampa, na chuva, correndo. Meia noite e dez. Àquela hora meu pai já deveria estar surtando no carro. Minha irmã tinha vindo com ele. Estava no banco da frente. Entrei atrás, acomodei-me. Sem que tivesse controle, saiu de mim um suspiro e um sorriso no canto dos lábios. Tainá virou para trás na hora. &#8220;Está apaixonada, Ni?&#8221;. &#8220;Não, não estou não, impressão sua. Impressão sua&#8230; Vamos logo&#8221;. <em><strong>&#8220;Big Brother&#8221;, The Stephane Wrembel Trio.</strong></em></p>
<p>Os cinco minutos a caminho de casa foram tensos. Não queria que ninguém soubesse da minha paixão. Ninguém. Fiquei calada. Já em casa, corri para o quarto. Um bom banho quente, um café, e eu já estava pronta para deitar. Não para dormir. Muito para mim, se querem saber. Não sei lidar com sentimentos. Passei a noite virando de um lado para o outro na cama, como se faltasse algo lá. E faltava. Estava mais claro do que nunca. O grande problema é que parecia faltar só pra mim. Eu e minha cabeça criativa: já fantasiava não-correspondências, abandono, imaginava não ser tão querida quanto queria. Mandei mensagem. Escrevi. Desejei um cigarro, desejei a morte, chorei. Eu sou assim, cheia de altos e baixos, quentes e frios, secos e molhados de uma hora para a outra. Quando vi, passava das três da manhã. Pesaram-me minhas responsabilidades, minhas alegrias, minhas tristezas. Odiei-me por ter entregue tão rápido meu coração nas mãos dele. Odiei-o por ter parecido não querer nada além do meu corpo. Odiei as faculdades, por não estar ainda de férias. Odiei o espelho e o relógio, que me diziam que era tarde. E então, de repente, eu já não estava mais ali. Então já era outro dia. <em><strong>&#8220;Asturias&#8221;, Juan Quesada.</strong></em></p>
<p>Engraçado como os dias, mesmo os mais grandiosos, são pequenos: cabem num CD.</p>
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		<title>Sobre Heloísas, Bentinhos e Tweets desesperados</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 03:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A imaginação foi a companheira de toda a existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo.&#8221; Dom Casmurro, Capítulo XL Daí que, assistindo Capitu, passou pela minha cabeça de novo algo que sempre passa quando leio Machado de Assis. É, eu não sou tão Heloísa quanto espalho por aí. Quer dizer, já matei um ou outro por .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm1.static.flickr.com/169/484420483_7bc5fb7960.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<blockquote><p>&#8220;A imaginação foi a companheira de toda a existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo.&#8221;</p>
<dl>
<dd style="text-align: right;"><em>Dom Casmurro, </em><em>Capítulo XL</em></dd>
</dl>
</blockquote>
<p>Daí que, assistindo Capitu, passou pela minha cabeça de novo algo que sempre passa quando leio Machado de Assis. É, eu não sou tão <a href="http://tvglobo.valeapenaverdenovo.globo.com/mulheresapaixonadas/category/a-historia/">Heloísa</a> quanto espalho por aí. <span style="text-decoration: line-through;">Quer dizer, já matei um ou outro por ciúme e tenho em minha lista mais umas duas ou três que não escaparão, mas, ah, isso é tão normal.</span> Posso até ser, na verdade, não sei. Mas o fato é que, ciumento por ciumento, eu estou muito mais para Bentinho.</p>
<p>Queria ser Capitu. Com os olhos de cigana oblíqua e dissimulada. Sim, aqueles olhos de ressaca. Aquele poder de mexer com um homem, de enlouquecê-lo, de fazê-lo servo. Mas eu sou Bentinho. O que consigo mesmo é me entregar, de repente. De repente, porque a situação sempre está ali por um bom tempo antes que eu a note de verdade. E aí, depois da entrega, resta criar em minha cabeça situações que podem ou não existir. Fantasiar o tempo inteiro que não sou boa o suficiente (e o que é ser boa o suficiente?), que alguém melhor vai levar o que é meu embora. E me corroer, sangrar, morrer por dentro. Sem fazer mal a ninguém, a não ser a mim mesma.</p>
<p>Mas nem todo mundo é assim. Minha irmã, hoje mesmo, mostrou que é muito diferente de mim. E foi dela que tirei a maior lição do dia. &#8220;Ele já disse &#8216;<em>eu te amo</em>&#8216; alguma vez?&#8221;, perguntou-me enquanto almoçávamos. &#8220;Sim. Quer dizer, isso foi antes de ficarmos, mas&#8230;&#8221; &#8211; nem me deixou terminar. &#8220;Se ele disse &#8216;<em>eu te amo</em>&#8216;, acredite. Você só precisa acreditar. Não ficar inventando milhares de possibilidades ridículas dentro da sua cabeça e enchendo o saco dele&#8221; (Ela ainda complementou com um &#8220;e nem adianta me olhar com essa cara de cachorro morto, é isso e ponto!&#8221;). Tudo bem, foi um tremendo desabafo (ela tem um namorado tão Bentinho quanto eu), mas não deixa de ter razão. O grande problema é que eu não tenho controle sobre isso (a ponto de minha irmã de <span style="text-decoration: line-through;">12 </span>13 anos estar me dando conselhos maduros enquanto eu, aos dezoito, às vezes choro pelos cantos por me sentir mal amada).</p>
<p>Não consigo não imaginar coisas, nem deixar de acreditar cegamente em cada uma delas. Não consigo parar de encontrar evidências e torná-las cada vez mais reais. É, sou convincente. Não venço meus argumentos, nunca. E aí, o que eu faço? Eu corro pro Twitter. Pro lugar mais errado possível. E eu despejo tudo lá. Minhas mágoas. Minhas obssessões. Se estou vidrada, se estou bêbada, se estou infeliz, se estou amargurada, se não sinto nada&#8230; Não importa. Eu sou realmente uma personagem. Meu livro está escrito em parágrafos de até 140 caracteres, pra qualquer um que peça permissão para me seguir. Pois é, pois é, pois é. Perdi a noção do perigo, deturpei o uso de uma ferramenta interessante e, ainda assim, sou eu, no final, a vítima da tragédia. Sei que não sou a única a fazer esse tipo de coisas, mas dói por dentro, vez por outra, quando ouço algum comentário ou crítica fervorosa a usuários compulsivos como eu. (Mentira, não me dói nada. Se não gosta de ler meus posts, não me siga &#8211; simples assim!).</p>
<blockquote><p>&#8220;Ora, há só um modo de escrever a própria essência, é contá-la toda, o bem e o mal.&#8221;</p>
<dl>
<dd style="text-align: right;"><em>Capítulo LXVIII</em></dd>
</dl>
</blockquote>
<p>No fundo, acho que seria menos feio ser Heloísa. Extravasar, gritar, esfaquear, correr atrás, enlouquecer. É, certamente. Mas eu só sei ser assim, quietinha. Cada descoberta (ou criação?) é uma nova punhalada que dou em mim mesma. Cada vez que encontro uma pista, meto-me mais pra dentro de mim. E eu não consigo (ou não quero, quem sabe?) mudar. Eu só sei ser assim, não sei dissimular nem esconder o que penso. Não tenho porque viver de meias verdades, ou dizer somente o que os outros querem ouvir.</p>
<p>Eu sou insuperavelmente piegas, possessiva, ciumenta, carinhosa e entregue. Mas não sou nada ingênua. Não sempre. A única coisa que me dá medo, de verdade, é essa minha mania Bentinho de me prender à minha versão da história. Sim, porque eu sinto que isso vai acabar me fazendo morrer sozinha. Não que eu tenha medo da solidão, não é isso. É só que eu acho-a desnecessária. (E que eu sonho ter alguém que, numa noite de frio, saia de debaixo do edredom, levante-se e calce em mim mais um par de meias, pra depois voltar pro quentinho da nossa cama e dormir abraçado comigo, trocando cheirinhos e um calor sem fim).</p>
<p>Mas o fim&#8230; Quem sabe do fim? Eu vou continuar escrevendo minha vida até o dia em que sentir que devo parar &#8211; ou até que a vida pare por mim. Bentinho ou  Heloísa, uma coisa é certa: eu me permito sentir, sem medo. E isso nem todo mundo consegue.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tudo acaba, leitor; é um velho truísmo, a que se pode acrescentar que nem tudo o que dura muito tempo. Esta segunda parte não acha crentes fáceis, ao contrário, a idéia de que um castelo de vento dura mais que o mesmo vento de que é feito, dificilmente se despegará da cabeça, e é bom que seja assim, para que se não perca o costume daquelas construções quase eternas.&#8221;</p>
<dl>
<dd style="text-align: right;"><em>Capítulo CXVIII</em></dd>
</dl>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Promessas de fim de ano</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 02:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acho que nem eu tenho noção do quanto mudei do começo do ano pra cá. Com o excesso de agitação no mundo real, eu acabei deixando minha vida virtual se banalizar completamente. Virou uma válvula de escape que saiu do controle,e, quando vi, twitter, blog, msn, orkut, tudo era muro das lamentações. Eu extrapolei os limites e, de uma forma ou de outra, por ter sempre muito a ler e/ou .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que nem eu tenho noção do quanto mudei do começo do ano pra cá. Com o excesso de agitação no mundo real, eu acabei deixando minha vida virtual se banalizar completamente. Virou uma válvula de escape que saiu do controle,e, quando vi,<a href="http://twitter.com/lovemaltine"> twitter</a>, blog, msn, orkut, tudo era muro das lamentações. Eu extrapolei os limites e, de uma forma ou de outra, por ter sempre muito a ler e/ou a fazer, virei uma usuária fútil daqui. Sabe, do tipo desprezível. A Ariane criativa, dinâmica, estudiosa, antenada, que até apareceu várias vezes esse ano! (vide a idéia do vitroleiros.org, às fotos e algumas saidas) deu lugar maior à Ariane mimimizeira e ranzinza que fica o dia todo falando muito e fazendo pouco por si mesma. Quero e vou mudar isso. Segunda-feira é minha última prova, teoricamente (não sei se pegarei exames ou recs, enfim), e eu pretendo mudar de vida (não, eu não largarei minhas contas em lugar nenhum e nem pretendo deixar de ser eu mesma nelas &#8211; vou ser como sempre fui!): fazer layout decente pro blog, procurar emprego, estudar mais e melhor (é, vou trancar a usp e voltar só depois de terminar jornalismo!), sair mais, viver um pouco além do que a internet me leva. Sim, porque, numa conversa de bar esses dias, descobri que tudo que tenho começou aqui.</p>
<p>Essa é uma daquelas promessas (ou um daqueles planos, anyway) de final de ano. Mas não é daquelas que a gente faz e joga no limbo pra um dia falar &#8220;Putz! Já quis fazer isso um dia!&#8221;. Não, essa é uma das que começo desde agora a cumprir. Quero fazer o que me dá prazer, descobri relendo Cibercultura para uma prova de Teoria da Comunicação. Não vou explicar aqui as coisas que passaram pela minha cabeça, só o que preciso dizer é que, como diz minha mãe, se eu gosto tanto de uma área, se vivo dela e para ela, então por que diabos eu não vou trabalhar com ela? É, dessa vez tenho o apoio da minha mãe. E que venha o fim de ano, o Natal, perder peso, arrumar emprego, comprar uma câmera, desencalhar (carência mata, mano!), e, por hoje, aprender tudo sobre cibercultura porque amanhã tem a prova da minha vida. OI? hahaha.</p>
<p>É, eu vou viver um dia de cada vez, como sempre fiz. Mas não posso deixar de pensar no futuro, não.<br />
Porque eu quero poder olhar pro passado e me sentir feliz, como me senti hoje.<br />
E não dá pra ser feliz olhando pra um passado inútil ou vazio&#8230;<br />
Por enquanto, o mantra ainda é #TVP&#8230;</p>
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		<title>Seja breve</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 02:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[- Pra mim era só mais um follower no meio dos 500 e tantos. Só mais um leitor do meu twitter, que se divertia rindo das minhas trapalhadas no começo, e, com o tempo e a afinidade, acabou não ligando pro mar de lamúrias em que aquilo se transformou. Mas só pra mim, e isso é que é engraçado. É que foi inesperado. Imprevisível. Foi estranho, não tem como dizer .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>-</p>
<p>Pra mim era só mais um follower no meio dos 500 e tantos. Só mais um leitor do meu twitter, que se divertia rindo das minhas trapalhadas no começo, e, com o tempo e a afinidade, acabou não ligando pro mar de lamúrias em que aquilo se transformou.</p>
<p>Mas só pra mim, e isso é que é engraçado.</p>
<p>É que foi inesperado. Imprevisível. Foi estranho, não tem como dizer que não.<br />
Foram fugas, atrasos, foram idas minhas e vindas dele sem que nada fizesse o menor sentido.</p>
<p>Daí, um dia, de repente, ele me pegou no susto.<br />
E eu, de tão perdida, só me entreguei. Assim, de primeira.<br />
No começo, ficou tudo agitado dentro de mim. Confuso.<br />
Mas depois eu simplesmente quis entender o porquê de ter fugido de algo que me faz tão bem.<br />
Sim, algo que, se eu soubesse que me mudaria tanto, já teria arriscado antes.</p>
<p>Já não fico rabugenta por aí. Ando saltitante, cantando, <em>accidentally in love, accidentally, iiiiinn loooove.</em><br />
São olhares doces, palavras ternas, mensagens, saudades, é sempre o toque que acalma.<br />
E a pergunta, a que não queria calar, ele respondeu com exatidão.<br />
Onde estava durante todo esse tempo?</p>
<blockquote><p><em>eu estava aqui o tempo todo, só você não viu&#8230;</em></p></blockquote>
<p>Eu só tenho um problema agora: Preciso aprender a ser breve. É, porque chove lá fora.<br />
Tem pessoas ao redor, embora pareça que o mundo somos nós dois. E o pisca alerta não resolve tudo. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>&#8212; Sorte de hoje:</strong> O melhor presente que você pode dar é um abraço: ele é tamanho único, e ninguém vai se importar se você quiser devolvê-lo</p>
<p>[Quero ele aqui comigo, comofas//]</p>
<p>(me deixa que hoje eu tô mimimi. =P)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Delírios e Bizarrices</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 18:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acordei com o celular tocando às 4h20 da manhã. Basicamente aquilo que tive vontade de fazer ontem e não fiz. Foi meio que uma troca, ou até mesmo um compartilhamento. O sonho veio aqui ontem, foi lá hoje. Ambos tivemos a mesma sensação &#8211; ou não. Só sei que essas coisas me dão medo. Mas eu acho engraçado como tudo tem acontecido. A vida é engraçada, até quando é surreal. .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordei com o celular tocando às 4h20 da manhã. Basicamente aquilo que tive vontade de fazer ontem e não fiz. Foi meio que uma troca, ou até mesmo um compartilhamento. O sonho veio aqui ontem, foi lá hoje. Ambos tivemos a mesma sensação &#8211; ou não. Só sei que essas coisas me dão medo. Mas eu acho engraçado como tudo tem acontecido. A vida é engraçada, até quando é surreal. Alguém que nunca vi como se tivesse visto mais do que deveria. E vice versa. Ou não. E, só pra constar, não macumbei ninguém. É, no máximo, sintonia mesmo.</p>
<p> </p>
<p>(Sabe o que me deixa feliz? Bem ou mal, eu existo pra ele tanto quanto ele pra mim. É tão ruim quando a existência se limita a um dos lados&#8230; Aliás, não é que seja ruim, é que, quando é de um lado só, simplesmente não é. É isso: não é.)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prazeres Amélie Poulain</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 19:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[. Às vezes, no meio de toda agitação, de todo trabalho, bate o cansaço. A vontade de ir embora. De estar longe. É, eu queria estar longe daqui. Hoje, olhar o mundo com os olhos dos outros foi minha única forma de fugir. E fez um bem&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>.</p>
<p>Às vezes, no meio de toda agitação, de todo trabalho, bate o cansaço. A vontade de ir embora. De estar longe. É, eu queria estar longe daqui. Hoje, <a href="http://flickr.com/photos/lovemaltine/favorites/">olhar o mundo com os olhos dos outros</a> foi minha única forma de fugir.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1363" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/11/image1.png" alt="" width="494" height="494" /></p>
<p>E fez um bem&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre ideologias e picaretagem</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 02:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[          Didn’t teach me how to love They say they have their reasons All coming from above You can forget the seasons inside your factory There&#8217;s one thing they can&#8217;t teach you is how to feel free And stand alone in a beautiful world We have to respond&#8230; Schools are prisons Forget the seasons Schools are prisons Schools are one of the reasons for this waste .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<blockquote><p><strong>Didn’t teach me how to love</strong><br />
They say they have their reasons<br />
All coming from above<br />
You can forget the seasons inside your factory<br />
<strong>There&#8217;s one thing they can&#8217;t teach you is how to feel free</strong><br />
And stand alone in a beautiful world<br />
We have to respond&#8230;<br />
<strong>Schools are prisons<br />
Forget the seasons</strong><br />
Schools are prisons<br />
<strong>Schools are one of the reasons for this waste of the spring</strong><br />
And where to begin <br />
Outside or within<br />
<strong>It took the best years of my life<br />
And made it so I couldn’t decide</strong><br />
Statistic as in prisons<br />
Statistic as in life</p>
<p style="text-align: right;"><em>Schools Are Prisons, Sex Pistols</em></p>
</blockquote>
<p> </p>
<p>Beatniks, Hippies, Punks, Grunges e alguns minutos de discussão depois&#8230; </p>
<p>&#8220;Parabéns, meninos, aprendi muito hoje. Deram aula melhor que eu!&#8221;</p>
<p>Valeram a correria,  o estudo, a dedicação e até alguns dos infortúnios, sinceramente. É verdade que ouvir isso de alguém que <span style="text-decoration: line-through;">dá aulas baseado na wikipédia  </span>costuma ser bem crítico nem foi tão legal assim mm1&#8230;</p>
<p> </p>
<p>&#8230; <strong>NOT</strong>!!! :B foi sim. loko</p>
<p>OK , OK, Voltarei ao trabalho. As coisas estão correndo bem, sim&#8230; Bem! =)</p>
<p>Logo menos eu volto pra contar a história, com direito a novidades! :B</p>
<p> </p>
<p>ps: <em>Saudades incríveis da minha Florzinha. É, a correria não me dá tempo nem pra ver meus amores.</em></p>
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		<title>Me procura ali&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 13:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230;. que eu com certeza tô perdida no meio delas.   (Periga cair, mas a esta altura eu não tô nem ligando&#8230;)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2379/2563553205_43770b160b_o.jpg" alt="" width="448" height="299" /></p>
<p>&#8230;. que eu com certeza tô perdida no meio delas.</p>
<p> </p>
<p>(Periga cair, mas a esta altura eu não tô nem ligando&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terapia do Riso</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 03:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[          22h40 &#8211; ligação inesperada de um Guerrero faminto Quarterão depois das dez desabafos e piadas conversa sóbria gargalhadas no sofá coca-cola inacabada trilha sonora de banheiro dividindo guarda-chuva terminal Lapa indo embora   o terno adeus: não obrigação, prazer, somente.   Ela tem um amigo! (quem cuida de quem?)   Indaiatuba ou Irlanda, há o silêncio das saudades antecipadas, (que tal desligar o relógio, esquecer .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>22h40 &#8211; ligação inesperada de um Guerrero faminto</p>
<p>Quarterão depois das dez<br />
desabafos e piadas</p>
<p>conversa sóbria<br />
gargalhadas no sofá</p>
<p>coca-cola inacabada<br />
trilha sonora de banheiro</p>
<p>dividindo guarda-chuva<br />
terminal Lapa indo embora<br />
 </p>
<p>o terno adeus:</p>
<p><strong>não obrigação, prazer, somente</strong>.</p>
<p> </p>
<p>Ela tem um amigo!</p>
<p>(quem cuida de quem?)</p>
<p> </p>
<p><em>Indaiatuba ou Irlanda, há o silêncio das saudades antecipadas,<br />
(que tal desligar o relógio, esquecer dos problemas?)</em></p>
<p>(é que um &#8220;vamos aproveitar ao máximo nosso fim de ano&#8221;<br />
nunca soou tão decisivo.)</p>
<p>o fim&#8230;</p>
<p>o fim é SEMPRE decisivo.<br />
mesmo para <a href="http://umindeciso.blogspot.com">um indeciso</a> tão perdido no mundo.</p>
<p>aaaaaaaaai como eu amo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>tinha uma Flor no meio do caminho</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 03:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[      Eu nunca gostei de flores. Embora sempre as achasse aparentemente bonitas, elas não me impressionavam, não me chamavam a atenção. Minha mãe, que tem um lado pintora, ficava abismada toda vez que começava uma tela &#8211; ela sim adorava flores! &#8211; e eu não dava opinião, simplesmente porque não achava graça.    Daí que um dia, caminhando pela vida sem prestar muita atenção em nada, eu encontrei .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1290" title="1213808871167_f" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/10/1213808871167_f.jpg" alt="" width="500" height="329" /></p>
<p> </p>
<p><strong>Eu nunca gostei de flores.</strong> Embora sempre as achasse aparentemente bonitas, elas não me impressionavam, não me chamavam a atenção. Minha mãe, que tem um lado pintora, ficava abismada toda vez que começava uma tela &#8211; ela sim adorava flores! &#8211; e eu não dava opinião, <strong>simplesmente</strong> porque<strong> não achava graça. </strong></p>
<p> </p>
<p>Daí que um dia, caminhando pela vida sem prestar muita atenção em nada, <strong>eu encontrei uma Flor. </strong></p>
<p>(Não que devesse haver algo de especial nisso, não. <strong>Era mesmo pra ser só mais uma flor no meio do caminho.</strong> Mas não. Essa era especial. Me chamava atenção. Não me deixava ir, mesmo sem querer que eu ficasse.)</p>
<p>E havia entre nós barreiras. Não poucas. <strong>Barreiras estranhas e invisíveis</strong> &#8211; o tempo, por exemplo. Por algum motivo, aquela flor e eu vivíamos em estações diferentes. Eu no inverno, ela no verão. <br />
Mas sempre tive esperança de que um dia coincidissem nossas primaveras.</p>
<p> <br />
Então, sem poder tocar a Flor ou levá-la para minha casa, com medo de ferí-la, eu passava por ali todos os dias. O que era um caminho aleatório tornou-se obsessão. O que era apenas uma Florzinha tornou-se paixão.<br />
 </p>
<p>E eu decidi que poderia esperar. Não me cansava dela. <strong>Daquele pedacinho branco do mundo que acendia em mim mais amor até do que paz.  </strong></p>
<p>Decidi que estaria ali, mesmo que a Flor nem soubesse da minha existência. Falhei, é fato. Estive durante tanto tempo cercando a pobrezinha que ela me notou, num dia qualquer, por culpa de um pequeno <strong>Erro: </strong>quase sufoquei-a de tanto olhar, mais perto, mais perto, mais perto&#8230;</p>
<p> <br />
E quando pra mim fazia sol, para ela chovia. <strong>Quando para mim eram cinzas, pra ela era carnaval. </strong>Cansada de tentar com o Universo uma maneira, um acordo, um modo de estar com a Flor por completo, sem medo de tocá-la, cheirá-la, dedicar minha vida a regar e dar carinho a ela, simplesmente sentei a seu lado e fiquei. Sentei pra esperar. </p>
<p> </p>
<p><strong>E ainda estou aqui.</strong> Acredito que, um dia, quando eu acordar de um desses inevitáveis cochilos que dou ao observá-la, linda, dormindo, será a nossa primavera. E não haverá barreiras, nem distância, nem medo ou empecilhos. Vou poder pegá-la nas mãos com carinho e, sem arrancar-lhe as pétalas, contar uma por uma, &#8220;bem-me-quer, mal-me-quer, &#8230;&#8221;</p>
<p>Parece que essa Flor mexeu em algo dentro de mim que há muito estava adormecido.<br />
 </p>
<p>Pra falar a verdade, eu ainda não gosto tanto de flores. Mas a visão delas, seu perfume, sua delicadeza, tudo isso me lembra  a minha Flor. A Flor que nem minha é, mas que um dia tomou-me para si. É, sou mais dela que de qualquer um.</p>
<p> </p>
<p>E só isso é o suficiente para que eu veja nas flores, hoje, uma beleza incomum.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Construção</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 15:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tô juntando os tijolinhos aqui. Daqui a pouco eu preparo o cimento e vou colocando, um a um, os blocos no lugar. Logo logo, Minha vida tá pronta de novo.   Obrigada pelos comentários, mensagens em pvt, twittadas, scraps, broncas no msn, demonstrações de carinho. Ajudaram muito. Agora estou tomando força e vou ficar bem, eu juro. (:   Obrigada mesmo. Não imaginei que pudesse receber tanto carinho assim&#8230; Parece .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tô juntando os tijolinhos aqui. Daqui a pouco eu preparo o cimento e vou colocando, um a um, os blocos no lugar. Logo logo, Minha vida tá pronta de novo.</p>
<p> </p>
<p>Obrigada pelos comentários, mensagens em pvt, twittadas, scraps, broncas no msn, demonstrações de carinho. Ajudaram muito. Agora estou tomando força e vou ficar bem, eu juro. (:</p>
<p> </p>
<p>Obrigada mesmo. Não imaginei que pudesse receber tanto carinho assim&#8230; Parece que as pessoas gostam dessa gordinha. hahaha :*</p>
<p> </p>
<p>Logo menos eu arrumo toda essa bagunça do blog. É que minha vida tá uma bagunça ainda maior&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diálogo da madrugada</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 21:40:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[- Você é um barato&#8230; - Sou? - Sim&#8230; A identidade secreta de Ariane&#8230; Bom nome pra livro, hein? - (Risos) O Fantástico Mundo de Ariane, seria o livro. Um mundo nada fantástico, a não ser pelo fato de que é só meu e que, embora todos possam ver, ninguém é capaz de compreender por completo &#8211; porque só eu sei o que há dentro de mim (ok, às vezes .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>- Você é um barato&#8230;<br />
- Sou?<br />
- Sim&#8230; <em>A identidade secreta de Ariane</em>&#8230; Bom nome pra livro, hein?<br />
- (Risos) <em>O Fantástico Mundo de Ariane</em>, seria o livro. Um mundo nada fantástico, a não ser pelo fato de que é só meu e que, embora todos possam ver, ninguém é capaz de compreender por completo &#8211; porque só eu sei o que há dentro de mim (ok, às vezes nem eu!).<br />
- Sim&#8230; Seria um bom livro&#8230; Eu iria ler, sem dúvidas.<br />
- Seria um livro difícil de ler. Sem um final plausível.<br />
- Não creio. Você se despedaça&#8230; Não entendo o porquê disto.<br />
- As coisas ficam mais simples quando fragmentadas. De entender. De enxergar mais de perto.<br />
- Mas eu acho que às vezes você pega pesado&#8230; E parece não querer enxergar o que de fato é&#8230; Talvez, acreditando no dia em que não mais existirá, aqui&#8230; E não terá que olhar para as pessoas que te conhecem&#8230; Como forma de fuga&#8230; desespero&#8230; Ou mero complexo consigo mesma&#8230;<br />
- &#8230;<br />
- Me perdoe se falei o que eu achooo&#8230;<br />
- Você sempre deve falar o que acha&#8230; Eu sempre falo.<br />
- Eu também&#8230; (pausa) Quero fugir daqui&#8230;</p></blockquote>
<p>14 minutos que mexeram com toda a minha percepção pessoal&#8230; (E que têm tudo a ver com essas minhas mudanças atuais. Ou não).</p>
<p> </p>
<p>E veja só; eu não sou a única pessoa querendo fugir. ;~</p>
<p> </p>
<p>Tem gente que faz um bem danado estando na nossa vida. Mesmo sem nem ver&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Luíza</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 04:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Por ela é que eu faço bonito Por ela é que eu faço o palhaço Por ela é que saio do tom E me esqueço no tempo e no espaço Quase levito Faço sonhos de crepon E quando ela está nos meus braços As tristezas parecem banais O meu coração aos pedaços Se remenda prum número a mais Por ela é que o show continua Eu faço careta e trapaça .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p> <font size=1px><em>Por ela é que eu faço bonito<br />
Por ela é que eu faço o palhaço<br />
Por ela é que saio do tom<br />
E me esqueço no tempo e no espaço<br />
Quase levito<br />
Faço sonhos de crepon</em></p>
<p><em>E quando ela está nos meus braços<br />
As tristezas parecem banais<br />
O meu coração aos pedaços<br />
Se remenda prum número a mais</em></p>
<p><em> </em><em>Por ela é que o show continua<br />
Eu faço careta e trapaça<br />
É pra ela que faço cartaz<br />
É por ela que espanto de casa<br />
As sombras da rua<br />
Faço a lua<br />
Faço a brisa<br />
Pra Luisa dormir em paz</em></font></p>
<div style="text-align: right;"><em>Chico Buarque e Francis Hime</em></div>
<p> </p></blockquote>
<p align=justified>
Nós três jogados no confortável sofá por onde pairava a fumaça dos não sei quantos cigarros espalhados pelo mezanino. Eu, bêbada das circunstâncias, tentava me desviar ao máximo das doses de vodca, tequila, cerveja e wisky alheias – embora elas viessem de todas as direções – enquanto comentávamos insistentemente sobre cada detalhe que passava por nossos olhos. “Um pouco mais de gelo?” Acho que eu não estava lá, só meu corpo. Na verdade, na maior parte do tempo, faço questão de transportar espaço/companhias para o meu mundo. No meu mundo aquilo tudo era diferente. O lugar podia até ser o mesmo, mas não havia aquela música que eles chamavam ambiente. No meu mundo, <em>ele</em> não seria tão <span>desinteressado</span>, nem eu desinteressante. No entanto, estávamos ali: pessoas desconhecidas, a melhor amiga, <strong>o impossível</strong> <em>affair</em> e eu, estado total de deprimência, fugindo completamente da rotina e do <em>script</em>, assustando todo e qualquer ser acostumado a me ver sempre fechada e certinha no meu canto. “Eu pego uma coca-cola pra você”.</p>
<p>Depois de um tempo distribuindo <span>sorrisos amarelos </span>e alguns “o pessoal não vem?”, não sei ao certo em que ponto da noite, Hugo resolveu aparecer. Sorria, trazia (ainda mais) cigarros, perguntava se estávamos ali há muito tempo, se tínhamos idéia de onde estavam os meninos, se isso, se aquilo, pura função fática e tentativa de enquadramento no ambiente. Chamou-me para dar uma volta, fomos ao andar de baixo buscar um drinque. Momento de jogar conversa fora. “Ah, eu tenho certeza que ele já ficou com ela&#8230; Eles combinam, não é legal?”. <em><span>Não</span>, não é</em>, <strong><span>ele é meu</span></strong>. Não respondi, mas deu vontade. Na verdade, às vezes eu até consigo não falar o que penso – embora na maior parte delas eu me dedique a falar e fazer tudo o que me dá vontade. E a vontade agora era ser engolida por toda a fumaça do mundo. Mas foi por pouco tempo – logo que subimos, chegaram os outros.</p>
<p>Agora estávamos completos, não chegaria mais ninguém. Éramos então nove – André, Bruno e seu amigo, Fernando, Henry, Hugo, Ricardo, Tory e eu. Basicamente, o canto esquerdo do fundão do JoC. E aí, já defumada e mais alta que o normal com a alegria alheia, presenciei tequilas num gole só, mendicância de cigarros, piadas infames, xavecos insólitos, desabafos, intimidades desgastantes.<br />
“Ai, você precisa ter menos pudor”. O vestido subindo e descendo de acordo com as mãos que o tocavam. Alguns rasgos na meia arrastão. Henry indo embora por culpa da maldita lei seca. A dona da festa sorrindo pra todos, num equilíbrio entre a falta de sobriedade e a alegria sincera de ver que a festa não havia miado. “Você ficou linda de franjinha, estou apaixonado” e outras pérolas. A vergonha alheia veio antes da vergonha pessoal, ainda bem. E, dentre mortos e feridos, salvaram-se todos.<br />
<em>Ele </em>foi embora com outra. Eu, para variar, fui assediada por um idiota. Ficamos em seis &#8211; fechamos um táxi por R$25 a rodada até Sumaré. Bruno dormindo no meu colo, Tory entre o meu e o do Ladeira, Capiau rindo horrores em seu canto, o idiota na frente com o Taxista. “Não sei, você me quer com ou sem pênis?” e “Ninguém aqui gosta de você” – porque a vida é uma escola e eu, embora bem tosca, também tenho meus aluninhos – foram as aspas que fecharam a noite pública com chave de ouro. Ah! E como me orgulho delas&#8230;</p>
<p>Nós duas deitadas lado a lado na cama, cansadas e (in)conformadas. Madrugada daquelas que qualquer um gostaria de ter todos os dias: momento de ouvir e ser ouvida, não importa qual a pauta. E aí, nem preciso dizer, a pauta foi totalmente previsível. A noite, as aspas, a vergonha alheia, os corações, os malditos homens, as vontades, os erros, os acertos, as dúvidas. Coisa de mulherzinha, com direito a conselhos e planos.Com direito a balanço físico e emocional. Mensagem de texto ctrl+C e ctrl+V fazendo vibrar o celular das duas. Resposta coletiva. (Não sabíamos se era pra rir ou pra chorar.) De repente, de um segundo pro outro, simplesmente nos cobrimos, apagamos a luz, e começamos a (tentar) dormir.</p>
<p><strong>Maldita esperança acumulada, maldita proximidade venenosa, maldito sorriso lindo que ele tem.</strong> Sonhei a noite toda com o que podia ter sido e não foi (e ficadicaprasempre: nunca vai ser), acordei repetidas vezes pronta a escrever um manual de &#8220;como se deixar iludir repetidas vezes por alguém que nem olha pra você&#8221;, mas não tinha papel e meu notebook estava em casa; portanto perdi a obra da minha vida. (Ok, exagerei). Entre resmungos, roncos alheios, deprimências e passarinhos, dormimos até que o telefone – lá pelas 14h do sábado – nos fez pular da cama.</p>
<p>&#8220;Janta&#8221; no café da manhã. Sem ressaca, o que é pior. &#8220;Mora Na Filosofia&#8221;. A dedicatória mais linda que eu já vi. &#8220;Um Copo de Cólera&#8221;. Amy Winehouse. Ressaca moral tardia por, talvez, excesso de sobriedade. Dores de cabeça, &#8220;I Will Survive&#8221;. Alguém por favor me ensina a voltar no tempo? Planos, Personare, dúvidas.</p>
<p>(E agora eu estou aqui. Chove lá fora. O relógio marcando 00h53. Podia estar dormindo, mas sabia que não conseguiria enquanto não me aproveitasse do silêncio pra dizer o quanto gostei desse fim de semana em algum lugar. A cada dia eu tenho mais certeza de que tenho pessoas especiais ao meu redor. E de que só atraio losers e afins. Acho que não cansei de sonhar ou me iludir, não. Não tem doído como doía antes, não sou mais criança. Cada dia sei melhor em que terreno estou pisando ou a quem devo ou não ouvir. E o melhor disso tudo é que, não importa como nem quando, eu fiz amigos de verdade. Pessoas sem as quais eu já não me vejo. E eu não me canso de ouvir Vinícius de Moraes sussurrando em meu ouvido: “Que não seja imortal – posto que é chama; mas que seja infinito enquanto dure”. Ah, como sou piegas! E quem liga?)</p>
<p>Entoe o mantra: Ela vai se livrar dos ordinários&#8230;<br />
(Bora lá, galere! Entoem e mentalizem minha face, pra ver se ajuda&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Automatic Flowers</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 15:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porque hoje o @willpubli me definiu melhor que qualquer um quando me mandou essa música. E eu acho muito digno registrar. And Sara thinks she&#8217;s died here once before She&#8217;s crazy A pop-up book, of flowers from grade 4 Are driving her insane No one knows why She&#8217;s sad tonight No one can help her find Crying crying, she couldn&#8217;t afford the view Crying crying, these automatic flowers won&#8217;t do .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque hoje o @<a href="http://willpubli.blogspot.com">willpubli</a> me definiu melhor que qualquer um quando me mandou essa música. E eu acho muito digno registrar. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="BlipEmbedPlayer" height="150" width="100%" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/swflash.cab"><param name="movie" value="http://blip.fm/_/swf/BlipEmbedPlayer.swf" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="FlashVars" value="blipId=506279" /><embed src="http://blip.fm/_/swf/BlipEmbedPlayer.swf" quality="high"height="150" width="100%" name="BlipEmbedPlayer" align="middle"play="true"loop="false"quality="high"allowScriptAccess="always"type="application/x-shockwave-flash"pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer"wmode="transparent"flashVars="blipId=506279"></embed></object></p>
<blockquote><p><em>And Sara thinks she&#8217;s died here once before<br />
She&#8217;s crazy<br />
A pop-up book, of flowers from grade 4<br />
Are driving her insane<br />
No one knows why<br />
She&#8217;s sad tonight<br />
No one can help her find</p>
<p>Crying crying, she couldn&#8217;t afford the view<br />
Crying crying, these automatic flowers won&#8217;t do</p>
<p>Another brick<br />
Another window frames confusion<br />
Her garden blooms<br />
But Sarah can&#8217;t see straight<br />
She&#8217;s drinking herself blind</p>
<p>No one knows why<br />
She stares outside<br />
No one can help her find</p>
<p>Crying crying, she couldn&#8217;t afford the view<br />
Crying crying, these automatic flowers won&#8217;t do</p>
<p>She never admitted<br />
She never considered<br />
That she always means better<br />
She&#8217;s wasting all her time</p>
<p>Crying crying, she couldn&#8217;t afford the view<br />
Crying crying, these automatic flowers won&#8217;t do<br />
These automatic flowers won&#8217;t do<br />
Flowers won&#8217;t do</em></p></blockquote>
<div></div>
<p>Não é legal como são as pessoas que a gente menos imagina que têm a melhor percepção ao nosso respeito?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre amigos e felicidade</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 03:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não lembro sequer mais ou menos em que ponto da viagem foi que engatei essa idéia. Mas ela apareceu, ali, no metrô, e ficou me atormentando. Atormentando não, que não era um pensamento ruim. Simplesmente ficou sussurrando no meu ouvido. “Você ama – e é amada”. Poucas vezes na minha vida (se eu digo poucas é porque são poucas MESMO) eu tive essa sensação. Esse tipo de insight aleatório de .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/09/pessoas-normais-091ddd-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" align="right" /></p>
<p class="MsoNormal">Não lembro sequer mais ou menos em que ponto da viagem foi que engatei essa idéia. Mas ela apareceu, ali, no metrô, e ficou me atormentando. Atormentando não, que não era um pensamento ruim. Simplesmente ficou sussurrando no meu ouvido. “Você ama – e é amada”.</p>
<p class="MsoNormal">Poucas vezes na minha vida (se eu digo poucas é porque são poucas MESMO) eu tive essa sensação. Esse tipo de <em>insight </em>aleatório de “Porra, como eu gosto de fulano!”. Sim, são poucas as pessoas sem as quais eu não consigo viver. Ou eram poucas, que hoje me dei conta de que gosto de muito mais gente do que imaginava.</p>
<p> </p>
<p>Da minha família eu nem preciso falar. São meu sustento, meu ânimo de todos os dias. Não, não estoufalando <em>desse</em> amor <em>especificamente</em>. Estou falando do amor de <strong><span>amigo</span></strong>. Daquele que vem à tona cada vez que eu dou risada – <span style="text-decoration: underline;">e como eu dou risada!</span> – ou que eu sinto vontade de chorar ou me defenestrar. Eu falo das vezes em que ouço qualquer nota do violão e, sem nem ver, já estou pensando na <a href="http://enoughtabout.wordpress.com">Clarinha</a> e na <a href="http://posttudo.wordpress.com">Tory</a>. Das vezes em que vejo um clipe novo e tenho vontade de ligar para o Adam no meio da madrugada pra contar pra ele o como eu achei legal – e é sempre mais ou menos nessa hora que ele, surpreendentemente, aparece online cheio de amor e <img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/09/fran-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" align="left" />atenção pra dar, numa sintonia assustadora. Falo das vezes em que ouço <em>Ludov</em> ou <em>Vanguart </em>e fico lembrando das noites insanas que vivi ao lado do <a href="http://umindeciso.blogspot.com">Bruno Guerrero</a> (noites responsáveis por uma porção de carinho que só cresce e um respeito sem tamanho); das vezes em que abro o <em>e-mail</em> e fico triste porque não tem nenhum texto novo do <a href="http://negaomalandro.blogspot.com">Brunella</a> ou nenhuma resposta do <a href="http://focaleando.blogspot.com">Ferrari</a> (é, porque as pessoas de que gosto às vezes se esquecem de mim!). Eu acho engraçado como até quando eu falo uma gíria ou uma expressão aleatória eu lembro de alguém – <em>ficadica,</em><a href="http://skellysoffice.blogspot.com"> Fran</a>. Daí que deviants me lembram o <a href="http://leonardoatorama.wordpress.com">Leo</a>, e toda vez que o celular vibra eu penso no <a href="http://omarxarifado.wordpress.com">Omar</a>. Tem também a incrível historia de como o shuffle sempre faz “Carinhoso” tocar quando tem algo acontecendo com o <a href="http://flickr.com/andreol">André</a>, tipo um sinal. E eu não posso ver uma banca de jornal sem ter imediatamente uma visão do Capiau. Não tem como ouvir Chico sem lembrar da Luiza, nem pensar em bebedeira e não associar à Marcelli. Aliás, toda vez que eu falo alguma besteira, me vem a imagem do Matheus: “Essa Ariane&#8230; Só atiça, fazer que é bom&#8230;”.</p>
<p class="MsoNormal"><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/09/oiq2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" align="left" />Enfim, poderia ficar a madrugada aqui listando pessoas de quem me recordo o tempo todo. O mais engraçado é que, além de não ter tanto contato com algumas delas, eu tenho muita dificuldade de demonstrar o que sinto pelas outras (talvez porque nem eu mesma saiba o que sinto). Mas é engraçado como, de repente, no metrô, enquanto cantava<em> All My loving </em>e ria sozinha de mais um dia de trabalho que levou minha saúde e minha boa vontade embora, eu ouvi “Você ama – e é amada” vindo direto do inconsciente. Eu sei que não sou amada por todos eles, talvez nem pela metade. Mas amá-los já me faz bem o suficiente para me fazer seguir. Eu tenho pessoas de quem devo cuidar (embora, na maior parte do tempo, sejam eles que cuidem de mim), isso é que muitas vezes me impede de encher a cara de comprimidos ou simplesmente pular na linha do trem (sim, é escroto, mas já pensei em fazer isso).</p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">Ok, há certas coisas inexplicáveis, como ficar pensando em <a href="http://anderssauro.com">pessoas que não estão aqui</a>, <a href="http://farofeiros.com.br">que eu nunca imaginei que fosse conhecer</a>, que são <a href="http://willpubli.blogspot.com">fofas gratuitament</a>e, ou mesmo nas que me maltratam o tempo todo. Mas se essa é minha forma de ser feliz, é assim que vai ser. Pelo menos por enquanto.</p>
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		<title>As mais belas do Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 20:16:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sim, estou viva. Apesar de estar tomando bem mais que um créu por dia, merecidamente (afinal, eu BEM poderia ter estudado MAIS antes). Enfim, hoje é #emoday e eu quero fazer minha contribuição (EU VOU FAZER, AGUARDEM!) com alguns trechos de #meupassadomecondena. Hahaha. Pra agora, só vim contar que o fofo do @kaiserlino fez um ranking das 10 mais belas mulheres do twitter e &#8211; WOWWWW &#8211; eu estou lá! .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, estou viva. Apesar de estar tomando bem mais que um créu por dia, merecidamente (afinal, eu BEM poderia ter estudado MAIS antes).</p>
<p>Enfim, hoje é #emoday e eu quero fazer minha contribuição (EU VOU FAZER, AGUARDEM!) com alguns trechos de #meupassadomecondena. Hahaha.</p>
<p>Pra agora, só vim contar que o fofo do @<a href="http://www.dkcell.com.br/">kaiserlino</a> fez um ranking das <a href="http://www.dkcell.com.br/design/2008/twitterbrazilians-comunidade-de-brasileiros-no-twitter-e-as-mais-belas/">10 mais belas mulheres do twitter</a> e &#8211; WOWWWW &#8211; eu estou lá! Tudo bem que faltaram muitas muitas muitas mulheres lindas<span style="text-decoration: line-through;"> e sobraram algumas, inclusive eu</span>. Mas foi um post fofo e eu acho digno vocês darem uma olhada. </p>
<p> </p>
<p>Agora eu vou. Assim que terminar os trabalhos de hoje volto aqui.</p>
<p> </p>
<p>Beijos ^^</p>
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		<title>Toca, Raul!</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 08:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#CásperLíbero]]></category>
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		<description><![CDATA[05:24AM. Casa da Tory. Quarto da Tory. Cama da Tory. Notebook&#8230; da Tory. Ao meu lado dormem Tory, Clara, Leonardo. Uns roncam, outros apenas respiram sossego depois de um dia divertido e certamente agitado. Eu nãoconsigo dormir. Desligar da agitação. Tem certas coisas que não mudam nunca. Pelo menos tenho me sentido à vontade com pessoas. Já é bem melhor. Tendência deveras desagradável a ficar ouvindo barulhos à noite. Os .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>05:24AM. Casa da Tory. Quarto da Tory. Cama da Tory. Notebook&#8230; da Tory.</p>
<p>Ao meu lado dormem Tory, Clara, Leonardo. Uns roncam, outros apenas respiram sossego depois de um dia divertido e certamente agitado. Eu nãoconsigo dormir. Desligar da agitação. Tem certas coisas que não mudam nunca. Pelo menos tenho me sentido à vontade com pessoas. Já é bem melhor.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://spe.fotologs.net/photo/14/8/16/dramatic_sins/1221981800176_f.jpg" alt="" width="499" height="667" /></p>
<p>Tendência deveras desagradável a ficar ouvindo barulhos à noite. Os passarinhos lá fora, os roncos aqui, a barriga do Léo (que parece não ter recebido muito bem a pizza), o tic-tac do relógio, a porta em seus murmúrios de dilatação, o irritante e inseparável barulho do teclado.</p>
<p><strong>Insight</strong>: <em>Essa é a semana do créu e eu tô acordada de madrugada na casa de uma amiga. Não bom, NOT! #momentodeligarofodase</em></p>
<p>E a fase agora é &#8230; &#8220;<span style="text-decoration: line-through;">canceriano</span> casperiana sem lar&#8221;.</p>
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		<title>Orgulhinho</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 03:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[#Piegas[ON]]]></category>
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		<description><![CDATA[Não esperava menos desde que falamos pela primeira vez. [Conheço desde sempre e nem sabia, ó! Mas foi depois de descobrir seu abraço que aprendi olhar o nome do repórter matéria por matéria.] Quando crescer, quero ser igual a você. E, ah&#8230; Que saudades eu tenho. (A única tristeza? Ele não é mais foca. &#8211; bah! Quem liga?) E mil urras ao twitter, que ajudou a amizade nascer. (ps&#62; não .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/09/atyaaactbmeyhptd-zg0yzdaa60ovgvf6mxaqhrkcol_xdf4urlyilzyaj1wrvvkcwozm5n0_92vsmqdixtsldkcp0ivajtu9valnlcxaybm_70lqk053x7xico-tq-269x300.jpg" alt="" width="269" height="300" align="left" /></p>
<p>Não esperava menos desde que falamos pela primeira vez.</p>
<p>[Conheço desde sempre e nem sabia, ó! Mas foi depois de descobrir seu abraço que aprendi olhar o nome do repórter matéria por matéria.]</p>
<p>Quando crescer, quero ser igual a você.</p>
<p>E, ah&#8230; Que saudades eu tenho.</p>
<p>(A única tristeza? Ele não é mais <a href="http://focaleando.blogspot.com">foca</a>. &#8211; bah! Quem liga?)</p>
<p>E mil urras ao twitter, que ajudou a amizade nascer.<br />
<font size=0><br />
(ps&gt; não esquece, hein? você sempre terá uma leitora assídua além da sua mãe. ahaha)</p>
<p>(ps2&gt; arranje um tempo pra responder aos meus emails, cazzo!)</font></p>
]]></content:encoded>
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