Are you ready?

O dia começou assustador. É. Tô com sérios problemas em casa, que me fazem sentir vontade de sair daqui e não voltar mais. Assim, sentimento passageiro, mais dolorido. De tão atrapalhada com isso e com os exames (amanhã de manhã tem de Lingüística, morri!), eu mal falei com o Ander sobre a reforma no Vitroleiros. Deixei tudo nas mãos dele, confiança de amigo. Algumas coisas vinham me incomodando também em relações sentimentais. Daí que desde a madrugada eu já vim despejando tudo. O que eu gosto na minha TPM é que ela não me deixa engolir algumas coisas. E eu não engoli. Acho que o diálogo que tivemos foi até promissor. Se não foi, foda-se. Essa é a impressão de agora.

Hoje foi um dia legal, apesar de tudo. Teve risadas à beça com a matéria sobre blogueiros no Jornal da Globo. Péssima matéria. Mas é divertido ver os amigos na TV, e eu vi o Gustavo Jreige e a Fernanda Pineda, Casperianos como eu. Por sinal, dois dos que presenciaram a minha falta de sobriedade na Arriba. Hahaha. Também fui chamada pra equipe do Diário de Solteiro. Aceitei, legal, embora ache que não tenho o perfil todo deles. Assim que terminar o exame, faço o que o Felipe Gomes me pediu e começo oficialmente no site.

Agora eu vou ali ver Capitu e mandar sms pro meuamô, pra ver se ele tá bem.

Que calor da pôrra. Tô me sentindo lá em casa, na Baêa.

E é isso… Life has just begun… Are you ready?

Domingueira

Uma semana correndo atrás de festa de Tainá e de algumas notas. Pois bem. A festa foi um sucesso, o Sérgio Amadeu não me salvou da forca e lá vou eu pros exames de Lingüística, Sociologia e Teoria da Comunicação. Provavelmente vá para o de Clássicos também, ainda não saíram os resultados e eu não tenho mais nenhuma esperança ingênua. Quando tudo acabar, quando a USP estiver trancada pra eu fazer DIREITINHO e com dedicação mais tarde, respirarei aliviada.

 

Por enquanto, vou estudar. É domingo, vamos lá.

Saudades de alguém que eu nem sei onde está. Mas eu prometi pra mim mesma que não ia atormentá-lo no fds. E até agora, desde ontem, não mandei nenhuma mensagem, neeeeenhuma ligação. =)

(Não que seja bom, mãs…)

 

“Te esperei por todos esses anos
E agora não vou mais me enganar
Desde que eu te vi não paro de pensar
Se não for você não vale nem tentar”

Tô na vibe cpm, mas é só porque tô despedaçadinha. Isso passa. Eu sei que passa.
Amanhã é segunda, tem ensaio (?), Cásper, Fran…

 

 

A vida segue.

 

Domingo…

S.O.S

Pelo título, já deu pra notar que isso é um pedido de socorro. Sim, é sim. É que eu preciso de férias urgentemente. Não tô pedindo férias no Caribe, em Paris, nem no raio que o parta. Não tô pedindo nada demais, só tempo pra ficar na minha casa, deitadinha, sem ter que pensar em trabalhar. Eu quero emagrecer 30kg em um mês, dormir na rede, ler só o que me dá prazer, escrever quando a inspiração vier, violão, amigos, eu quero um pouco de paz pra minha cabeça. Sabe? Me trancar no meu quarto, num mundo onde não existe Mulher Melancia (ou Jaca, Melão, Morango, Abacaxi, qualquer fruta!), provas, crise econômica, pendências, Jonas Brothers, dívidas, doenças sem cura ou afins. Onde eu possa sentir as coisas sem culpa. Acho que essas seriam as férias mais sensacionais do mundo. Infelizmente, só chegarão no Natal – e provavelmente serão bem diferentes do que eu estou planejando.

Anyways, o dia hoje até que não trouxe novidades de todo ruins. Apesar da minha enxaqueca DESCOMUNAL (acho que é sinusite, oi?) e do trabalho feito corrido e nas coxas, eu passei no exame prático do Detran. E, bom, a aula do @samadeu foi incrível, como sempre. Eu juro, se eu pudesse, largava tudo pra me dedicar única e exclusivamente às aulas de Teoria da Comunicação. Infelizmente, faço duas faculdades e não estou dando conta nem de meia. Ok, ok. TVP. Ano que vem taí e consertarei essas burradas que fiz esse ano.

Ah! Lembrei. A novidade legal é que o Vitroleiros.Org já tá no ar! É verdade que é em fase beta e tudo mais, mas tá lá! Vão dar uma olhada! Aliás, quem quiser contrubuir com fotos, textos ou links, FALAÍ! Eu converso e a gente acerta rapidinho! 😉

Por último, só um aviso: Amanhã (hoje), às 18h, tem #flashmob contra a lei do Azeredo, lá no Canteiro Central da Paulista, 900. Farei o possível e o impossível pra ir. Tudo depende do meu trabalho de Sociologia. Compareçam, queridos! Vale a pena!

 

Enfim, CORRÃO EU VOU SURTAR, QUERO FÉRIAAAAAAAAAASSSS

Missão cumprida

É, ou não. Ainda faltam muitas, mas tá tudo correndo bem – o que já é um alívio. 
Terminei o trabalho de História Oral à tempo, assisti às enrolações aulas, falei com a Florzinha.
Essa terça eu me recuso a ir pra USP, estou cansada, acabada, tenho mais coisas pra fazer. Enfim, a vida vai indo, sempre vai. Na medida do possível, estou atualizando até aqui, mesmo estando completamente fudida sem tempo.

 

A saúde já era, foi embora. Mas também, já tô querendo demais, né? Enfim, umbeijomeliga que eu vou dormir.

 

AH! Paguei o domínio novo! Acho que essa semana tá tudo pronto! MUAHAHAHAHA

Sexxxta-feira!

 

 

 

 

Dia de correr com o projeto (deadline é segunda, oi?), tem ensaio aqui em casa mais tarde, à noite tem “luau” na casa da Tory, e eu ainda tenho vinte mil trabalhos pra entregar segunda-feira! Nem ligo!
Tô aqui susse na correria. Enquanto eu tô por aí entoando meu mantra (TVP TVP TVP!!!!) assistam o vídeo e vão procurar o que fazer (mentirinha, adoro todo mundo! haha).
 

(Sensacional, man!)

Beijão.

A arte de vitimizar

Eu comento amanhã, que hoje já fui vilã o suficiente. Respondo amanhã também, que paciência tem limites e os meus eu já esgotei – e minha sinceridade, nessas horas, fica cruel.

 

É, amanhã, amanhã. Amanhã talvez tudo se acerte. Talvez não. Mas, realmente, essa foi a gota d’água.
Acontece. Sempre acontece. 
E até que demorou.

Todo mundo entoando o mantra:
TVP!!!!

Manhã de quinta-feira

 

Sentei-me no sofá do centro acadêmico – até aquela altura, só o que me parecia útil nos centros acadêmicos eram os sofás – e abri caderno e livros de uma vez. A xícara de espresso, comprada alguns minutos antes na única lanchonete disponível, já dava sinais de que iria começar a esfriar. Então entrei no fabuloso mundo da modernização da imprensa. Por pouco tempo. Dali alguns segundos apareceu uma colega de classe, assustada, perguntando se eu também tinha prova. Prova? Não, graças à Deus, não. Sentou-se ao meu lado, abriu seu “O Guarani” e começou, com uma letra minúscula, a elaborar o que, a seu modo de ver, era a cola perfeita. A sensação de ter uma pessoa segura como ela ao meu lado foi boa, mas não durou por muito tempo também. O que me interessa a segurança? A popularidade dela era grande e, em segundos, já havia desistido de estudar.

À minha frente foi colocada uma mesa com muitas cadeiras em volta. Pessoas discutiam a história do Romance e suas características como se eu não estivesse ali. Acho que adoraria a discussão, se minha preocupação não fosse outra. “Aceita um cigarro?” – um deles sugeriu. Do outro lado, veio um “Obrigado, cigarro e café, só feitos na hora”, belo rapaz, risinho malicioso nos lábios. “Alguém tem isqueiro?”. Ao mesmo tempo, discutiam Ian Watt, Antonio Candido, Walter Benjamim.

A fumaça pairava, sufocante, entre os amigos. “Li tudo isso ontem e nem lembro. Tem anotações no meu texto e tudo, olha!”. Muitos ali nem se conheciam. Falavam como íntimos, unidos tentando superar o obstáculo em comum. “Você não vai se preparar, não?”, perguntaram-me diversas vezes. “Não tenho prova”, eu explicava. “E esse livro, é o quê?” – curiosidade, curiosidade. “Ela faz duas faculdades” – alguém tentava explicar aos que não compreendiam o fato de eu não estar nem um pouco preocupada com o que diziam. Cada um por si, é fato. No fim, a única preocupação de todos era o ranqueamento, o maldito ranqueamento com o qual só eu parecia não me preocupar, presa em meu mundinho de livros, monografias, fotos, entrevistas e alguns seminários.

Eu estava em transe no meio daquele zumbido infernal e daquela fumaça azulada vinda do pacote de Marlboro que alguém socializou com toda a mesa. Falavam entre si, falavam comigo, e eu não ouvia nada. De repente, o sinal tocou. Um a um, foram indo embora, enquanto eu, paralisada, olhava para o cinzeiro vazio, contrastando com o chão cheio de cinzas e bitucas. Sim, agora éramos só eu, meus livros, meu café frio, e, preso em minha pele, o cheiro do cigarro alheio. O silêncio voltou.

Lá estava eu, de novo, sozinha no sofá do centro acadêmico, livros na mão, modernização da imprensa, powerpoint, tcc, expectativas e sonhos, até que outro pseudo-conhecido se sentasse ao meu lado, engatasse um assunto qualquer e eu começasse, de novo, uma nova aventura na minha mente: é, pra mim é uma aventura sobreviver no meio de tantos “outros”.

Mantra da semana

Sorte de hoje: Você tem uma grande necessidade e capacidade de realização

 

capacidade de realização
capacidade de realização
capacidade de realização
capacidade
capacidade
capacidade
realização
realização
realização
.

 

TVP

No cigarettes for today

“Acho que vocês estão brincando com fogo, por deixar tudo para a última hora.”

COSTA, Carlos. Via e-mail.

Pois é, talvez sim. Ou talvez eu tenha mais alguma coisa na minha vida além das aulas de História da Comunicação. Seja como for, a merda já está feita.



No coffee or cigarettes for today. I realized today reality seems to be actually much more cruel when i’m sober.

Enquanto isso, no lustre do castelo: “Amor, que tal um rodízio hoje?”