<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>lovemaltine &#187; #BodeEterno</title>
	<atom:link href="http://lovemaltine.com.br/tag/bode-eterno/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://lovemaltine.com.br</link>
	<description>Ariane, seu fantástico mundo e muito mais de 140 caracteres por mensagem.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 12:56:35 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<image>
<link>http://lovemaltine.com.br</link>
<url>http://lovemaltine.com.br/wp-content/mbp-favicon/heart-broken.ico</url>
<title>lovemaltine</title>
</image>
		<item>
		<title>Repeteco sentimental</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/repeteco-sentimental.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/repeteco-sentimental.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 21:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#AméliePoulain]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=2709</guid>
		<description><![CDATA[
Preciso de carinho. De um corpo soltando seu peso sobre minhas costas, ambos deitados de bruços. Preciso dar e receber colo de verdade. Quero carinho, um amigo. Quero um amor. Poder esperar o pior de mim e do outro. Quero alguém que não resolva aparecer só depois que eu o abandonar. Quero dar valor e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/04/via-unicorlogy.jpg"><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/04/via-unicorlogy.jpg" alt="via-unicorlogy" title="via-unicorlogy" width="500" height="334" align="center"/></a></p>
<p>Preciso de carinho. De um corpo soltando seu peso sobre minhas costas, ambos deitados de bruços. Preciso dar e receber colo de verdade. Quero carinho, um amigo. Quero um amor. Poder esperar o pior de mim e do outro. Quero alguém que não resolva aparecer só depois que eu o abandonar. Quero dar valor e ser valorizada. Algo além daquele contato físico que os hormônios pedem&#8230; Eu nem faço questão do contato físico. Eu quero alguém em sintonia comigo, só isso.</p>
<p>&#8220;Só isso&#8221;. Como se fosse fácil.<br />
19 anos esperando&#8230;</p>
<p>(imagem <a href="http://unicorlogy.tumblr.com">via</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/repeteco-sentimental.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coisas que uma garota piegas não deve ler</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/coisas-que-uma-garota-piegas-nao-deve-ler.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/coisas-que-uma-garota-piegas-nao-deve-ler.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 20:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#AméliePoulain]]></category>
		<category><![CDATA[O Fantástico Mundo de Ariane]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[#Entrelinhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=2584</guid>
		<description><![CDATA[The Blissful Art of Being and Breathing
We must not allow the clock and the calendar to blind us to the fact
that each moment of life is a miracle and a mystery.
- H. G. Wells
One warm evening nine years ago…
After spending nearly every waking minute with Angel for eight straight days, I knew that I had [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Blissful Art of Being and Breathing</strong></p>
<blockquote><p>We must not allow the clock and the calendar to blind us to the fact<br />
that each moment of life is a miracle and a mystery.<br />
- H. G. Wells</p></blockquote>
<p><em>One warm evening nine years ago…</em></p>
<p><em>After spending nearly every waking minute with Angel for eight straight days, I knew that I had to tell her just one thing.  So late at night, just before she fell asleep, I whispered it in her ear.  She smiled… the kind of smile that makes me smile back.  And she said, “When I’m seventy-five, and I think about my life and what it was like to be young, I hope that I can remember this very moment.”</em></p>
<p><em>A few seconds later she closed her eyes and fell asleep.  The room was peaceful… almost silent.  All I could hear was the soft purr of her breathing.  I stayed awake thinking about the time we’d spent together and all the choices in our lives that made this moment possible.  And at some point, I realized that it didn’t matter what we’d done or where we’d gone.  Nor did the future hold any significance.</em></p>
<p><em>All that mattered was the serenity of the moment.</em></p>
<p><em>Just being with her and breathing with her.</em></p>
<p>do<a href="http://www.marcandangel.com/"> <em>Marc and Angel Hack Life, </em></a><em>Practical Tips for Productive Living</em></p>
<p>Eu chorei. Loucamente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/coisas-que-uma-garota-piegas-nao-deve-ler.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Melhores amigos de infância</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/melhores-amigos-de-infancia.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/melhores-amigos-de-infancia.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 03:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#AméliePoulain]]></category>
		<category><![CDATA[#Piegas[ON]]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[cagada]]></category>
		<category><![CDATA[pub]]></category>
		<category><![CDATA[sms]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=2458</guid>
		<description><![CDATA[Foi tudo sensacional como há muito não era. Inesperado também. Engraçado: eu tenho essa queda pelo inesperado. Quando algo me pega desprevenida, tendo a gostar muito mais. Às vezes, mais até do que deveria. Hoje eu não estou preocupada com o quanto devo ou não gostar: hoje eu apenas fui feliz. E nada sei sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi tudo <strong>sensacional</strong> como há muito não era. <strong>Inesperado</strong> também. Engraçado: eu tenho essa queda pelo inesperado. Quando algo me pega desprevenida, tendo a gostar muito mais. Às vezes, mais até do que deveria. Hoje eu não estou preocupada com o quanto devo ou não gostar:<strong> hoje eu apenas fui feliz</strong>. E nada sei sobre isso.</p>
<p>Só sei que eu estava lá, ele também: e uma amiga. Aí vieram a <strong>capirinha</strong>, a <strong>garçonete gostosa</strong>, a <strong>Bettie Page</strong>, as visões começaram a se embaralhar, a verdade foi dita num tom mais alto&#8230; E o <strong>silêncio constrangedor</strong> (não tão constrangedor assim) soou melhor do que qualquer música soaria.</p>
<p>No mais, hoje entendo alguns amigos e me sinto mal por ter batido neles tantas vezes, ou ter lhes tomado o celular quando o álcool começava a pedir licença e correr atrás de seus amores. Deixa mandar, deixa dizer o que é preciso. Nessas horas é que muitas coisas se resolvem. (O que não significa necessariamente que darão certo, é fato!)</p>
<p>A propósito, eu ainda volto lá pra ver Bettie Page de novo. E <strong>contar segredinhos, presenciar DRs, rir à beça</strong>, ficar fedendo ao <strong>cigarro alheio</strong>, beber um pouco a mais <span style="text-decoration: line-through;">e dizer à garçonete o que me deu vontade de dizer</span>&#8230; Só não volto lá pra me<strong> humilhar</strong> de novo.</p>
<p>Como <strong>o tempo passa</strong>: ontem eu não sabia o que prestar no vestibular. Hoje estou no segundo ano de duas faculdades. Duas&#8230; Apaixonada pelas duas. Ontem eu era fria e não me apegava a ninguém: hoje tenho amigos. Ontem eu sofria calada, hoje, embora o sofrimento seja outro, não tenho medo de gritar pro mundo. É! <strong>EU AMEI, EU FUI INFELIZ!</strong> Viro uma ou mais duas doses, trago o cigarro alheio, beijo a primeira boca que se insinuar pra mim e vou levando. A vida é isso, um cai-levanta dos infernos. Baixo astral &#8211; ou não.</p>
<p>Eu estou vivendo, finalmente. E se alguém tiver de me censurar por isso, sou eu. Mas hoje não, hoje estou feliz.</p>
<p>A propósito, caso <em><strong>você</strong></em> esteja lendo isso&#8230; <a href="http://grifatexto.blogspot.com/2009/03/11-sms.html">Nem sempre o que dizemos se parece conosco</a>.</p>
<p>Agora eu vou dormir. <em>Labor uocat me</em>.</p>
<p>AHHH! Esse é o post 600 do lovemaltine. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/melhores-amigos-de-infancia.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Adoecendo</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/adoecendo.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/adoecendo.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 15:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#AméliePoulain]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[bode]]></category>
		<category><![CDATA[de cama]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[mimimi]]></category>
		<category><![CDATA[Piegas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=2318</guid>
		<description><![CDATA[Ficar doente não é de todo mal. À parte dores, delírios, à parte a febre e o mal estar, os enjoos e o excesso de sono&#8230; É quando se está doente que acontecem algumas das cenas mais raras que podem haver na vida quando já não se é mais um bebê.
Quando é que, por exemplo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar doente não é de todo mal. À parte dores, delírios, à parte a febre e o mal estar, os enjoos e o excesso de sono&#8230; É quando se está doente que acontecem algumas das cenas mais raras que podem haver na vida quando já não se é mais um bebê.</p>
<p>Quando é que, por exemplo, você vai acordar com sua mãezinha ao pé da cama, falando baixinho, oferecendo-lhe um mingau feito na hora? Diga-me, quando vai poder assistir <em>Lisbela e o Prisioneiro</em> em plena terça-feira à tarde? É comum seus pais chegarem em casa cheios de livros novos pra lhe dar de presente de um dia para o outro? (Livros são o meu presente favorito, tomem nota.) Pois bem, tudo isso magicamente acontece quando você está doente. E você também pode pedir colo sem parecer um lunático depressivo, pode passar a manhã no Facebook brigando para ter alguém pra você no <em>Friends for Sale</em>, pode ler exaustivamente, pode escrever sem ninguém te atrapalhando, porque a casa fica vazia e o silêncio vira seu aliado!</p>
<p>É claro que é um pouco decepcionante quando você chega à conclusão de que: o mingau oferecido era apenas uma forma de lhe dar algo que parasse em seu estômago, ver filme romântico numa terça-feira à tarde causa saudade e melancolia irreversíveis, os livros eram somente para que você não notasse que vai (ou não se sentisse tão mal por) ter que ficar em casa, na cama, o dia todo, sozinha, enquanto os saudáveis trabalham, estudam ou se divertem por aí. É claro. Mas a ideia de pedir colo e ganhar sem hesitação ainda me acalenta, e, de mais a mais&#8230; Se é pra ficar doente, por que não fazer de conta que todos os benefícios são naturais?</p>
<p>Além disso, você percebe o quanto é inútil gastar tempo brincando em apps do Facebook (e que sim, sempre teve razão quando dizia isso por aí!), e como é possível ler e escrever muito mesmo quando a vida está numa correria louca. Você passa a dar mais valor àquelas pessoas que cuidaram de você. Àquelas que mandaram mensagens.  Você descobre quem te ama de verdade. E ainda, no meio de um bode imenso (&#8220;você está curtindo demais essa depressão&#8221;, disse sua mãe antes de sair), você se dá conta de como a pessoa que você <em>pensa</em> amar nunca quis nada a não ser usar você. E isso, pela primeira vez em muito tempo, te faz bem.</p>
<p>É, adoecer não é de todo ruim. Não, porque quando você melhora, volta à ativa com muito mais dentro de si do que se pode prever. Sim, vontade de viver é algo muito mais amplo do que qualquer conceito que eu possa usar aqui.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/adoecendo.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Let it go</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/let-it-go.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/let-it-go.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 16:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[#Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[#Personare]]></category>
		<category><![CDATA[adeus]]></category>
		<category><![CDATA[como esquecer um amor]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaio sobre a cegueira]]></category>
		<category><![CDATA[fim]]></category>
		<category><![CDATA[ideais]]></category>
		<category><![CDATA[insistência]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=2309</guid>
		<description><![CDATA[
A lua estava chamando a atenção ontem. Enorme, linda. Com uma enxaqueca enlouquecedora, o meu passeio de moto noturno não foi a coisa mais agradável do mundo. Mas a lua estava lá. E estava linda.  Em meio a contrações de dor e parcela leve da atenção no trânsito (que eu também não queria morrer), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2310" title="lua em 2.03.09" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/03/3324730613_66e7dec71f_o.jpg" alt="lua em 2.03.09" width="402" height="321" /></p>
<p>A lua estava chamando a atenção ontem. Enorme, linda. Com uma enxaqueca enlouquecedora, o meu passeio de moto noturno não foi a coisa mais agradável do mundo. Mas a lua estava lá. E estava linda.  Em meio a contrações de dor e parcela leve da atenção no trânsito (que eu também não queria morrer), eu chorei. <em>Todos temos os nossos momentos de fraqueza, ainda o que nos vale é sermos capazes de chorar, o choro muitas vezes é uma salvação, há ocasiões em que morreríamos se não chorássemos</em>. Chorei porque vi a lua, e a lua me lembrou de uma conversa que tive há não muito tempo com alguém que, espero, não terei conversas íntimas nunca mais.</p>
<p>A noite mal dormida graças às dores insuportáveis trouxe de presente uma manhã melancólica e tão dolorosa quanto a madrugada. Na caixa de entrada,  só o Personare, dizendo, infelizmente, aquilo que eu já sabia desde a cena na moto:  &#8220;<strong>transbordamento de emoções e problemas que você tem tentado evitar nos últimos dias</strong>, Ariane. (&#8230;) sugerindo que você até deseja levar as coisas numa boa, com mais relaxamento e tranqüilidade, mas há problemas e pendências a resolver que não podem ser evitadas! (&#8230;) não faça de conta que não existem coisas que lhe incomodam e que dê atenção a estes pontos. (&#8230;) A reflexão para o período é: <em><strong>do que eu preciso me libertar?&#8221; </strong></em>. Eu realmente estava fugindo, vide posts anteriores nesse mesmo blog. Já sabia também do que precisava me libertar. Só não sabia como.</p>
<p>No início a culpa era minha. Eu ia atrás da dor, todos os dias, em silêncio, sem que ninguém soubesse. Ele não sabia que eu estava ali, mas eu estava. Fuçava tudo, achando que descobrir as coisas me faria sentir uma raiva inexplicável e levaria todo amor embora. Bobagem, amor é perdão, sou toda perdão, sempre fui. Descobrir as coisas me deixava mal comigo mesma, com ninguém mais. Mas <em>o fundamental é não perdermos o respeito por nós próprios</em>, então eu disse adeus (confesso: submissinha como nunca o fui com ninguém, esperando que do outro lado viesse um &#8220;Não, não vá, sei o que quero, quero você&#8221; &#8211; bobagem de novo, não se deve esperar que alguém te diga algo só porque você o diria). Enfim, disse que ia embora, mas isso muitas vezes o fiz: despedia-me, mas voltava antes de virar a esquina. Dessa vez fui de verdade. Achei que finalmente fosse conseguir vencer esse sentimento estranho e o &#8220;Adeus&#8221; foi com toda a convicção que ainda restava aqui dentro.</p>
<p>Era a vez dele ser culpado. <em>É dessa massa que nós somos feitos, metade de indiferença e metade de ruindade. </em>Sempre se fez de bobo, nisso não havia novidade nenhuma. Mas achei que o bom senso se manifestaria dessa vez. Esqueci a miséria egoísta que todo ser humano é. <em>Na verdade ainda está por nascer o primeiro ser humano desprovido daquela segunda pele a que chamamos egoísmo, bem mais dura que a outra, que por qualquer coisa sangra.</em> Ter me recolhido aos estudos me fez muito bem. Enquanto lia, fingi não notar que tudo parecia um aviso, um lembrete. Mas está tudo lá, está tudo aqui, e o <em>pior cego é aquele que não quer ver</em>. Eu não queria, talvez fosse uma esperança, talvez achasse realmente que isso fosse dar certo um dia. Mas agora vejo, não que isso me tenha feito bem, que não vai ser diferente do que foi até hoje. Agora sou capaz de notar o quanto tenho sido boba, o quanto muita gente o é. O que começa errado, termina errado, e errado será se tiver novas chances de acontecer, <em>a experiência da vida e das vidas tem cabalmente demonstrado que ao tempo não há quem o governe</em>.  O tempo vai curar, eu espero, essa ferida que tem corrido cada vez mais previsível. O tempo vai me manter forte para que eu não falhe, de novo, comigo mesma.</p>
<p>Sinto falta de tanta gente, de tanta coisa, que engraçada é a internet, que engraçada é a vida, que panaca sou eu. <em>A consciência moral, que tantos insensatos têm ofendido e muitos mais renegado, é coisa que existe e existiu sempre, não foi uma invenção dos filósofos do Quaternário, quando a alma mal passava ainda de um projecto confuso.</em> Está tudo ali, na sua mão, e você acaba por não segurar. Está tudo disperso, tudo solto, tudo confuso, e você chora dizendo que queria ter. Nunca achei que essa coisa de <strong>Close your eyes, clean your heart, let it go</strong> fosse fácil, juro. Mas não sonhei &#8211; nem de longe &#8211; com toda essa dificuldade que tenho enfrentado.  Não é que eu queira ter alguém, não, que ultimamente o que quero é que me tenham. Cansei de ser só minha, cuidar sempre dos outros e acabar esquecida. Sinto que só vai parar de doer quando ele deixar de existir pra mim. Só não vejo meios disso acontecer sem que eu aja de maneira infantil. Porque é assim que ele tem agido. Sendo infantil.</p>
<p>É por isso que horóscopos, em especial o Personare, me divertem. Eles dizem o óbvio, ok. Todo mundo tem algo de que precisa se libertar. Às vezes, só precisamos ouvir isso de alguém, ué. E ele diz. É só não viver em função disso. É só saber o que vale a pena ouvir. Hoje ele confirmou o que tenho pensado há tanto tempo&#8230; &#8220;<strong>Seja fiel aos seus ideais</strong>, não se contente com pouco. Avalie criticamente o ambiente e corte todas as pessoas e situações que não servem mais em sua vida, sobretudo pessoas que você não avalia como construtivas, afinal <strong>todas as relações se pautam numa boa troca</strong>. <strong>Conselho:</strong> Mantenha seu nível de exigência alto, não se contente com pouco.&#8221; Vêem? O mesmo que eu disse ontem no Twitter, ao citar Saramago. É de doer o fígado. (Mentira, as dores são por culpa da enxaqueca mesmo). É de partir o coração que, com tanta reflexão, tanta dor e sofrimento (não só psicológicos, mas físicos!) eu ainda não tenha conseguido me resolver. Eu quero meu equilíbrio de volta. Enquanto isso não acontece, quero ir logo ao pronto-socorro tomar uma injeção na veia, que a Neosaldina já não está resolvendo mais.</p>
<blockquote><p>Observação:<br />
O conteúdo grafado em itálico corresponde a trechos de Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago.</p>
<p>O conteúdo entre aspas foi retirado do site <a href="http://personare.com.br">Personare</a>.</p>
<p>A imagem da lua é realmente dessa noite é foi tirada por<a href="http://flickr.com/photos/dcysurfer/3324730613/"> Dave Young</a>.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/let-it-go.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eles têm sempre a razão</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/eles-tem-sempre-a-razao.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/eles-tem-sempre-a-razao.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 16:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#Música]]></category>
		<category><![CDATA[#autoajuda]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[esquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[saudades]]></category>
		<category><![CDATA[tom jobim]]></category>
		<category><![CDATA[vinicius de moraes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/eles-tem-sempre-a-razao.html</guid>
		<description><![CDATA[de Vinícius e Tom:
haja o que houver
há sempre um homem para uma mulher
e há de sempre haver
pra esquecer um falso amor
e uma vontade de morrer
seja como for
há de vencer o grande amor
que há de ser um coraçao
como perdão pra quem chorou
E quem sou pra discordar?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>de Vinícius e Tom:</p>
<blockquote><p><em>haja o que houver<br />
há sempre um homem para uma mulher<br />
e há de sempre haver<br />
pra esquecer um falso amor<br />
e uma vontade de morrer<br />
seja como for<br />
há de vencer o grande amor<br />
que há de ser um coraçao<br />
como perdão pra quem chorou</em></p></blockquote>
<p>E quem sou pra discordar?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/eles-tem-sempre-a-razao.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Belinha</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/belinha.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/belinha.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 15:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#AméliePoulain]]></category>
		<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#TVP]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[#Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[#Especial]]></category>
		<category><![CDATA[#ultraconfessional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=2271</guid>
		<description><![CDATA[
Não podia ouvir ninguém chegar, fosse de carro ou a pé, que corria pra porta, latindo. &#8220;Quieta, Belinha! Já é tarde! shiiiiu!&#8221; Voltava, avisava a todos na casa, ia desesperada em direção ao portão. Sem boas vindas nem tem graça entrar em casa. Ao menor barulho do saco de pão, disparava em direção à cozinha. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3495/3238415050_69a1d7b412_o.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Não podia ouvir ninguém chegar, fosse de carro ou a pé, que corria pra porta, latindo. &#8220;Quieta, Belinha! Já é tarde! shiiiiu!&#8221; Voltava, avisava a todos na casa, ia desesperada em direção ao portão. Sem boas vindas nem tem graça entrar em casa. Ao menor barulho do saco de pão, disparava em direção à cozinha. &#8220;Ô, Belinha, me deixa tomar meu café!&#8221;.</p>
<p>Nem quando alguém ia ao banheiro dava sossego. Corria atrás e se escondia embaixo da pia. Vira e mexe passava despercebida aos olhos de alguém e acabava lá presa, sozinha, até latir por socorro.Isso quando não esqueciam a porta aberta na hora do banho &#8211; ia pra baixo do chuveiro na hora! &#8220;Belinha, sua danada, acabei de secar você&#8230;!&#8221;. Adorava tomar banho, sentir-se limpa, bonita. Caminhava feito uma princesa pela casa. Isabella. Mais Bela que Isa, mas era o nome perfeito. Beleza imponente. &#8220;Nunca vi cachorra assim! Parece uma gata!&#8221;.</p>
<p>Dormia o tempo todo no braço do sofá. &#8220;Bela, desce daí!&#8221; E ela esperava a gente virar as costas e subia de novo. Eu, papai, mamãe, Tainá e Melissa éramos mais dela que ela nossa. Escalava escadas como ninguém, avançava em qualquer um que lhe parecesse ameaçar um de nós. Ciumenta que só. Pulava de um sofá para o outro. Orgulhosa.  Nem adiantava chamá-la se pegássemos a Melzinha primeiro. Virava a cara. &#8220;Belinha! Bela! Vem cá, cheirosa!&#8221;. E a sem vergonha sumia.</p>
<p>Num passe de mágica, surgiam calças e calcinhas furadas. Quantas calcinhas novas joguei no lixo por ter esquecido na cama no dia da compra! &#8220;Dá um beijo, Belinha!&#8221; E ela dava uma lambidinha só, rápida e carinhosa, na face de quem pedia. Belinha era a alegria da casa. Até quando fazia coisa errada, nos fazia sorrir.</p>
<p>Dormia na porta do quarto esperando alguém levantar. Às vezes, no meio da madrugada, empurrava a porta e subia na minha cama. Eu acordava com o que mais parecia um bolinho peludo no edredom, fazendo calor em cima das minhas pernas. &#8220;Sai daqui, Belinha!&#8221;. De vez em quando, engasgava com alguma porcaria achada no chão e deixava todo mundo assustado. Companhia quando eu estava carente. Inspiração nas minhas aventuras escritas. Belinha sim era cachorra pra amar&#8230;</p>
<p>Assustada. Sempre. O que tinha de espoleta, tinha de medrosa. Medo de tudo. Sombra, bonecas, espelho, televisão&#8230; Temia o tartarugo&#8230; Temia até &#8211; e principalmente! &#8211; rodos e vassouras. Era só ver um que saia latindo e chorando, rosnando pra quem se pusesse em seu caminho. Invocava até, mas era só oferecer um carinho que já se abria toda. Não fazia xixi fora do jornal, não aceitava sair sem antes colocar um lacinho, ah, Belinha! ô Belinha&#8230; De vez em quando eu ainda a espero vir correndo. De vez em quando ainda me pego chamando. Belinha! Belinha! Mas ninguém vem.</p>
<p>Bobeira segurar as lágrimas. Bom deixar correr. &#8220;Belinha! Belinha! Não faça isso! O que você tem? Engasgou de novo? Responde, Belinha! Belinha&#8230; ô, minha menina&#8230; Belinha?&#8221;  Fiz tudo o que pude, juro. Mas o corpo foi esfriando, fez-se duro &#8211; e ela nunca mais respondeu.</p>
<blockquote><p>escrito na madrugada de 21 para 22/02, no quarto escuro, entre o rodízio de lágrimas dos quatro que Belinha deixou aqui quando partiu.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/belinha.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>consciência</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/consciencia.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/consciencia.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 14:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=2145</guid>
		<description><![CDATA[Tem horas em que a situação fica insustentável. Incrível como a vida traz algumas consequências que nem sempre a gente merece. Ainda não sei de que me valeu ser uma boa filha a vida toda. Não sei pra que servem meus princípios ou minha inteligência, se ninguém enxerga ou aceita isso. Dói pra caralho não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/20090121204030.jpg" alt="20090121204030" width="300" height="200" align="right" />Tem horas em que a situação fica insustentável. Incrível como a vida traz algumas consequências que nem sempre a gente merece. Ainda não sei de que me valeu ser uma boa filha a vida toda. Não sei pra que servem meus princípios ou minha inteligência, se ninguém enxerga ou aceita isso. Dói pra caralho não poder falar com ninguém sobre isso. Dói pra caralho não poder reclamar, não poder pensar as coisas que eu penso sem que a culpa tome conta da minha cabeça. Dói demais. Saber que eu tenho que guardar essas dores pra mim e, no final, acabo com a fama de chorona, de garota-que-sofre-por-amor-o-tempo-todo, como se uma paixão fosse meu único problema. Não é. Aliás, ultimamente, tem sido o mais irrelevante dos problemas, porque eu já me propus solucioná-lo.</p>
<p>Eu não sou mais criança, sabe? Não tenho aquela ilusãozinha infantil de que eu posso fugir de casa e tudo vai ficar bem. Não espero mais príncipe encantado, já destruí em mim as maiores expectativas e os maiores objetivos que eu trazia da infância.</p>
<p>A pior parte de tudo isso é ser maltratada todos os dias e ter de aceitar calada, pra não correr o risco de piorar a situação. A pior parte é ter de recorrer a um blog pra expressar o que estou sentindo &#8211; sendo que aqueles que realmente precisavam ler, saber o que estão me causando, nunca vão chegar aqui. É ridículo olhar pro lado e ver no espelho uma imagem acabada, inchada, manchada,  chorando em frente a um computador. Todo mundo critica a droga do computador, mas se não fosse ele eu nem sei como estaria agora. Não sei se estaria aqui agora. É daqui que, na maior parte das vezes, sai algum consolo.</p>
<p>Aos que pensam que &#8216;lovemaltine&#8217; é uma personagem, só aviso uma coisa: não é. Não é porque uso um nickname que não sou verdadeira. Na maior parte do tempo, sou mais verdadeira do que aqueles que usam seus próprios nomes. E dói saber que só porque eu não tenho medo de esconder a minha dor ela parece menos real aos olhos dos outros. Foda-se, também. Só eu sei quantas coisas estão passando pela minha cabeça. Só eu sei o quanto eu já pensei em desistir da vida nos últimos dias. Eu não aguento mais. Não aguento mais.</p>
<p>(no other way &#8211; jack johnson)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/consciencia.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Solidão, que nada!</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/solidao-que-nada.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/solidao-que-nada.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 23:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=2015</guid>
		<description><![CDATA[Ela é um satélite
E só quer me amar
Mas não há promessas, não
É só um novo lugar
Em que ela sou eu e quem canta é pessoa X.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Ela é um satélite<br />
E só quer me amar<br />
Mas não há promessas, não<br />
É só um novo lugar</em></p></blockquote>
<p>Em que <em>ela</em> sou eu e quem canta é pessoa X.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/solidao-que-nada.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Perdida</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/perdida.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/perdida.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 14:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1914</guid>
		<description><![CDATA[Olhei hoje para o alto, para os lados e, por último, para dentro de mim.
Só o que vi foi destruição e tristeza. É, eu vi o mundo em minha volta desabando, as pessoas que eu amo se ferindo &#8211; tudo, tudo por minha causa.
Daí desejei que as coisas voltassem a ser como eram, mas foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olhei hoje para o alto, para os lados e, por último, para dentro de mim.</p>
<p>Só o que vi foi destruição e tristeza. É, eu vi o mundo em minha volta desabando, as pessoas que eu amo se ferindo &#8211; tudo, tudo por minha causa.</p>
<p>Daí desejei que as coisas voltassem a ser como eram, mas foi bobagem minha. Sei que não voltam, nunca voltarão. Desejei morrer, pra parar de estragar a alegria alheia com minha tristeza e meu mau humor. Mas não morri. Estou aqui, parece que continuarei por muito mais tempo.</p>
<p>O fato de estar aqui não muda nada. Eu cansei de sofrer, cansei de ferir os outros, cansei de sentir falta de coisas que talvez eu nunca tenha tido. Cansei de viver, de respirar fundo mais uma vez e sentir que não foi suficiente, que preciso tentar de novo.</p>
<p> </p>
<p>Eu cansei e não tenho como fugir. </p>
<p>Olhei para o alto, para os lados e, por último, para dentro de mim &#8211; mas não vi saída em lugar nenhum.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/perdida.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>dedicatória</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/dedicatoria.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/dedicatoria.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 21:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1900</guid>
		<description><![CDATA[Da Vinci dizia que onde há muito sentimento, há muita dor.
 
&#8220;Ninguém é mais sentimento que você&#8221;, diz a dedicatória de um livro que ganhei de alguém que me conhece bem o suficiente pra acertar na definição. Minha mãe, toda vez que bate o olho nessa dedicatória, concorda com quem escreveu, dizendo logo em seguida que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da Vinci dizia que onde há muito sentimento, há muita dor.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Ninguém é mais sentimento que você&#8221;, diz a dedicatória de um livro que ganhei de alguém que me conhece bem o suficiente pra acertar na definição. Minha mãe, toda vez que bate o olho nessa dedicatória, concorda com quem escreveu, dizendo logo em seguida que estou errada, que não posso ser assim. Minha mãe lê muito e, como eu, deve conhecer a idéia de Da Vinci. Aí eu me pergunto: será que quando minha mãe lê a dedicatória, ela enxerga o que eu enxergo? Assim, &#8221;Ninguém é mais sofrimento que você&#8221;?</p>
<p> </p>
<p>Porra, foi uma puta declaração. Sincera, simples, na mosca. Foi a melhor definição que alguém já fez de mim. Mas eu não acho que a pessoa que a fez tinha noção do quanto isso ia mexer comigo todos os dias. (agora ela provavelmente terá) Não sei se ela sabe o quanto a admiro por me conhecer tão bem e por saber respeitar esse meu lado e continuar sendo minha amiga mesmo depois de tantas crises.</p>
<p> </p>
<p>Certa é minha mãe. Preciso largar mão de ser assim.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/dedicatoria.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fundo do Baú &#8211; I</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/fundo-do-bau-i.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/fundo-do-bau-i.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 04:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#autoajuda]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos namorados]]></category>
		<category><![CDATA[lovemaltine]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1857</guid>
		<description><![CDATA[Achei no meu fotolog (da época em que ele era basicamente meu blog) e, de certa forma, meio que como um texto de auto-ajuda (nesse caso LITERALMENTE), resolvi seguir meus próprios conselhos. Os grifos são de hoje.
Em véspera de dia dos namorados vir aqui falar sobre amor parece até algum tipo de &#8220;protesto da encalhada&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei <a href="http://www.fotolog.com/dramatic_sins/23336283">no meu fotolog </a>(da época em que ele era basicamente meu blog) e, de certa forma, meio que como um texto de auto-ajuda (nesse caso LITERALMENTE), resolvi seguir meus próprios conselhos. Os grifos são de hoje.</p>
<blockquote><p>Em véspera de dia dos namorados vir aqui falar sobre amor parece até algum tipo de &#8220;protesto da encalhada&#8221;, confesso. Mas não vejo outra alternativa senão pôr pra fora aquilo que não sai da minha cabeça. Já no comecinho eu deixo avisado que pensem o que quiserem disso &#8211; desabafo, intriga, despeito, até inveja. Já pensei em todas as hipótese possíveis, mas descobri que não é nada disso.</p>
<p>Não, pelo contrário. <strong>São verdades &#8211; contestáveis é claro &#8211; mas verdades. </strong><br />
Eu descobri que não há coisa mais difícil do que encontrar alguém pra nos completar hoje em dia. Parece que tudo banalizou, mudou de tal forma&#8230; E embora eu não seja &#8216;velha&#8217; suficiente pra dizer que &#8216;no meu tempo não era assim&#8217;, eu vejo com muita tristeza que do meu nascimento pra cá as coisas deram aquela guinada de quase uns 180º &#8211; e isso me assusta! Talvez pela maneira &#8216;conservadora&#8217; (?) como fui criada, não sei. Não julgo mal, por exemplo, as pessoas que conseguem sair ficando com qualquer um por aí (não, às vezes até admiro!), ou apegar/desapegar facilmente &#8230; Admito que também não sou fácil de lidar, com toda essa minha inconstância, essa mania de enxergar as pessoas como elas são e não fingir gostar como muitos fazem, nem mesmo me deixar mudar por alguém&#8230; É, eu sou uma pessoa difícil de lidar (e talvez por isso tenha me conformado com o fato de estar sempre sozinha&#8230;). Se é trauma ou não, eu não sei.<br />
<strong>Do comecinho desse mês pra cá eu já entrei em mil e uma paranóias</strong> &#8211; coisa que nunca tive na vida, incrível &#8211; do gênero &#8220;Oh, meu Deus, vou passar o dia dos namorados sozinha!&#8221;. Confesso &#8211; fiquei mal, chorei, deprimi&#8230; Mas quando parei pra pensar de verdade sobre isso, a única coisa que consegui fazer foi rir de mim mesma. Como pode? Nunca tinha me perguntado o porquê de eu estar sozinha (acho que muita gente faz como eu: simplesmente acaba se achando o maior lixo do mundo e se culpando eternamente). Pois bem, perguntei à mim mesma: &#8220;Por quê?&#8221;. A verdade estava bem ali, ao lado. Coisa que eu falo pra tanta gente na hora de consolar e quase nunca lembro de aplicar à minha vida. <strong>Eu estou sozinha porque EU não me permito estar com ninguém</strong>. Porque eu espanto qualquer alma viva que se aproxime, com medo de me apegar. Porque eu escolho sempre aquelas pessoas que considero &#8220;inalcançáveis&#8221; (o nome já diz tudo). E quando, caso aconteça, um &#8220;inalcançável&#8221; passa a estar ao meu alcance, eu encontro um milhão de defeitos para não estar com ele. Eu fujo de relacionamentos. Se é trauma, medo, o que é eu não sei. Mas eu só consigo gostar de uma pessoa &#8211; há longos 6 anos (quase 7 já!) e me conformo por nunca ter sido querida por ela.<br />
Tá, tá, eu enjôo, eu boto defeito, eu critico, eu não aceito relacionamentos (a não ser quando são à distância ou EXPRESSAMENTE proibidos pelos meus pais), então POR QUE DIABOS ESSA CARÊNCIA TODA? Simples&#8230; <strong>é do ser humano essa necessidade de receber carinho, de se sentir querido, de poder trocar calor&#8230; é humana&#8230; e eu sou humana</strong> (por mais que odeie essa raça ¬¬). <strong>Eu não sei ter um relacionamento &#8216;aberto&#8217;, um algo que não seja sério. </strong>E eu não quero nada sério, porque não quero me prender à ninguém agora &#8211; estar presa à outra pessoa me irrita! Por mais conservadora que eu seja, por mais &#8220;BV&#8221; que eu seja (hahaha =X), por mais &#8220;santa&#8221; que me considerem nos grupos (afinal, até hoje eu sempre fui considerada a menos experiente em todos os grupos aos quais pertenci), por mais que haja fatores que me fazem chegar àquelas conclusões bizarras do gênero &#8220;homem nenhum presta&#8221;, ISSO TUDO NÃO É FATOR FIXO! Isso tudo é variável! <strong>Depende de mim</strong>. E não é só comigo, não. Descobri que tem MUITA gente que sofre tanto quanto eu do mesmo mal (ou de males parecidos). Enfim, o<strong> segredo é não precisar de ninguém pra ser feliz! Enquanto você não for capaz de ser feliz sozinho, não encontrará outra pessoa pra ser feliz com você. Depender dos outros não vale a pena &#8211; isso eu sempre soube.</strong></p>
<p>Enfim, falei um monte de baboseiras. A conclusão &#8211; nada a ver agora hein! &#8211; é que é difícil encontrar alguém que pense da mesma maneira que nós. Sempre. E por isso, vocês que têm namorado, aproveiteeeem! Não só amanhã, essa data comercial, mesquinha, presa à tradições tão pouco interessantes&#8230; Aproveitem cada segundo, cada instante, com demonstrações de carinho, com afeto, compartilhando idéias, fazendo aquilo que se tem vontade ao lado daquele que gosta. Não há nada melhor que amar e ser amadooo, aquele amor platônico que nem chega a ser amor, aquela paixãozinha adoescente que acomete não importa a idade&#8230; aproveitem&#8230;!<br />
Pra quem está sozinho (e eu me incluo agora!), aproveitemos também! À nossa maneira, curtindo aquilo que a solteirice proporciona, sem ficar procurando desesperado por alguém. <strong>Na hora certa alguém aparece.</strong> E NEM PENSE EM DIZER QUE A SUA HORA JÁ PASSOU. Ninguém sabe qual a hora certa (e é aí que está a graça &#8211; quando menos esperamos: puf! surge alguém).</p></blockquote>
<p>Claro que não tenho mais 16 anos, que o que eu quero agora é bem diferente do que queria naquela época. Mas a verdade é que os grifos &#8211; o principal &#8211; dizem tudo que eu precisava ouvir agora.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/fundo-do-bau-i.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bom dia, quarta-feira.</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/bom-dia-quarta-feira.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/bom-dia-quarta-feira.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 12:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1844</guid>
		<description><![CDATA[O despertador toca. Chuva batendo na janela. Organização mental. &#8220;Ligar pra ele. Ir ao mercado. Arrumar o guarda-roupas. Postar no vitrola. Mandar email pra galera. Ir à autoescola. Descobrir como chegar à Vila Madalena. Arrumar cabelo/roupa. Mas ah.. Ligar pra ele&#8230; É, ligar pra ele&#8230;&#8221;. Chuva batendo na janela. 9h10 no relógio. &#8220;Dez minutos pensando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O despertador toca. Chuva batendo na janela. Organização mental. &#8220;Ligar pra ele. Ir ao mercado. Arrumar o guarda-roupas. Postar no vitrola. Mandar email pra galera. Ir à autoescola. Descobrir como chegar à Vila Madalena. Arrumar cabelo/roupa. Mas ah.. Ligar pra ele&#8230; É, ligar pra ele&#8230;&#8221;. Chuva batendo na janela. 9h10 no relógio. &#8220;Dez minutos pensando no que preciso fazer? hunf&#8221;. Puxo o edredom e me cubro até a cabeça. &#8220;Preciso de força. Força&#8221;. Coloco o despertador pra tocar 9h30 e fico lá, sufocando no meu mundinho de medo, enquanto a chuva bate na janela. </p>
<p> </p>
<p>Despertador toca de novo. Chuva batendo na janela. Levanto, tomo um banho, café e pão quentinho me esperam na mesa. E eu corro pra vida, que correr dela, está comprovado, não me leva a lugar nenhum.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/bom-dia-quarta-feira.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fraquezas</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/fraquezas.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/fraquezas.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 00:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1840</guid>
		<description><![CDATA[Fraquezas. Somos cheios delas. Às vezes ficam ocultas por um bom tempo. Às vezes, a vida toda. Alguns não têm essa sorte; são assaltados por elas freqüentemente. Como eu. Eu vivo minhas fraquezas.
 
Durante grande parte da minha vida, fui incapaz de chorar. Incapaz de sentir pena, piedade, compaixão. Não sofria pelos outros, não sofria nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fraquezas. Somos cheios delas. Às vezes ficam ocultas por um bom tempo. Às vezes, a vida toda. Alguns não têm essa sorte; são assaltados por elas freqüentemente. Como eu. Eu vivo minhas fraquezas.</p>
<p> </p>
<p>Durante grande parte da minha vida, fui incapaz de chorar. Incapaz de sentir pena, piedade, compaixão. Não sofria pelos outros, não sofria nem mesmo por mim. Sorria sempre, uma forma de parecer forte &#8211; não importa quão despedaçada eu estivesse por dentro. De repente, reviravoltas. Eu, que sempre fui acostumada à vitória, deparei-me com derrotas sucessivas, arranhões dignos de cicatrizes horrendas. Pela primeira vez e numa estocada só, meu mundo caiu.</p>
<p> </p>
<p>Então eu levantei. Não olhei para trás, não é fácil seguir em frente quando se pensa naquilo que ficou. Lembrei que nunca deixei de realizar aquilo que sonhei. Que sempre consegui tudo o que tinha por objetivo. E simplesmente segui. Achei que fosse ser tudo como sempre foi, mas não. Algo mudou em mim. Talvez a dor tenha me feito humana. Eu enxerguei. Enxerguei o que o tempo todo esteve exatamente na minha frente sem que eu notasse. Vi que fingir alegria era me boicotar. Que só feria a mim mesma, mais ninguém.</p>
<p> </p>
<p>Aprendi, na marra, a chorar. Não tinha controle. E aí foi a fase manteiguinha derretida. É que a luta era grande (não que não seja mais) e eu chorava para não desistir. Cada vez que a fraqueza batia, deixava explodir. Foi me permitindo ter essas explosões que consegui chegar aos objetivos mais uma vez. </p>
<p> </p>
<p>Mas esse não foi o fim. Para chegar onde estou agora, retrocedi. Parece que o ser humano tem esse defeito de querer ser forte. De se mostrar capaz. E foi assim que, guardadas as devidas proporções, minhas vitórias, ainda que pequenas, inflaram meu ego mais do que deveriam. De um segundo para o outro, sem me pedir permissão, o auto boicote voltou à ativa &#8211; e lá estava eu, me segurando de novo. </p>
<p> </p>
<p>Às vezes, vestia a máscara da alegria excessiva. Às vezes, a da tristeza incomum. Eventualmente, surgia a máscara do despeito. &#8220;Não estou nem aí&#8221;. Só um idiota acreditaria em qualquer uma delas. Ninguém é cem por cento nada. Ninguém é só alegria, ou só tristeza. Ninguém tem um momento &#8220;nem aí&#8221; e sai dizendo isso por todos os cantos, simplesmente porque quando você realmente não está nem aí&#8230; Não está nem aí MESMO. Ignora os fatos, não debocha deles. </p>
<p> </p>
<p>Dessa vez funcionou menos do que de costume. O ano não estava nem na metade e eu já sentia as dores, o peso da verdade sobre mim. &#8220;Eu não vou conseguir&#8221;, era o que pensava. E dentro de mim, uma montanha russa de sensações fazia questão de funcionar 24 horas. Cedi. Cedi às máscaras, à dor. Passei a viver de reclamar, deixei de fazer a única coisa que podia me tornar vitoriosa. Fiquei esperando que tudo acontecesse sozinho, que as coisas viessem prontas em minha direção. </p>
<p> </p>
<p>Quando a paixão chegou, nem hesitei. Por que não me entregar? Já havia perdido tudo o que levara um tempão para conseguir. Não tinha nada a perder. Nos últimos anos, guardava amor e mágoas lado a lado. E não me permitia mais sentir. E como amei! Reprimi durante muito tempo todo e qualquer sentimento alheio a esse amor. Alimentei um fantasma, dormi com ele todas as noites, ano a ano. No dia em que, de surpresa, meu coração acelerou por outra pessoa da mesma maneira que havia acelerado 8 anos antes pelo fantasma, exatamente da mesma maneira, eu o libertei. </p>
<p> </p>
<p>Por algum tempo, eu vivi a vida de verdade, não aquela que criei pra mim. Foi paixão daquelas doentias, que tiram do sério. Senti coisas que não sentia há muito tempo. Fiz coisas que nunca tinha feito. Faria muito mais ainda, se o tempo não tivesse se encarregado de me mostrar que eu estava errada. Que não era mais adolescente, não devia mais agir como tal. Que a paixão, por mais intensa que fosse, não era a mesma dos dois lados &#8211; e que minhas expectativas não condiziam com o que o outro lado tinha a me oferecer. </p>
<p> </p>
<p>Misturaram-se a frustração de um amor não correspondido às consequências de minha irresponsabilidade. Estou aqui, no início de mais um ano, sem saber o que fazer, sem ter a quem recorrer, cheia de decisões a tomar sem que possa pedir ajuda. São decisões que cabem a mim. Não há certo ou errado. E aí eu choro. O ar me falta, a cabeça dói. Algumas vezes perco o controle do corpo, noutras estou rindo e fingindo que está tudo bem.</p>
<p> </p>
<p>Olhando de cima, tudo o que vejo são fraquezas. Fraturas expostas, tocadas, uma a uma. O que eu vivo são minhas fraquezas. O que não temo eu evito, o que me é seguro demais não me importa. Não sei se é algo significativo ou não, se enxergam minhas fraquezas como eu as enxergo. Eu só sei que eu não mudaria minha maneira de viver a vida. Talvez apenas umas coisa: essa minha mania de pensar demais antes de fazer. Isso é coisa de gente fraca.</p>
<p> </p>
<p>(Texto sem sentido e sem revisão. quem liga? O blog é meu.Hunf.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/fraquezas.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>uns e outros</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/uns-e-outros.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/uns-e-outros.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 05:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#Piegas[ON]]]></category>
		<category><![CDATA[#TVP]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[#Entrelinhas]]></category>
		<category><![CDATA[#Insônia]]></category>
		<category><![CDATA[#PieguiceExtrema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1697</guid>
		<description><![CDATA[ 
tão diferentes, tão distantes universos
se um é retiro espiritual, o outro é fantástico mundo
um já viveu tanto, o outro tão pouco
um é tão feliz , o outro tão triste
um é tão distante , o outro tão entregue
um se preserva tanto, o outro tanto se expõe
um já tem seus grandes amigos, o outro está ainda descobrindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<p>tão diferentes, tão distantes universos</p>
<p>se um é <strong>retiro espiritual</strong>, o outro é <strong>fantástico mundo</strong></p>
<p>um já <strong>viveu tanto</strong>, o outro <strong>tão pouco</strong></p>
<p>um é <strong>tão feliz</strong> , o outro <strong>tão triste</strong></p>
<p>um é <strong>tão distante</strong> , o outro <strong>tão entregue</strong></p>
<p>um <strong>se preserva tanto</strong>, o outro <strong>tanto se expõe</strong></p>
<p>um <strong>já tem seus grandes amigos</strong>, o outro<strong> está ainda descobrindo o que é amizade</strong></p>
<p>um <strong>deseja</strong>, o outro <strong>ama</strong></p>
<p>um <strong>vive </strong>, o outro <strong>sonha</strong></p>
<p>um <strong>aproveita </strong>, o outro <strong>planeja</strong></p>
<p>um <strong>aceita</strong> , o outro <strong>questiona</strong></p>
<p>um <strong>sabe</strong>, o outro <strong>quer saber</strong></p>
<p>um <strong>não quer</strong>, o outro <strong>quer</strong></p>
<p>um <strong>finge não ouvir</strong>, o outro <strong>finge não estar falando</strong></p>
<p> </p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">enquanto um </span>adquire repertório e experiência<span style="font-weight: normal;">, o outro</span> está apenas se iniciando<span style="font-weight: normal;">.<br />
então um</span> está sossegado<span style="font-weight: normal;">, o outro </span>não poderia estar mais aflito</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">(e nem mesmo a aflição consegue diminuir um pouco o efeito arrebatador que a paixão por um causou no outro<br />
se alguém tem de ceder, ele cede, um recebe do outro tudo que quiser)</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>e a parte em que o outro <strong>virá logo a ser só um pedacinho insignificante da história</strong> de um</p>
<p>dói  só no primeiro, o lado mais fraco</p>
<p> </p>
<p>mesmo assim</p>
<p>este só se sente tentado a uma coisa:</p>
<p>dizer <strong>&#8220;eu te amo&#8221; </strong>infinito</p>
<p>em silêncio, com os olhos</p>
<p>quantas vezes puder</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>até o dia em que tudo (tudo o quê?)</p>
<p>até o dia em que isso acabar</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>seja lá o que isso for.</p>
<p>porque assim como <strong>um pode ser o inverso do outro</strong>,</p>
<p><strong>nada impede que estes </strong><strong>sejam</strong>, na verdade, não o inverso, mas<strong> a metade</strong>.</p>
<p> </p>
<p>dizem por aí, afinal, que <strong>yin e yang se complementam</strong>.</p>
<p> </p>
<p>e o consolo dessa vez não é de que tudo sempre pode piorar, não.<br />
o consolo hoje é também a verdade e a razão do desespero: <strong>a verdade é que tudo vai passar</strong>. </p>
<p> </p>
<p>(alguém diz pro outro ir dormir ao invés de passar  madrugada chorando em frente ao computador enquanto o um &#8211; sem vergonha &#8211; o um&#8230; sabe-se lá onde o um se meteu?)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/uns-e-outros.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>quinta-feira à noite</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/quinta-feira-a-noite.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/quinta-feira-a-noite.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 00:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1694</guid>
		<description><![CDATA[22h. coração apertado, nó na garganta, desespero. colbie caillat no player mental.     &#8212;-aleatoriedades em questão    2009 amor saudade  medo  dúvida expectativas frustrações dores  tudojuntoemisturado       (maldita sms, malditos emails e maldita dependência)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>22h. coração apertado, nó na garganta, desespero. colbie caillat no player mental.     <em>&#8212;-aleatoriedades em questão</em>    2009 amor saudade  medo  dúvida expectativas frustrações dores  <strong>tudojuntoemisturado</strong>       (maldita sms, malditos emails e maldita dependência)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/quinta-feira-a-noite.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>quinta-feira à tarde</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/quinta-feira-a-tarde.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/quinta-feira-a-tarde.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 16:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#Piegas[ON]]]></category>
		<category><![CDATA[O Fantástico Mundo de Ariane]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[Diretamente do Mundo dos Outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1691</guid>
		<description><![CDATA[14h. silêncio indesejado: o cd acabou. falta de coragem de apertar play em qualquer coisa.
falta de vontade de pensar.
&#8212;pensamentos aleatórios que deveriam ser enviados por telepatia
os efeitos do meu sagrado remédio &#8211; você &#8211; passaram. quero, preciso loucamente de mais. de novo. muito. pra sempre.
agora.
minha droga, meu vício.
você. é só o que me falta aqui.
(contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>14h. silêncio indesejado: o cd acabou. falta de coragem de apertar play em qualquer coisa.</p>
<p>falta de vontade de pensar.</p>
<p>&#8212;<em>pensamentos aleatórios <span style="text-decoration: line-through;">que deveriam ser enviados por telepatia</span></em></p>
<p>os efeitos do meu sagrado remédio &#8211; você &#8211; passaram. quero, preciso loucamente de mais. de novo. muito. pra sempre.<br />
agora.</p>
<p>minha droga, meu vício.<br />
você. é só o que me falta aqui.</p>
<p>(contra a minha vontade, vou deitar. só o que me resta, longe de ti, é sonhar)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/quinta-feira-a-tarde.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>quinta-feira de manhã</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/pensamentos-de-uma-quinta-de-manha.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/pensamentos-de-uma-quinta-de-manha.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 13:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#Entrelinhas]]></category>
		<category><![CDATA[#PieguiceExtrema]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[apaixonada]]></category>
		<category><![CDATA[ariane freitas]]></category>
		<category><![CDATA[egoísmo]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[lovemaltine]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
		<category><![CDATA[microvida]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos aleatórios]]></category>
		<category><![CDATA[pieguice]]></category>
		<category><![CDATA[quinta-feira]]></category>
		<category><![CDATA[saudades]]></category>
		<category><![CDATA[teorias furadas]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1686</guid>
		<description><![CDATA[no relógio, 8h. na vitrola, Mart&#8217;nália. na cabeça&#8230; bom, na cabeça a resposta é bem previsível.
&#8212; pensamentos aleatórios ajuntados pra serem guardados num potinho:
se eu pudesse &#8211; ah! se eu pudesse&#8230; &#8211; fotografava cada uma das suas expressões e colava todas elas na minha parede, pra ficar olhando o dia todo. o biquinho de beijo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>no relógio, 8h. na vitrola, Mart&#8217;nália. na cabeça&#8230; bom, na cabeça a resposta é bem previsível.</p>
<p><em>&#8212; pensamentos aleatórios ajuntados pra serem guardados num potinho</em>:</p>
<p>se eu pudesse &#8211; ah! se eu pudesse&#8230; &#8211; fotografava cada uma das suas expressões e colava todas elas na minha parede, pra ficar olhando o dia todo. o biquinho de beijo, a carinha de mimimi, o sorriso, o olharzinho malandro&#8230; se bem que&#8230; fotografaria, sim, e esconderia todas num lugar em que só eu pudesse ver. só eu. se eu pudesse&#8230; eu pegaria você todinho só pra mim.</p>
<p>(e eu ainda não sei diferenciar um astra de um civic de longe no escuro. nem um fiesta de um focus, ou um picasso de um 307. eu preciso de óculos e um pouco de atenção no mundo, que minha cabeça anda completamente nas nuvens. não que isso importe, claro.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/pensamentos-de-uma-quinta-de-manha.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2009</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/2009.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/2009.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 18:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Fantástico Mundo de Ariane]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[#Comofas//?]]></category>
		<category><![CDATA[#Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[#Explosões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1676</guid>
		<description><![CDATA[
Alguns viram o ano comemorando. Outros vendo os fogos, fazendo simpatias, orando, agradecendo, pedindo. Eu, caros leitores (supondo que haja alguém para ler &#8211; assim é que são escritos todos os textos), virei o ano sentada no sofá, telefone na mão, turbilhão de pensamentos.
Não quis ir até a praia ver queima de fogos nenhuma, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3104/3155922939_7fde8a1087.jpg?v=0" alt="" width="400" height="269" /></p>
<p>Alguns viram o ano comemorando. Outros vendo os fogos, fazendo simpatias, orando, agradecendo, pedindo. Eu, caros leitores (supondo que haja alguém para ler &#8211; assim é que são escritos todos os textos), virei o ano sentada no sofá, telefone na mão, turbilhão de pensamentos.</p>
<p>Não quis ir até a praia ver queima de fogos nenhuma, não quis ligar o rádio ou coisa parecida. Sentei-me no sofá, sozinha na gigante casa de praia, olhei para o aparelhinho que ultimamente tem sido meu único meio de contato com o mundo (e com ele, sempre ele) e paralisei. Acho que gastei alguns minutos paralisada, até que o aparelho vibrou &#8211; mensagem de amigos e mais amigos, pessoas que eu realmente posso dizer que amo &#8211; fazendo com que eu voltasse ao mundo &#8220;real&#8221; (se é que o meu mundinho não pode também ser chamado assim).</p>
<p>Nas primeiras horas desse 2009, pensei em muita coisa. Em como tudo tem acontecido de maneira inesperada na minha vida, que já foi tão previsível. Não cheguei a conclusão nenhuma. Se tivesse chegado, seria às conclusões erradas. Sim, porque desde o dia primeiro muita coisa mudou.</p>
<p>Muita coisa se fez e desfez no meu coração, e eu já não me sinto tão deslumbrada quanto antes. Acho que nem deveria. De vez em quando é bom encarar que a verdade não é tão doce quanto me faz pensar meu fantástico mundo. É, o mundo não é sempre fantástico, os amores nem sempre são correspondidos, as coisas nem sempre seguem o rumo planejado. Às vezes chove exatamente no dia em que você foi à praia. Às vezes é bem no dia em que você se prepara pra fazer aquele programinha de frio que faz aquele calor desesperador. Às vezes as pessoas erram tentando acertar, às vezes quem mais queremos por perto precisa ir embora. Às vezes quem mais pensamos merecer nosso amor não é digno nem do nosso olhar. Às vezes um inimigo tem mais serventia do que um suposto amigo.</p>
<p>A vida é cheia desses &#8220;às vezes&#8221;. A vida é cheia de &#8220;e se?&#8221;s e de ironias maldosas. A vida também é cheia de alegrias, é só saber de qual ângulo olhar.</p>
<p>Agora mesmo, estou olhando de um ângulo que, embora seja cruel o suficiente para me entristecer por dias, é também o melhor que eu poderia ter escolhido. Tem coisas que estão fadadas ao fracasso. Aquelas que doeriam a qualquer instante. Nessas horas, prefiro a dor precoce. Prefiro conhecer o terreno no qual piso. E é muito, muito melhor quando descobrimos estar cavando no lugar errado antes de cansar. E eu estava. Meu tesouro não está aqui. O meu dilema é: devo preencher o que cavei até agora antes de partir em busca do lugar certo ou simplesmente abandonar o buraco vazio e ir viver minha eterna busca sem pensar na falha novamente?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/2009.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesadelo</title>
		<link>http://lovemaltine.com.br/pesadelo.html</link>
		<comments>http://lovemaltine.com.br/pesadelo.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2008 13:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[#PieguiceExtrema]]></category>
		<category><![CDATA[#Sonhos&Pesadelos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lovemaltine.com.br/?p=1634</guid>
		<description><![CDATA[
- Você&#8230; Sabe, eu não sinto você como antes&#8230; É como se não gostasse mais de mim, por quê? Por que eu sinto isso?
- Porque eu não gosto mesmo de você.
 
 
É. E eu não vou mandar mensagens e correr o risco de receber um &#8220;:)&#8221; de volta.  Nem quero pensar na possibilidade de perguntar se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1234/1479860784_894b89bd78.jpg?v=0" alt="" width="500" height="306" /></p>
<blockquote><p>- Você&#8230; Sabe, eu não sinto você como antes&#8230; É como se não gostasse mais de mim, por quê? Por que eu sinto isso?<br />
- Porque eu não gosto mesmo de você.</p></blockquote>
<p> </p>
<p> </p>
<p>É. E eu não vou mandar mensagens e correr o risco de receber um &#8220;:)&#8221; de volta.  Nem quero pensar na possibilidade de perguntar se isso é verdade. Já aconteceu com ele, e ele quase apanhou por ter me perguntadose eu ainda gostava dele. Mas tá dolorido, tudo. Porque não dormi direito graças a esse sonhozinho. E porque, muitas vezes, mesmo sem saber o porquê, eu sinto que isso é realmente verdade.</p>
<p> Agora&#8230; Alguém me explica por que eu só ganhei de Natal um baú de angústias?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lovemaltine.com.br/pesadelo.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
