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	<title>lovemaltine &#187; #Bobagens</title>
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		<title>Sexta-FAIL</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 04:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sexta-feira. Pós prova de Realidade Socio-Economica e Política Brasileira. Bar com os amigos&#8230; 23h. Estava feliz. Quer dizer, a mexicana da outra sala tinha chegado há pouco e podia ter sentado em qualquer lugar &#8211; eram várias mesas; muita, muita gente &#8211; mas ela sentou bem ao meu lado. Ok, ok; o papo estava legal e eu já não cultivava por ela a antipatia gratuita que durante um tempo viveu .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta-feira. Pós prova de <em>Realidade Socio-Economica e Política Brasileira</em>. Bar com os amigos&#8230; 23h. Estava feliz.</p>
<p>Quer dizer, a mexicana da outra sala tinha chegado há pouco e podia ter sentado em qualquer lugar &#8211; eram várias mesas; muita, muita gente &#8211; mas ela sentou bem ao meu lado. Ok, ok; o papo estava legal e eu já não cultivava por ela a antipatia gratuita que durante um tempo viveu no meu coraçãozinho humano, cheio de defeitos. De repente, entre um gole e outro de Coca-cola (<em>no alcohol to make things look better, babies!</em>), a bonita me solta, com um sorriso de orelha a orelha:<br />
 &#8211; Nooossa, meeeu, você conhece Fulaaaanooooooo*!</p>
<blockquote><p>Eu preciso fazer uma pausa nesse momento pra descrever o que aconteceu na mesa. Todos os meus amigos conhecem a história do Fulano. Ele é chamado de &#8220;aquele que não deve ser nomeado&#8221; e gera rodas de debate histéricas frequentemente. Quando ela disse o nome dele <strong>PRA MIM</strong>, caras de &#8220;TENSO&#8221; se espalharam pela mesa. Ninguém acreditou no que estava acontecendo. Capiau botou seu copo na mesa, Bruno engasgou com a cerveja, Tory e Francisco se entreolharam. Ninguém conseguia imaginar qual seria minha reação. Nem eu.
</p></blockquote>
<p>Sim, eu. Voltemos à mesa.<br />
 &#8211; Nooossa, meeeu, você conhece Fulaaaanooooooo!<br />
Eu fiquei completamente sem reação. Acho que por reflexo, pra não deixá-la estender o assunto, tudo o que consegui fazer foi responder, na lata.<br />
- É. Ele é meu ex. <em><strong>O</strong></em> ex.<br />
Levantei da cadeira e nem vi. Olhei para os lados. Fingi arrumar o vestido. Sentei de novo. Enquanto isso, Francisco trocava olhares com a Tory e tentava arranjar alguém corajoso o suficiente pra mudar de assunto. Sim, porque nem com a minha big dica a querida mudou de assunto.<br />
- Ah, ele é tão fofo, né? Muito fofo, já tive uma quedinha por ele, uma super quedinha, mas aí superei ficando com outras pessoas e<br />
tudo mais..<br />
- É, é sim, irresistível ele.<br />
- Ah, só tem uma coisa, né? Ele é FREAK. Você sabe, né? Não que eu não goste, eu ADORO ele&#8230; Mas ele é muito freak.<br />
- Sei&#8230; (Estava oscilando entre me dar um tiro na cabeça ou voar no pescoço dela.)<br />
- A última vez que o vi, ele cuidou de mim&#8230; A gente saiu de balada e eu até vomitei no carro dele &#8230; (pense numa história bizarra sobre a balada e sobre ela ter passado mal &#8211; com ele cuidando.). Só sei que fomos buscar minha irmã, ele queria ver minha irmã, ele gost&#8230; (mudando o tom) Ele era amigo dela, era só pra vê-la mesmo. Enfim, ele é o cara mais fofo do mundo. Tô morrendo de saudades dele, não vejo faz tempo&#8230;<br />
- Ah é, acho que tem mais ou menos um mês que eu pedi pra ele por favor não aparecer mais na minha frente. Tô evitando, sabe como é, ainda gosto, difícil ver e tal.<br />
- Ah, sei como é, é foda. Ainda mais ele, ele é tão carinhosooo&#8230; Tô com tanta saudade&#8230; Tanta! Onde ele mora mesmo?<br />
- Perto do Shopping Santa Cruz. Tá com saudade, é? Faz assim, qualquer hora a gente marca algo. Saímos os três, que tal?<br />
- Muito legal!<br />
- Ok, combinado então.<br />
Ela pensou em falar alguma coisa, talvez fosse contar outra história bizarra. Olhei pro Francisco, já desesperado, e disse &#8220;Tá tarde&#8230;&#8221;. Levantamos, nos despedimos e fomos embora. MESMO.</p>
<p>A paz voltou a reinar na mesa&#8230; E eu, definitivamente, passei a gostar da mexicana.  É, geralmente quem dá esse tipo de EPIC FAIL sou eu. </p>
<p>Palavra do dia:<br />
TENSO.</p>
<p>*O nome de Fulano foi preservado mais em respeito a mim do que a qualquer outra pessoa. Fica a dica.</p>
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		<title>O dia em que eu surtei</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 16:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota: É só mais um surto ridículo de fangirl. Eu sempre vi milhares de pessoas famosas pela Paulista, de cantor da Fresno, ex-protagonista da malhação e ícones do underground até ator global, passando pela Monique Evans e pelo travesti do Ronaldo. Celebridades e pseudocelebridades que eu olhava, respeitava e tratava de igual pra igual. Porque eu sei que se eu fosse famosa e estivesse na minha, caminhando pela rua, jantando .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2604" title="1224603400091_f" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/04/1224603400091_f.jpg" alt="1224603400091_f" width="500" height="375" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Nota: É só mais um surto ridículo de fangirl.</p>
</blockquote>
<p>Eu sempre vi milhares de <strong>pessoas famosas</strong> pela Paulista, de cantor da Fresno, ex-protagonista da malhação e ícones do underground até ator global, passando pela Monique Evans e pelo travesti do Ronaldo. <strong>Celebridades e pseudocelebridades</strong> que eu olhava, respeitava e tratava de igual pra igual. Porque eu sei que se eu fosse famosa e estivesse na minha, caminhando pela rua, jantando ou alugando um filme nos arredores da minha casa, eu simplesmente não ia gostar de uma louca surtando e pulando em mim.</p>
<p>Ok. Eu sempre odiei fãs <span style="text-decoration: line-through;">loucos e ridículos</span>.</p>
<p>SÓ QUE, não é segredo pra ninguém, eu já fui <strong>a fã mais alucinada do mundo</strong>. Sim. Passava o dia inteiro lendo, vendo fotos, procurando notícias, assistindo a vídeos, ouvindo a músicas. Eu era uma bitolada e <strong>meu mundo era a Pitty</strong>. Não havia uma pergunta que você fizesse sobre ela e eu não fosse capaz de responder. Passou (eu pelo menos achei que tivesse passado) quando saí da adolescência. Ficou só minha paixão doentia pelo <strong>Martin Mendonça</strong> (para os leigos, o <span style="text-decoration: line-through;">cara mais delícia do mundo</span> guitarrista dela). Então, até ontem, eu me considerava absolutamente curada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2607" title="521651365_ba2da96fe7_b" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/04/521651365_ba2da96fe7_b.jpg" alt="521651365_ba2da96fe7_b" width="430" height="574" /></p>
<p><strong>ACONTECEU ASSIM</strong>: Estava a caminho da estação Brigadeiro com Clara, Francisco, Tory e Leonardo, como de costume. Rigonatti me ligou, estávamos conversando, alguém falou que precisava ver um DVD e entrou na 2001. Eu fiquei do lado de fora, ao telefone. (Já estava alterada por causa da minha nota no trabalho de Comunicação Comparada que, milagrosamente, veio com um &#8220;DEZ! Impecável!&#8221; escrito e um &#8220;Parabéns!&#8221; diretamente dos lábios do professor.)</p>
<p>Quando desliguei e fui entrar, já sozinha, vi um cara <strong>absolutamente maravilhoso</strong> vindo na minha direção. Na direção da porta, <span style="text-decoration: line-through;">infelizmente</span> na verdade. E aí bateu a sensação de &#8220;nossa, conheço esse cara!&#8221;. Normal, sinto isso o tempo todo, especialmente depois que comecei a usar o Twitter, há dois anos. Mas olhei pro braço dele e vi um &#8220;Tomaz&#8221; tatuado. Tudo ficou claro pra mim. E escuro ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<div id="attachment_2610" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-2610" title="1200243607_f" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/04/1200243607_f.jpg" alt="Martin, Tomaz e a tatuagem que mudou minha vida" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Martin, Tomaz e a tatuagem que mudou minha vida</p></div>
<p><strong>PUTAQUEPARIU, MAN, É O MARTIN MESMO!!!!!</strong> Ok. Abrimos a porta ao mesmo tempo, ele acenou com a cabeça num &#8220;obrigado&#8221; e foi embora. FOI EMBORA. E eu não fiz nada. Imagina, eu? Tímida do jeito que eu sou. <span style="text-decoration: line-through;">Burra do jeito que eu sou&#8230;</span>  Entrei, completamente desesperada, com o coração a mil. Fui contar pro pessoal, ninguém me dava bola, ninguém nem sabia quem era Martin. E eu ainda me via obrigada a disfarçar porque, OI?, ninguém que trabalha na locadora precisava ver uma doida s<strong>urtando por ver o Martin Mendonça</strong>.  Desisti de tentar contar pra alguém e fui virar pra ir embora. A bolsa esbarrou numa coluna gigante e <strong>DERRUBEI A MALDITA COLUNA</strong>. Sem que eu visse. Só escutei uns &#8220;Ariane, ariane, arianeeeeeeee&#8221; e ploft! Já estava no chão. Quando virei pra olhar a besteira que tinha feito, onde estava a coluna eu vi&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2611" title="1232666709576_f" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/04/1232666709576_f.jpg" alt="1232666709576_f" width="391" height="500" /></p>
<p><strong>ELA! A PITTY! LINDA, MARAVILHOSA E BLASÉ COMO EU SEMPRE IMAGINEI</strong>. Em volta, algumas pessoas correndo pra levantar o que eu tinha derrubado, óbvio. Mas a Pitty estava lá. Parecia uma bonequinha, vestidinho cor-de-rosa, cabelos presos pra trás. Virei, roxa, pra Clara e falei, lágrimas nos olhos: <strong>&#8220;Clarinha, a Pitty tá aqui&#8221;</strong>.<span style="text-decoration: line-through;"> A última vez que senti isso foi quando conheci o Sérgio Mallandro e o Bozo, aos quatro anos.</span> Com um desespero que ninguém imagina. E falei &#8220;Eu vou embora. Eu preciso ir embora daqui&#8221;. Enfim. Eu não vi mais nada. Fiquei surtando várias e várias vezes na minha, em silêncio. E NÃO FUI FALAR COM ELA. Eu li a vida inteira que ela odeia isso. Do jeito que eu estava, corria o risco de tomar <a href="http://pitty.com.br/blog.php?id=123">uma leve cortadinha</a>. Não queria meu ídolo me achando ridícula. (Se bem que, depois de derrubar uma coluna na locadora, certamente, se ela tivesse de ter alguma opinião sobre mim, seria essa! hahaha). Prefiro que ela continue sem saber da minha existência. </p>
<p>Pausa. Eu sei que pareço uma menininha de 12 anos contando essa história. Foi como me senti naquela hora também. Gente, como eu chorei. Como eu chorei na rua, como eu chorei quando eu cheguei em casa, como eu chorei hoje de manhã quando ouvi minha mãe e minha irmã me zoando na cozinha sem saber que eu estava acordada e ouvindo. Dói ouvir algumas coisas, por mais que sejam verdade.</p>
<p>Eu chorei. E eu não ligo, porque eu não tive controle sobre nada do que eu senti. Fiquei sem chão como nunca tinha ficado antes. Eu, que tenho contato com gente assim o tempo todo. Eu, que  já havia imaginado a possibilidade de encontrá-la pela Paulista várias vezes, pensado numa situação absolutamente normal. Eu quase morri, de verdade. Mas quem sou eu pra falar em sanidade? Olha a cara que eu tenho tido nos últimos dias!</p>
<p> </p>
<div id="attachment_2612" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-2612" title="1238409970511_f" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/04/1238409970511_f.jpg" alt="Anotem: isso é tudo que verão sobre meu aniversário nesse blog. TUDO." width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Anotem: isso é tudo que verão sobre meu aniversário nesse blog. TUDO.</p></div>
<p>Podem rir de mim agora, eu não ligo. Eu sei que é ridículo, também vou rir um dia. Por enquanto, eu ainda <strong>não acredito</strong>. E o <em>não acredito</em> não se refere ao fato de ter visto a Pitty, não. O <em>não acredito</em> aqui é relacionado à minha reação. </p>
<p> </p>
<p><strong>Eu não acredito que tô entrando em crise existencial por causa de um dez, um aniversário insano, <span style="text-decoration: line-through;">um pouquinho de álcool</span></strong><strong>, uma queda no vão do metrô e um encontro com meus ídolos</strong>.</p>
<p>Preciso de tratamento, urgente.</p>
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		<title>Melhores amigos de infância</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 03:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi tudo sensacional como há muito não era. Inesperado também. Engraçado: eu tenho essa queda pelo inesperado. Quando algo me pega desprevenida, tendo a gostar muito mais. Às vezes, mais até do que deveria. Hoje eu não estou preocupada com o quanto devo ou não gostar: hoje eu apenas fui feliz. E nada sei sobre isso. Só sei que eu estava lá, ele também: e uma amiga. Aí vieram a .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi tudo <strong>sensacional</strong> como há muito não era. <strong>Inesperado</strong> também. Engraçado: eu tenho essa queda pelo inesperado. Quando algo me pega desprevenida, tendo a gostar muito mais. Às vezes, mais até do que deveria. Hoje eu não estou preocupada com o quanto devo ou não gostar:<strong> hoje eu apenas fui feliz</strong>. E nada sei sobre isso.</p>
<p>Só sei que eu estava lá, ele também: e uma amiga. Aí vieram a <strong>capirinha</strong>, a <strong>garçonete gostosa</strong>, a <strong>Bettie Page</strong>, as visões começaram a se embaralhar, a verdade foi dita num tom mais alto&#8230; E o <strong>silêncio constrangedor</strong> (não tão constrangedor assim) soou melhor do que qualquer música soaria.</p>
<p>No mais, hoje entendo alguns amigos e me sinto mal por ter batido neles tantas vezes, ou ter lhes tomado o celular quando o álcool começava a pedir licença e correr atrás de seus amores. Deixa mandar, deixa dizer o que é preciso. Nessas horas é que muitas coisas se resolvem. (O que não significa necessariamente que darão certo, é fato!)</p>
<p>A propósito, eu ainda volto lá pra ver Bettie Page de novo. E <strong>contar segredinhos, presenciar DRs, rir à beça</strong>, ficar fedendo ao <strong>cigarro alheio</strong>, beber um pouco a mais <span style="text-decoration: line-through;">e dizer à garçonete o que me deu vontade de dizer</span>&#8230; Só não volto lá pra me<strong> humilhar</strong> de novo.</p>
<p>Como <strong>o tempo passa</strong>: ontem eu não sabia o que prestar no vestibular. Hoje estou no segundo ano de duas faculdades. Duas&#8230; Apaixonada pelas duas. Ontem eu era fria e não me apegava a ninguém: hoje tenho amigos. Ontem eu sofria calada, hoje, embora o sofrimento seja outro, não tenho medo de gritar pro mundo. É! <strong>EU AMEI, EU FUI INFELIZ!</strong> Viro uma ou mais duas doses, trago o cigarro alheio, beijo a primeira boca que se insinuar pra mim e vou levando. A vida é isso, um cai-levanta dos infernos. Baixo astral &#8211; ou não.</p>
<p>Eu estou vivendo, finalmente. E se alguém tiver de me censurar por isso, sou eu. Mas hoje não, hoje estou feliz.</p>
<p>A propósito, caso <em><strong>você</strong></em> esteja lendo isso&#8230; <a href="http://grifatexto.blogspot.com/2009/03/11-sms.html">Nem sempre o que dizemos se parece conosco</a>.</p>
<p>Agora eu vou dormir. <em>Labor uocat me</em>.</p>
<p>AHHH! Esse é o post 600 do lovemaltine. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Good news for people who love bad news</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 18:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como esse blog anda muito baixo astral, vim dar uma boa notícia: A taquara rachada Bruxa do 71 minha maravilhosa professora de Língua Portuguesa resolveu finalmente aceitar meu aproveitamento de estudos e eu não tenho mais a primeira aula às segundas feiras à noite. Não é lindo? (ok, não é nada demais, mas porra, uma prova a menos todo bimestre!) (Em tempo: Ainda bem que ela me liberou antes de .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><div id="attachment_2370" class="wp-caption aligncenter" style="width: 422px"><img class="size-full wp-image-2370" title="bruxa" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/03/bruxa.jpg" alt="&quot;Satanás! Aonde está você, Satanáááás???&quot;" width="412" height="306" /><p class="wp-caption-text">&quot;Satanás! Aonde está você, Satanáááás???&quot;</p></div><br />
</center><br />
Como esse blog anda muito <strong>baixo astral</strong>, vim dar uma <strong>boa notícia</strong>: A <span style="text-decoration: line-through;">taquara rachada Bruxa do 71</span> minha maravilhosa professora de Língua Portuguesa resolveu finalmente aceitar meu <strong>aproveitamento de estudos</strong> e eu não tenho mais a primeira aula às segundas feiras à noite. Não é lindo? (ok, não é nada demais, mas porra, uma prova a menos todo bimestre!)</p>
<p>(Em tempo: Ainda bem que ela me liberou antes de descobrir que era eu cantando <em>a la</em> Pato Donald ontem. Cismou que era alguém imitando a voz dela! Pelo menos a bonita tem noção da voz que tem. 8D~)<br />
A propósito, vou deixar aqui algo que ela nos questionou e que realmente mudou a minha vida. Para reflexão:</p>
<blockquote><p><em>O que seria da Branca de Neve sem a maçã?</em></p></blockquote>
<p>Er &#8230; não, não vou colocar minha opinião aqui. Mas tô perdendo muito de não ter essas aulas, hein? Afinal, como diz nossa <span style="text-decoration: line-through;">Dona Clotilde particular</span> adorada mestra, <em>&#8220;Jornalista precisa exercitar o espírito crítico-reflexivo</em>&#8220;. E onde mais terei propostas de reflexão como essa?</p>
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		<title>Tô querendo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 16:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já que é carnaval, né? Já escolhi minha fantasia. hahaha! (Tá, por mais sexy que seja uma fantasia de diabinha Bettie Page, suuuper pinup e tal&#8230; Não vai rolar pra mim. Dela eu só tenho os cabelos mesmo. HAHA. Aliás, achei umas fotos da Bettie que JESUS! Pena que ela está nua e, já que foto de mulher bonita, sensual, gostosa e pelada não faz parte do script desse blog, .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que é carnaval, né? Já escolhi minha fantasia. hahaha!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2258" title="31598" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/31598.jpg" alt="31598" width="485" height="948" /></p>
<p>(Tá, por mais <em>sexy</em> que seja uma fantasia de diabinha Bettie Page, suuuper pinup e tal&#8230; Não vai rolar pra mim. Dela eu só tenho os cabelos mesmo. HAHA. Aliás, achei umas fotos da Bettie que JESUS! Pena que ela está nua e, já que foto de mulher bonita, sensual, gostosa e pelada não faz parte do script desse blog, eu não postarei aqui. Fica só pra mim =P. haha, zoui, é só que a musa é minha e eu sou ciumenta.)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alimentando os gatinhos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 16:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[OUN *_* Via StumbleUpon.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2171" title="farmcats" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/farmcats.jpg" alt="farmcats" width="471" height="600" /></p>
<p>OUN *_*<br />
Via <em>StumbleUpon</em>.</p>
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		<title>lembrancinhas aleatórias</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 12:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#AméliePoulain]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[o que cada imagem me lembrou essa manhã. lembrou a tory e nosso lindo 2008. lembrou meu amor antes de nos conhecermos. lembrou o tagliati, amigo de quem eu tanto me afastei sem querer. lembrou a sensação que tive as férias inteiras. lembrou o quanto eu mudei (e ela também) e o porquê de eu não gostar dela tanto quanto antes. lembrou que ainda dá tempo de ser feliz. então .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>o que cada imagem me lembrou essa manhã.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2123" title="hvrnxsonxjrivmbhpmrhyq8xo1_500" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/hvrnxsonxjrivmbhpmrhyq8xo1_500.jpg" alt="hvrnxsonxjrivmbhpmrhyq8xo1_500" width="500" height="419" />lembrou a <a href="http://toryyyy.blogspot.com">tory</a> e nosso lindo 2008.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2124" title="8ql9g8zo7jhj78h5c4vsqsqyo1_500" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/8ql9g8zo7jhj78h5c4vsqsqyo1_500.jpg" alt="8ql9g8zo7jhj78h5c4vsqsqyo1_500" width="500" height="333" /></p>
<p>lembrou <a href="http://omarxarifado.wordpress.com">meu amor</a> antes de nos conhecermos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2125" title="aofntgjx9jq71tmmvtgzwjrno1_500" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/aofntgjx9jq71tmmvtgzwjrno1_500.jpg" alt="aofntgjx9jq71tmmvtgzwjrno1_500" width="500" height="658" /></p>
<p>lembrou o <a href="http://blog.tagliati.com.br">tagliati</a>, amigo de quem eu tanto me afastei sem querer.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2126" title="20081206105540" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/20081206105540.jpg" alt="20081206105540" width="370" height="360" />lembrou a sensação que tive as férias inteiras.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2127" title="quase-bettie" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/quase-bettie.jpg" alt="quase-bettie" width="322" height="489" />lembrou o quanto eu mudei (e ela também) e o porquê de eu não gostar <a href="http://pitty.com.br/blog.php">dela</a> tanto quanto antes.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-2128" title="ikria1qkbjq0ywtghev9s4lbo1_500" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2009/02/ikria1qkbjq0ywtghev9s4lbo1_500.jpg" alt="ikria1qkbjq0ywtghev9s4lbo1_500" width="469" height="700" />lembrou que ainda dá tempo de ser feliz.<br />
então eu vou correr lá enquanto eu posso. <img src='http://lovemaltine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>bom dia</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 16:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[    como vai?, perguntam. geralmente eu estou paixão, mas hoje acordei toda saudades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p><em>como vai?</em>, perguntam.<br />
geralmente eu estou paixão, mas hoje acordei toda saudades.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Paixão Lámen</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 01:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Instantânea. A chamada paixão de metrô. Aquela que começa num olhar cruzado e termina na estação de quem desembarcar primeiro.   (Geralmente a gente não encontra essa pessoa nunca mais. Ver uma foto dela no álbum de um amigo é tipo MUITO pra qualquer cabeça. Pode ser um sinal, pode ser uma coincidência, e pode ser mais uma das paranóias da minha vida-novela.) Tô na chuva, meu bem. Quero mais .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3119/2576454635_4038c5074b.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Instantânea. A chamada paixão de metrô.</p>
<p>Aquela que começa num olhar cruzado e termina na estação de quem desembarcar primeiro.<br />
 </p>
<p>(Geralmente a gente não encontra essa pessoa nunca mais. Ver uma foto dela no álbum de um amigo é tipo MUITO pra qualquer cabeça. Pode ser um sinal, pode ser uma coincidência, e pode ser mais uma das paranóias da minha vida-novela.)</p>
<p>Tô na chuva, meu bem. Quero mais é me molhar, mesmo. Cansei de ficar esperando na calçada, contando com a lona de alguma loja, desprevenida. Não foi no metrô,  óbvio. Só usei da metáfora. Foi na Campus Party. E não foram nem segundos. Foi só um olhar cruzado, logo no início do dia.</p>
<p>(Ok. Quase na hora de ir embora, houve abordagem, confesso. Ele tentou &#8211; e eu não acreditei! &#8211; mas eu não pude conversar naquela hora. &#8220;Oi, está acampada aqui?&#8221; &#8220;Oi? Não&#8230; E você?&#8221; &#8220;Não, tô a trabalho&#8230; Quero te conhecer, posso?&#8221; &#8220;Agora?&#8221; &#8220;Agora!&#8221; &#8220;Jantar&#8230; Inadiável. Mais tarde, pode ser?&#8221; &#8220;Promete?&#8221; &#8220;Prometo!&#8221;. Na verdade, eu fiquei tão sem reação que, ao dizer que conversaria mais tarde, não me toquei de que aquilo mais parecia desculpa de quem quer dizer &#8220;não&#8221; do que qualquer outra coisa. Não nos encontramos mais depois disso. É claro que foram três dias em que meus olhos involuntariamente passearam o Centro de Exposições várias vezes procurando cruzar com os dele de novo. Nada.) </p>
<p>Pausa de quinze dias. Nem lembrava mais de nada. Daí ele aparece numa foto aleatória, num álbum qualquer do Flickr e eu fico tipo &#8220;WTF???&#8221;. Em cinco minutos eu já achei blog, twitter, videolog, msn, skype, portfólio, se pá eu já tenho até o resultado dos últimos exames que o cara fez. (Exageraaaada!) Mas não vou arriscar nada, eu sou devagar.</p>
<p>Foi instantâneo &#8211; é paixão miojo, sabe? Só é gostoso na hora &#8211; esfriou, perdeu o sabor.</p>
<p>E gente, eu tenho paixões de metrô, calçada e elevador todos os dias. Eu vivo disso, das palpitações e do desesperozinho.<br />
Às vezes de um pseudo contato cinematográfico, às vezes de ser invisível também.</p>
<p> </p>
<p>Eu vivo de me apaixonar, o tempo todo. É por isso que eu sofro tanto quando me apego a alguém. Quando eu me apego, minhas paixões se tornam menos freqüentes. Eu foco naquele de quem gosto. E eu preciso de reciprocidade, senão não dá. Da última vez, não deu. Fim.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://novo-mundo.org">Rafael</a> me fez lembrar o significado das palavras início e fim. Daí eu finalmente aceitei o fim e pronto.<br />
Não posso ficar mimimizando as coisas pra sempre.</p>
<p> </p>
<p>(E eu não postei sobre o cara na época da #cparty com medo dele achar meu blog. Mas agora eu vou tacar um foda-se, que eu nunca tive muito controle mesmo sobre o que eu posto aqui, tanto quanto não tenho sobre quem lê. ;D)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fundo do Baú &#8211; I</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 04:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#autoajuda]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[#BodeEterno]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos namorados]]></category>
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		<description><![CDATA[Achei no meu fotolog (da época em que ele era basicamente meu blog) e, de certa forma, meio que como um texto de auto-ajuda (nesse caso LITERALMENTE), resolvi seguir meus próprios conselhos. Os grifos são de hoje. Em véspera de dia dos namorados vir aqui falar sobre amor parece até algum tipo de &#8220;protesto da encalhada&#8221;, confesso. Mas não vejo outra alternativa senão pôr pra fora aquilo que não sai .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei <a href="http://www.fotolog.com/dramatic_sins/23336283">no meu fotolog </a>(da época em que ele era basicamente meu blog) e, de certa forma, meio que como um texto de auto-ajuda (nesse caso LITERALMENTE), resolvi seguir meus próprios conselhos. Os grifos são de hoje.</p>
<blockquote><p>Em véspera de dia dos namorados vir aqui falar sobre amor parece até algum tipo de &#8220;protesto da encalhada&#8221;, confesso. Mas não vejo outra alternativa senão pôr pra fora aquilo que não sai da minha cabeça. Já no comecinho eu deixo avisado que pensem o que quiserem disso &#8211; desabafo, intriga, despeito, até inveja. Já pensei em todas as hipótese possíveis, mas descobri que não é nada disso.</p>
<p>Não, pelo contrário. <strong>São verdades &#8211; contestáveis é claro &#8211; mas verdades. </strong><br />
Eu descobri que não há coisa mais difícil do que encontrar alguém pra nos completar hoje em dia. Parece que tudo banalizou, mudou de tal forma&#8230; E embora eu não seja &#8216;velha&#8217; suficiente pra dizer que &#8216;no meu tempo não era assim&#8217;, eu vejo com muita tristeza que do meu nascimento pra cá as coisas deram aquela guinada de quase uns 180º &#8211; e isso me assusta! Talvez pela maneira &#8216;conservadora&#8217; (?) como fui criada, não sei. Não julgo mal, por exemplo, as pessoas que conseguem sair ficando com qualquer um por aí (não, às vezes até admiro!), ou apegar/desapegar facilmente &#8230; Admito que também não sou fácil de lidar, com toda essa minha inconstância, essa mania de enxergar as pessoas como elas são e não fingir gostar como muitos fazem, nem mesmo me deixar mudar por alguém&#8230; É, eu sou uma pessoa difícil de lidar (e talvez por isso tenha me conformado com o fato de estar sempre sozinha&#8230;). Se é trauma ou não, eu não sei.<br />
<strong>Do comecinho desse mês pra cá eu já entrei em mil e uma paranóias</strong> &#8211; coisa que nunca tive na vida, incrível &#8211; do gênero &#8220;Oh, meu Deus, vou passar o dia dos namorados sozinha!&#8221;. Confesso &#8211; fiquei mal, chorei, deprimi&#8230; Mas quando parei pra pensar de verdade sobre isso, a única coisa que consegui fazer foi rir de mim mesma. Como pode? Nunca tinha me perguntado o porquê de eu estar sozinha (acho que muita gente faz como eu: simplesmente acaba se achando o maior lixo do mundo e se culpando eternamente). Pois bem, perguntei à mim mesma: &#8220;Por quê?&#8221;. A verdade estava bem ali, ao lado. Coisa que eu falo pra tanta gente na hora de consolar e quase nunca lembro de aplicar à minha vida. <strong>Eu estou sozinha porque EU não me permito estar com ninguém</strong>. Porque eu espanto qualquer alma viva que se aproxime, com medo de me apegar. Porque eu escolho sempre aquelas pessoas que considero &#8220;inalcançáveis&#8221; (o nome já diz tudo). E quando, caso aconteça, um &#8220;inalcançável&#8221; passa a estar ao meu alcance, eu encontro um milhão de defeitos para não estar com ele. Eu fujo de relacionamentos. Se é trauma, medo, o que é eu não sei. Mas eu só consigo gostar de uma pessoa &#8211; há longos 6 anos (quase 7 já!) e me conformo por nunca ter sido querida por ela.<br />
Tá, tá, eu enjôo, eu boto defeito, eu critico, eu não aceito relacionamentos (a não ser quando são à distância ou EXPRESSAMENTE proibidos pelos meus pais), então POR QUE DIABOS ESSA CARÊNCIA TODA? Simples&#8230; <strong>é do ser humano essa necessidade de receber carinho, de se sentir querido, de poder trocar calor&#8230; é humana&#8230; e eu sou humana</strong> (por mais que odeie essa raça ¬¬). <strong>Eu não sei ter um relacionamento &#8216;aberto&#8217;, um algo que não seja sério. </strong>E eu não quero nada sério, porque não quero me prender à ninguém agora &#8211; estar presa à outra pessoa me irrita! Por mais conservadora que eu seja, por mais &#8220;BV&#8221; que eu seja (hahaha =X), por mais &#8220;santa&#8221; que me considerem nos grupos (afinal, até hoje eu sempre fui considerada a menos experiente em todos os grupos aos quais pertenci), por mais que haja fatores que me fazem chegar àquelas conclusões bizarras do gênero &#8220;homem nenhum presta&#8221;, ISSO TUDO NÃO É FATOR FIXO! Isso tudo é variável! <strong>Depende de mim</strong>. E não é só comigo, não. Descobri que tem MUITA gente que sofre tanto quanto eu do mesmo mal (ou de males parecidos). Enfim, o<strong> segredo é não precisar de ninguém pra ser feliz! Enquanto você não for capaz de ser feliz sozinho, não encontrará outra pessoa pra ser feliz com você. Depender dos outros não vale a pena &#8211; isso eu sempre soube.</strong></p>
<p>Enfim, falei um monte de baboseiras. A conclusão &#8211; nada a ver agora hein! &#8211; é que é difícil encontrar alguém que pense da mesma maneira que nós. Sempre. E por isso, vocês que têm namorado, aproveiteeeem! Não só amanhã, essa data comercial, mesquinha, presa à tradições tão pouco interessantes&#8230; Aproveitem cada segundo, cada instante, com demonstrações de carinho, com afeto, compartilhando idéias, fazendo aquilo que se tem vontade ao lado daquele que gosta. Não há nada melhor que amar e ser amadooo, aquele amor platônico que nem chega a ser amor, aquela paixãozinha adoescente que acomete não importa a idade&#8230; aproveitem&#8230;!<br />
Pra quem está sozinho (e eu me incluo agora!), aproveitemos também! À nossa maneira, curtindo aquilo que a solteirice proporciona, sem ficar procurando desesperado por alguém. <strong>Na hora certa alguém aparece.</strong> E NEM PENSE EM DIZER QUE A SUA HORA JÁ PASSOU. Ninguém sabe qual a hora certa (e é aí que está a graça &#8211; quando menos esperamos: puf! surge alguém).</p></blockquote>
<p>Claro que não tenho mais 16 anos, que o que eu quero agora é bem diferente do que queria naquela época. Mas a verdade é que os grifos &#8211; o principal &#8211; dizem tudo que eu precisava ouvir agora.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>uns e outros</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 05:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[#Amores]]></category>
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		<description><![CDATA[  tão diferentes, tão distantes universos se um é retiro espiritual, o outro é fantástico mundo um já viveu tanto, o outro tão pouco um é tão feliz , o outro tão triste um é tão distante , o outro tão entregue um se preserva tanto, o outro tanto se expõe um já tem seus grandes amigos, o outro está ainda descobrindo o que é amizade um deseja, o outro .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<p>tão diferentes, tão distantes universos</p>
<p>se um é <strong>retiro espiritual</strong>, o outro é <strong>fantástico mundo</strong></p>
<p>um já <strong>viveu tanto</strong>, o outro <strong>tão pouco</strong></p>
<p>um é <strong>tão feliz</strong> , o outro <strong>tão triste</strong></p>
<p>um é <strong>tão distante</strong> , o outro <strong>tão entregue</strong></p>
<p>um <strong>se preserva tanto</strong>, o outro <strong>tanto se expõe</strong></p>
<p>um <strong>já tem seus grandes amigos</strong>, o outro<strong> está ainda descobrindo o que é amizade</strong></p>
<p>um <strong>deseja</strong>, o outro <strong>ama</strong></p>
<p>um <strong>vive </strong>, o outro <strong>sonha</strong></p>
<p>um <strong>aproveita </strong>, o outro <strong>planeja</strong></p>
<p>um <strong>aceita</strong> , o outro <strong>questiona</strong></p>
<p>um <strong>sabe</strong>, o outro <strong>quer saber</strong></p>
<p>um <strong>não quer</strong>, o outro <strong>quer</strong></p>
<p>um <strong>finge não ouvir</strong>, o outro <strong>finge não estar falando</strong></p>
<p> </p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">enquanto um </span>adquire repertório e experiência<span style="font-weight: normal;">, o outro</span> está apenas se iniciando<span style="font-weight: normal;">.<br />
então um</span> está sossegado<span style="font-weight: normal;">, o outro </span>não poderia estar mais aflito</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">(e nem mesmo a aflição consegue diminuir um pouco o efeito arrebatador que a paixão por um causou no outro<br />
se alguém tem de ceder, ele cede, um recebe do outro tudo que quiser)</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>e a parte em que o outro <strong>virá logo a ser só um pedacinho insignificante da história</strong> de um</p>
<p>dói  só no primeiro, o lado mais fraco</p>
<p> </p>
<p>mesmo assim</p>
<p>este só se sente tentado a uma coisa:</p>
<p>dizer <strong>&#8220;eu te amo&#8221; </strong>infinito</p>
<p>em silêncio, com os olhos</p>
<p>quantas vezes puder</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>até o dia em que tudo (tudo o quê?)</p>
<p>até o dia em que isso acabar</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>seja lá o que isso for.</p>
<p>porque assim como <strong>um pode ser o inverso do outro</strong>,</p>
<p><strong>nada impede que estes </strong><strong>sejam</strong>, na verdade, não o inverso, mas<strong> a metade</strong>.</p>
<p> </p>
<p>dizem por aí, afinal, que <strong>yin e yang se complementam</strong>.</p>
<p> </p>
<p>e o consolo dessa vez não é de que tudo sempre pode piorar, não.<br />
o consolo hoje é também a verdade e a razão do desespero: <strong>a verdade é que tudo vai passar</strong>. </p>
<p> </p>
<p>(alguém diz pro outro ir dormir ao invés de passar  madrugada chorando em frente ao computador enquanto o um &#8211; sem vergonha &#8211; o um&#8230; sabe-se lá onde o um se meteu?)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>quinta-feira de manhã</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 13:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[no relógio, 8h. na vitrola, Mart&#8217;nália. na cabeça&#8230; bom, na cabeça a resposta é bem previsível. &#8212; pensamentos aleatórios ajuntados pra serem guardados num potinho: se eu pudesse &#8211; ah! se eu pudesse&#8230; &#8211; fotografava cada uma das suas expressões e colava todas elas na minha parede, pra ficar olhando o dia todo. o biquinho de beijo, a carinha de mimimi, o sorriso, o olharzinho malandro&#8230; se bem que&#8230; fotografaria, .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>no relógio, 8h. na vitrola, Mart&#8217;nália. na cabeça&#8230; bom, na cabeça a resposta é bem previsível.</p>
<p><em>&#8212; pensamentos aleatórios ajuntados pra serem guardados num potinho</em>:</p>
<p>se eu pudesse &#8211; ah! se eu pudesse&#8230; &#8211; fotografava cada uma das suas expressões e colava todas elas na minha parede, pra ficar olhando o dia todo. o biquinho de beijo, a carinha de mimimi, o sorriso, o olharzinho malandro&#8230; se bem que&#8230; fotografaria, sim, e esconderia todas num lugar em que só eu pudesse ver. só eu. se eu pudesse&#8230; eu pegaria você todinho só pra mim.</p>
<p>(e eu ainda não sei diferenciar um astra de um civic de longe no escuro. nem um fiesta de um focus, ou um picasso de um 307. eu preciso de óculos e um pouco de atenção no mundo, que minha cabeça anda completamente nas nuvens. não que isso importe, claro.)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lisbela</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 02:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Diretamente do Mundo dos Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[De novo o sinal. De novo o &#8220;Próxima Estação: Vila Mariana&#8221;. Eu já reparei que aquele turbilhão de pensamentos que começa a me incomodar quando estou com ele resolve se organizar quando eu chego na estação Santa Cruz. É sempre a mesma coisa. Sempre a mesma vontade de entender o que não dá pra descrever. E o pior é que me divirto com isso. Às vezes eu acho engraçado, sabe? .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De novo o sinal. De novo o &#8220;Próxima Estação: Vila Mariana&#8221;. Eu já reparei que aquele turbilhão de pensamentos que começa a me incomodar quando estou com ele resolve se organizar quando eu chego na estação Santa Cruz.</p>
<p>É sempre a mesma coisa. Sempre a mesma vontade de entender o que não dá pra descrever. E o pior é que <strong>me divirto com isso</strong>.</p>
<p>Às vezes eu acho engraçado, sabe? Eu não acho normal ficar fazendo perguntas pra ele na hora em que estamos&#8230; cheios de carinho. Mas, ao mesmo tempo, eu não consigo segurar algumas. Sinto-me uma menina boba, ingênua. Às vezes sinto que estou fazendo papel de idiota. Mas não consigo não fazer. Não consigo deixar, não consigo não parar pra pensar no que tá rolando. É difícil.</p>
<p><strong>Às vezes eu me sinto uma criança</strong>. É. Eu, que na maior parte do tempo fico filosofando e criando teorias, de repente só me vejo capaz de fazer perguntas. E perguntas tolas, perguntas inocentes, infantis. Coisa que ninguém, jamais, perguntaria literalmente a alguém, sabe? E eu pergunto! Eu solto as minhas dúvidas como se as pessoas fossem obrigadas a saber respondê-las. É um impasse: ou fico calada e parece que estou sendo, sei lá, debochada, desdenhosa, ou pergunto e fico parecendo uma criança. Ultimamente tenho preferido parecer a criança. Tenho fugido de me esconder. Sempre fui assim, aliás. Não sei porque nos últimos tempos tive tanto medo de me mostrar. Talvez fosse medo de perdê-lo. Mas eu não vou perder. Eu sinto isso.</p>
<p>Sinto que na verdade nem o tenho pra mim. Na verdade eu não tenho o homem em si, tenho os momentos que passo com ele. É isso. Isso é tudo, tudo que me pertence. E isso nunca ninguém vai tirar de mim. Nunca. Ele vai, mas os momentos continuarão sendo meus.</p>
<p>&#8220;No dia em que alguém me disser o que temos, dou um troféu a ele&#8221;<br />
&#8220;Isso te tortura, né?&#8217;<br />
&#8220;Muito&#8221;<br />
(olhares, mimimis e carinhos)<br />
&#8220;Eu só me pergunto: É bom ou não? Se é bom, aí eu não ligo&#8221;<br />
&#8220;Eu não. Se é bom é que eu me preocupo. Eu sou egoísta. Se acho bom, quero prolongar o quanto puder&#8230; E nunca, nunca o que é bom dura muito pra mim&#8230;&#8221;<br />
&#8220;Aaaaaaaaaaaah, como ela é otimista&#8230; otimista, otimista.&#8221;<br />
&#8220;Eu nunca disse que era otimista.&#8221;</p>
<p>Acho que estou aprendendo a lidar com essa situação. Com essa <strong>entrega incompleta</strong>. Como se houvesse um elástico, não sei. É, um elástico preso num ponto fixo, no centro da minha vida. E quando eu vou muito longe, ele me puxa de volta ao meu lugar.</p>
<p>A <strong>minha felicidade não é ele,</strong> não pode ser ele. É sim feita dos <strong> momentos que tenho com ele</strong> &#8211; porque isso eu posso ter com outras pessoas, eventualmente. Bom, eu sei que nada dura pra sempre com ninguém. Queria parar de <strong>pensar no amanhã</strong>, sabe? Pelo menos por um segundo&#8230; Conseguir pensar só no agora, curtir só o que tá acontecendo. <strong>Queria só ser feliz</strong>, mas eu não sei. Eu não sei ser assim.  Desde pequena, o futuro sempre me fascinou muito. Eu só espero não perder meu presente pensando no que vai acontecer depois . (por ficar olhando demais pra frente.)  Ahhhh&#8230;</p>
<p>Eu devia ter mais dificuldade pra dizer &#8220;Eu te amo&#8221;. É. Por que dizer &#8220;eu te amo&#8221;? Acho que isso é uma coisa que eu posso guardar pra mim. A menos que eu goste de ficar com cara de boba, quando digo &#8220;eu te amo&#8221; e ele só sorri e destrava a porta do carro para que eu vá embora logo. Sempre há horários, compromissos, <strong>sempre há alguma coisa entre nós</strong>. E quer saber a verdade? <strong>É melhor assim</strong>. Essa é a primeira pessoa de quem eu não enjoei após um dia junto. Vai ver é isso. Vai ver é isso que me fascina nele: o fato dele saber &#8220;não estar nem aí&#8221; nas horas certas. Porque quando as pessoas realmente estão completamente na minha, a única coisa que sei fazer é olhar pra elas e dizer &#8220;Tchau, tchau, não é isso que eu quero&#8221;. Pode ser. Pode não ser. Quem liga?</p>
<p>Cara, <strong>devia ser proibido</strong> ficar viajando depois de um tempão maravilhoso com alguém que amamos, sabe? Devia ser proibido pensar! Sei lá, é engraçado. De repente eu me vejo sem conseguir completar um raciocínio, eu penso numa coisa &#8211; e ai já vem outra, e outra, e outra&#8230; e eu não consigo parar, e ao mesmo tempo eu não posso parar.É muito estranho. Mas eu não trocaria estar com ele por nada no mundo.</p>
<p>Seria piração se eu dissesse que tudo que eu queria agora era deitar a cabeça no colchão &#8211; assim, no colchão mesmo, sem travesseiro &#8211; ficar totalmente estirada e dormir? Dormir e sonhar com tudo que aconteceu, porque eu preciso que isso se refaça na minha cabeça &#8211; eu ainda não consigo acreditar. Eu não sei, <strong>eu me perdi</strong>, sabe? Num dos momentos com ele. Em alguma hora ali, eu me perdi. E eu não consigo me recompôr. Não consigo.<strong> Tudo o que eu queria era que isso passasse logo. E que não passasse nunca.</strong></p>
<blockquote><p><em>Nossa Língua Portuguesa, que eu tanto prezo, vai me perdoar dessa vez. Isso é a transcrição fiel de uma piração que tive no metrô hoje, no caminho de volta pra casa. Não estou em condições de decidir se deve permanecer aqui ou não. O fato de eu ter gravado isso em público deixa claro que não estou em estado normal. Só me dei conta agora. Então eu vou. E depois eu volto. Ou não. Sempre tem essa opção.</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Casais</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 05:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
		<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#Piegas[ON]]]></category>
		<category><![CDATA[O Fantástico Mundo de Ariane]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[#PieguiceExtrema]]></category>
		<category><![CDATA[Diretamente do Mundo dos Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheguei meia hora antes do combinado. O amigo, quase meia hora depois. Nesse intervalo de uma hora que passei sozinha, só consegui reparar numa coisa: Casais. Muitos casais.  Heteros, homos, baixos, altos, monocromáticos, coloridos, casais. Alguns conhecidos, inclusive. E outros que eu faço questão de nunca conhecer. Sem falar nos casais novos (aqueles que demoram até pra pegar na mão) e nos casais que supostamente moram longe &#8211; hoje eu cansei .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3262/2548248781_ba329e4267.jpg?v=0" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Cheguei meia hora antes do combinado. O amigo, quase meia hora depois. Nesse intervalo de uma hora que passei sozinha, só consegui reparar numa coisa: Casais. Muitos casais.  Heteros, homos, baixos, altos, monocromáticos, coloridos, casais. Alguns conhecidos, inclusive. E outros que eu faço questão de nunca conhecer. Sem falar nos casais novos (aqueles que demoram até pra pegar na mão) e nos casais que supostamente moram longe &#8211; hoje eu cansei de ver beijos de despedida. Teve até ex-namorado passeando com a namorada nova (encontro constrangedor, diga-se de passagem. Nessas horas, reverências à aliança de prata no meu anelar direito!). </p>
<p>Tive certeza que todo mundo tem sua metade.  Lembrei da minha solidão constante, lembrei do tempo gigante que passei sem ninguém, praguejando contra cada casal que passava à minha frente. Ri de mim mesma por um instante quando uma reminiscência me levou a um passado próximo em que eu dizia que &#8220;casais são a coisa mais ridícula do mundo. Nunca entendi por que tanto mimimi. Não quero isso, nunca&#8221;. A gente cospe pra cima e o bendito vem direto na nossa testa. Senti aquela saudadezinha apertar o peito. Segurei. Tentei ser forte. Não deu. Peguei o celular e nem precisei discar. Ultimamente, aquele era o único número na lista de chamadas recentes. Demorou para completar, estava no metrô, pouco sinal.</p>
<p> </p>
<blockquote><p> - Oi&#8230; Amor?<br />
- Você vai me achar uma louca se eu te disser que liguei só pra falar que te adoro?<br />
- owwwnnn<br />
 - É. Eu adoro.</p></blockquote>
<p> </p>
<p>A ligação caiu. Fato: sou louca. Mais tarde, uma mensagem preencheu o que faltava.</p>
<p>E eu segui minha noite, tentando não reparar mais nos casais. Acho que, de uma forma ou de outra, faço parte deles agora. Por mais que indiretamente. E não queria ter de sentir a dor da saudade batendo à porta de novo.</p>
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		<title>PidiuPaParáParô</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 23:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Daniel Bastos, Modelo e Designer Leia com atenção, não pense que é só mais uma corrente! Uma pessoa recebeu esta foto e apagou o e-mail sem nem mesmo abrir, dois dias depois ela se desfazia em hanseníase hemorrágica. Dizem que há uma mensagem subliminar que causa coceira no septo de quem observa por mais de cinco segundos. E eis, que, lendo o Crediário de ontem, como forma de arrumar uma .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_1573" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1573" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/12/atgaaaa5dnecavjv2j-iprcfrmnevqcat71jsck1wxn3d07k2a_b4solizffeliq5_ntgrrfp8rvouihhkrgpqz9teewajtu9vbalkdb0vchxqltu2-lksdddi6c2w.jpg" alt="atgaaaa5dnecavjv2j-iprcfrmnevqcat71jsck1wxn3d07k2a_b4solizffeliq5_ntgrrfp8rvouihhkrgpqz9teewajtu9vbalkdb0vchxqltu2-lksdddi6c2w" width="420" height="363" /></dt>
</dl>
</div>
<p style="text-align: right;">Daniel Bastos, <a href="http://diskrizza.blogspot.com">Modelo e Designer</a></p>
<blockquote><p>Leia com atenção, não pense que é só mais uma corrente! Uma pessoa recebeu esta foto e apagou o e-mail sem nem mesmo abrir, dois dias depois ela se desfazia em hanseníase hemorrágica. Dizem que há uma mensagem subliminar que causa coceira no septo de quem observa por mais de cinco segundos.</p></blockquote>
<p>E eis, que, lendo o <a href="http://crediario.blogspot.com">Crediário</a> de ontem, como forma de <span style="text-decoration: line-through;">arrumar uma desculpa pra colocar a carinha linda dele no meu blog</span> ajudar as pessoas a se sentirem melhores, resolvi aderir à <a href="http://crediario.blogspot.com/2008/12/o-que-menine.html">corrente</a> do Daniel. A idéia central era dar cinco conselhos de como não agir como um idiota. O prêmio? &#8220;Você receberá a graça de nunca cometer um erro grave na vida, ou de pelo menos nunca se sentir mal com isso, pois a foto absorve toda a culpa do mundo!&#8221; . Hahaha, fácil assim.</p>
<p>Como eu sou a rainha do <span style="text-decoration: line-through;">faça o que eu digo, mas não o que eu faço </span>&#8220;como agir como um idiota&#8221;, fica meio difícil, mas vou me esforçar. Ou não. É, não. Na verdade, vou mostrar cinco atitudes idiotas e você decide se quer fazê-las ou não por aí. Ok, qualquer coincidência <span style="text-decoration: line-through;">não</span> é mera semelhança.</p>
<p>1- Fale muito no twitter. O dia todo. Compulsivamente. Cada detalhe da sua vida. Esqueça que o seu professor te segue e critique a matéria dele. Depois, quando chegar a hora da recuperação, não tema, uma DP não será problema.</p>
<p>2- Quando se apaixonar, enlouqueça. Corra atrás 24 horas, encane com toda e qualquer bobagem, vigie scrapbook, fuce o twitter&#8230; Ele não vai resistir! É, não há amor que resista a uma louca ciumenta e possessiva.</p>
<p>3- Encha a cara. Fique trêbado e fale/faça todas as merdas do mundo. Claro, faça isso quando todos estiverem sóbrios. Dignidade, quem liga? Seja mais você.</p>
<p>4- Faça a Gisele. Tire fotos, sinta-se uma celebridade, empine o nariz para o mundo. Não importa o quão insignificante você é, o que importa é o quão significativo você pensa ser.</p>
<p>5- Coloque a foto do seu amigo em destaque no blog, espalhe uma corrente inexistente e aproveite pra descontar em bobagens seu estresse contra os males do mundo.</p>
<blockquote><p>Envie para cinco pessoas, dando conselhos de como não agir como um idiota, e você receberá a graça de nunca cometer um erro grave na vida, ou de pelo menos nunca se sentir mal com isso, pois a foto absorve toda a culpa do mundo!</p></blockquote>
<p>Já me sinto mais leve.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hot&#8217;n&#039;Cold</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 01:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Amores]]></category>
		<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#Bobagens]]></category>
		<category><![CDATA[#Desabafo]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, é sexta-feira, e, como já lamentei a semana inteira no Twitter, vou passar o final de semana inteiro sozinha, trancadinha por aqui, enquanto meus amigos foram para Parati/Trindade. Até fiz planos de sair com alguém, mas, como previa, deu/vai dar errado. Ficar em casa aos finais de semana é ótimo: você começa a ler, ouvir músicas, pensar em todos se divertindo e &#8211; puf! &#8211; de repente descobre coisas .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://allgreen.com/site/images/stories/hot_cold_water_faucets" alt="" width="402" height="299" /></p>
<p>Bom, é sexta-feira, e<span style="text-decoration: line-through;">, como já lamentei a semana inteira no Twitter,</span> vou passar o final de semana inteiro sozinha, trancadinha por aqui, enquanto meus amigos foram para <a href="http://toryyyy.blogspot.com/2008/12/parati-paratodos.html">Parati/Trindade</a>. <span style="text-decoration: line-through;">Até fiz planos de sair com alguém, mas, como previa, deu/vai dar errado</span>. Ficar em casa aos finais de semana é ótimo: você começa a ler, ouvir músicas, pensar em todos se divertindo e &#8211; puf! &#8211; de repente descobre coisas lá de dentro de você que estão há um tempão querendo sair, querendo ser vistas, mas que você faz de tudo pra não ver.</p>
<p>Foi assistindo<strong> o clipe da Katy Perry, Hot&#8217;n'cold</strong>. Até então, nunca tinha parado pra reparar na letra. Hoje, cabeça vazia, <strong>a letra</strong> ecoou na minha cabeça; E aí eu vi. Vi que andei fantasiando demais, e que era hora de acordar. Aliás, falando com o <a href="http://crediario.blogspot.com">Daniel</a> foi que eu concretizei toda a idéia. (Pobre Daniel, tem me ouvido constantemente. Só por isso, já um santo.) Quando ele me mandou &#8220;<strong><em>acordar arrependida, mas não dormir com vontade</em></strong>&#8220;, matei a charada. Quer dizer, eu tenho essa mania <span style="text-decoration: line-through;">idiota</span> <span style="text-decoration: line-through;">estúpida</span> <strong>incrível </strong>de me permitir sentir tudo ao extremo. Não sei sentir nada pela metade, não gosto de ficar controlando, só me entrego. Ou é ou não é, ou faz ou não faz, ou quer ou não quer. Meio termo, pra mim, é coisa de quem não quer nada. Não, eu não aguento o clima <strong><em>Hot&#8217;n'Cold</em></strong>. Mas sou certinha, por mais que não pareça. E não, eu não gosto de acordar arrependida. O arrependimento me machuca, me faz sentir uma fraca.<br />
Eu não gosto do modo como minha vida está caminhando, sabe? A verdade mesmo é que a culpa é toda do meu egoísmo. É egoísmo querer estar com alguém, querer esse alguém só pra você. Ainda mais eu, que estou sempre com aquele discurso de &#8220;relacionamentos pra quê?&#8221;.  Egoísmo. <strong>Ninguém nunca olha pra mim.</strong> Daí, durante seis meses alguém me demonstrou carinho sem que, em momento algum, eu correspondesse ou desse esperanças. Insistiu. De verdade, sabe? De mandar mensagem todos os dias nos últimos dois meses. E, um dia, sem que eu tivesse tido em nenhum desses seis meses sequer vontade de beijar aquela pessoa, ela se sentou ao meu lado, me deu o braço e beijou forte meu rosto. Passou a mão em meus cabelos. E eu senti naqueles braços um porto seguro. Entreguei-me a eles sem nem perguntar se eles ainda me queriam. E aí, quando dei por mim, já estava entregue. Ele mudado, sem reação, talvez. E eu, boba, querendo mais e mais. <strong>Eu quero sempre mais.</strong> Ficando triste com supostos sumiços. Afetada todos os dias pela sensação de abandono &#8211; mesmo quando o abandono não existia. Tudo bem, tem certas coisas que não convém serem ditas aqui no blog, mas que são certas. Fatuais. Essas magoam ainda mais, porque não posso questioná-lo sobre isso. Também não posso questionar ninguém. Mas eu tenho a certeza, e ela dorme comigo todas as noites. Queria agir com frieza, a frieza necessária. Mas estou sendo egoísta.</p>
<p>O Francisco me falou algo que é bem verdade. Tenho o defeito (qualidade?) de, quando necessário, excluir em segundos alguém da minha vida. <strong>Posso sangrar, pode doer, mas a pessoa sofre mais.</strong> Sim, porque é rápido, e cruel. <strong>Não há nada mais cruel que o desprezo.</strong> O ser humano não aceita ser ignorado. Ele me lembrou que eu sou capaz de ter o controle sobre as coisas. Vou cortar esse clima &#8220;<em>hot then you&#8217;re cold, You&#8217;re yes then you&#8217;re no, You&#8217;re in then you&#8217;re out, You&#8217;re up then you&#8217;re down, You&#8217;re wrong when it&#8217;s right, It&#8217;s black and it&#8217;s white, We fight we break up, We kiss we make up</em>&#8221; e vou viver no meu estilo. E aí, as pessoas decidem se ficam ou não na minha vida, enquanto faço minha parte &#8211; que é vivê-la. Eu sei que a responsável pelas minhas alegrias e tristezas sou só eu. Então chega de delegar esse poder a outros.</p>
<p>(Sempre falo muito e, no fim, não falei nada)</p>
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		<title>Meus 12 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 02:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[#FicaDica]]></category>
		<category><![CDATA[#Inconformidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Amanhã tem a festa da Tainá. Fotografar adolescentes que ficam me passando as cantadas mais miadas do mundo. Aos 12 anos, eles acham que podem dar em cima de você. Eles acham que podem dar em cima de todo mundo. É simples. Precisam de mais. Sempre mais. Estão se descobrindo. Precisam de números. E o mais engraçado é que, na maioria das vezes, seus números são imaginários. Engraçado. Não sei .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã tem a festa da Tainá. Fotografar adolescentes que ficam me passando as cantadas mais miadas do mundo. Aos 12 anos, eles acham que podem dar em cima de você. Eles acham que podem dar em cima de todo mundo. É simples. Precisam de mais. Sempre mais. Estão se descobrindo. Precisam de números. E o mais engraçado é que, na maioria das vezes, seus números são imaginários.</p>
<p>Engraçado. Não sei se por ter me apaixonado aos 11 anos e ter carregado essa paixão até metade dos 18, eu nunca fui assim. Quer dizer, nunca me preocupei com números. Eu tinha medo deles. Dos números e dos garotos. E aí as minhas amigas contavam todas as suas experiências (inclusive as &#8211; pelo menos pra mim &#8211; mais constrangedoras) e eu ficava lá, com meu jeito tímido/blasé, dizendo que só beijaria se fosse ele, e outros mimimis românticos que pretendo não reproduzir aqui. Não que eu não seja mais romântica, só não sou mais inocente como quando era adolescente.</p>
<p>Fui dar meu primeiro beijo aos 15 anos, de susto, cheia de idéias mirabolantes sobre uma relação. O beijo não foi com quem eu me queria, a relação só existia na minha cabeça. Vá lá&#8230; Águas passaram, anos passaram sem que eu sequer pensasse em beijar novamente. Eu descobri que beijar só quando se está loucamente apaixonada não existe. Às vezes é dar uma chance a alguém que vai criar essa paixão. As coisas mudam e hoje em dia eu dou risada de como estou diferente. No tempo certo, as vontades, prioridades e certezas mudam. A gente aprende a lidar com a timidez. De certa forma, isso me deixa feliz.</p>
<p>A minha mãe diz que estou vivendo meus 12 anos agora, aos dezoito. Só agora comecei a me permitir mais.</p>
<p>É, talvez ela tenha razão. Talvez sejam meus novos 12 anos. Com um pouquinho de maturidade a mais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Garota de Aluguel</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 17:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Ela me chama quando quer eu penso se vou lá Me envolve num ardil qualquer querendo me enganar Essa situação não quer chegar a um final Eu sou garoto de aluguel mas não vão me comprar Eu vou te dar o teu prazer Mas com amor é mais caro Com amor é mais caro O meu amor é o mais caro Me diz quanto você pode pagar (poléxia, aos .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="150" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="BlipEmbedPlayer" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="FlashVars" value="blipId=799031" /><param name="src" value="http://blip.fm/_/swf/BlipEmbedPlayer.swf" /><embed id="BlipEmbedPlayer" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="150" src="http://blip.fm/_/swf/BlipEmbedPlayer.swf" flashvars="blipId=799031" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" quality="high"></embed></object></p>
<blockquote><p><em>Ela me chama quando quer eu penso se vou lá<br />
Me envolve num ardil qualquer querendo me enganar<br />
Essa situação não quer chegar a um final<br />
Eu sou garoto de aluguel mas não vão me comprar<br />
Eu vou te dar o teu prazer<br />
Mas com amor é mais caro<br />
Com amor é mais caro<br />
O meu amor é o mais caro<br />
Me diz quanto você pode pagar</em></p>
<p style="text-align: right;">(poléxia, aos garotos de aluguel)</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p>Daí que às vezes me sinto uma garota de aluguel. E, sinceramente, não sei se há algum tipo de moeda com que se pague meu amor. Aliás, estive lembrando&#8230; Houve uma única proposta que me interessou, quando, numa dessas minhas tardes de drama, questionei o mundo, com toda a licença do Poléxia, sobre quanto pagariam por ele. </p>
<p><a href="http://twitter.com/lovemaltine/status/961216294"><img class="aligncenter size-full wp-image-1487" title="comamorehmaiscaro" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/12/comamorehmaiscaro.jpg" alt="" width="500" height="288" /></a></p>
<p>Eis que o vencedor foi&#8230;</p>
<p><a href="http://twitter.com/Wobler/status/961221408"><img class="aligncenter size-full wp-image-1488" title="envelope" src="http://lovemaltine.com.br/wp-content/uploads/2008/12/envelope.jpg" alt="" width="500" height="239" /></a></p>
<p>Mas ainda tenho minhas dúvidas sobre meu preço. É, porque na verdade, se parar pra pensar, pra ele eu daria meu amor até sem nada em troca. Quer saber? O amor é assim: quando ele é de verdade, ele não exige nada. É gratuito&#8230; </p>
<p> </p>
<p>Que acabou se tornando uma proposta irrecusável, acabou. E agora eu não devolvo o envelope MESMO!</p>
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		<title>Teoria da Comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 03:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[+ + = Participação especial:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3043/2801008424_fce480a28e_m.jpg" alt="" width="240" height="161" />+<img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2171/2442956671_5d9c4b44d2_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></p>
<p style="text-align: center;">+<img class="aligncenter" src="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2017/imagens/i45649.jpg" alt="" width="171" height="252" /></p>
<p style="text-align: center;">=</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://durhampress.files.wordpress.com/2008/03/yes-we-can-4-blog.jpg" alt="" width="310" height="267" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Participação especial:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.orkut.com/orkut/albums3/ATgAAACAA1e7EluIoP1-CKfkL-EW-kDyngbw7h29yYMAr78GDO6hmAwiqUoyzCzEj-mQjiDPKVJ_oXZXUcRBu7MHSMCVAJtU9VBByMfbMC88N_6NfumFSf4cEa8lnw.jpg" alt="" width="288" height="216" /></p>
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		<title>Promessas de fim de ano</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 02:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[#Aleatório]]></category>
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		<category><![CDATA[#CásperLíbero]]></category>
		<category><![CDATA[#Cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[#Especial]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que nem eu tenho noção do quanto mudei do começo do ano pra cá. Com o excesso de agitação no mundo real, eu acabei deixando minha vida virtual se banalizar completamente. Virou uma válvula de escape que saiu do controle,e, quando vi, twitter, blog, msn, orkut, tudo era muro das lamentações. Eu extrapolei os limites e, de uma forma ou de outra, por ter sempre muito a ler e/ou .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que nem eu tenho noção do quanto mudei do começo do ano pra cá. Com o excesso de agitação no mundo real, eu acabei deixando minha vida virtual se banalizar completamente. Virou uma válvula de escape que saiu do controle,e, quando vi,<a href="http://twitter.com/lovemaltine"> twitter</a>, blog, msn, orkut, tudo era muro das lamentações. Eu extrapolei os limites e, de uma forma ou de outra, por ter sempre muito a ler e/ou a fazer, virei uma usuária fútil daqui. Sabe, do tipo desprezível. A Ariane criativa, dinâmica, estudiosa, antenada, que até apareceu várias vezes esse ano! (vide a idéia do vitroleiros.org, às fotos e algumas saidas) deu lugar maior à Ariane mimimizeira e ranzinza que fica o dia todo falando muito e fazendo pouco por si mesma. Quero e vou mudar isso. Segunda-feira é minha última prova, teoricamente (não sei se pegarei exames ou recs, enfim), e eu pretendo mudar de vida (não, eu não largarei minhas contas em lugar nenhum e nem pretendo deixar de ser eu mesma nelas &#8211; vou ser como sempre fui!): fazer layout decente pro blog, procurar emprego, estudar mais e melhor (é, vou trancar a usp e voltar só depois de terminar jornalismo!), sair mais, viver um pouco além do que a internet me leva. Sim, porque, numa conversa de bar esses dias, descobri que tudo que tenho começou aqui.</p>
<p>Essa é uma daquelas promessas (ou um daqueles planos, anyway) de final de ano. Mas não é daquelas que a gente faz e joga no limbo pra um dia falar &#8220;Putz! Já quis fazer isso um dia!&#8221;. Não, essa é uma das que começo desde agora a cumprir. Quero fazer o que me dá prazer, descobri relendo Cibercultura para uma prova de Teoria da Comunicação. Não vou explicar aqui as coisas que passaram pela minha cabeça, só o que preciso dizer é que, como diz minha mãe, se eu gosto tanto de uma área, se vivo dela e para ela, então por que diabos eu não vou trabalhar com ela? É, dessa vez tenho o apoio da minha mãe. E que venha o fim de ano, o Natal, perder peso, arrumar emprego, comprar uma câmera, desencalhar (carência mata, mano!), e, por hoje, aprender tudo sobre cibercultura porque amanhã tem a prova da minha vida. OI? hahaha.</p>
<p>É, eu vou viver um dia de cada vez, como sempre fiz. Mas não posso deixar de pensar no futuro, não.<br />
Porque eu quero poder olhar pro passado e me sentir feliz, como me senti hoje.<br />
E não dá pra ser feliz olhando pra um passado inútil ou vazio&#8230;<br />
Por enquanto, o mantra ainda é #TVP&#8230;</p>
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