#youpix loading: O dia em que conheci a Stefhany

*mais um daqueles posts meus que geram ódio no coração dos leitores de meus mimimis. é, um post feliz. 😀

<em>Não é que eu sou feia, vejam bem: Ela é diva e ofuscou meu brilho. =P</em>” title=”Stefhany Absoluta no meio. @Pelogia e eu =D” width=”500″ height=”447″ class=”size-full wp-image-2962″ /><figcaption class=Não é que eu sou feia, vejam bem: Ela é diva e ofuscou meu brilho. =P

Na hora em que o Pelogia me contou que a Pix ia trazê-la pra São Paulo, não botei fé. Dei risada, falei “me avisa quando for” e segui a vida. Pois bem. A hora chegou e eu, boboca, fui pega de surpresa. É, fui sim. E tinha aula, pepinos a resolver… Mas né? Não hesitei (hesitei sim!) em estar lá, feliz e contente esperando pra vê-la. Ela apareceu (não no seu Crossfox, mas apareceu) linda, absoluta, totalmente timais. Gente, ela é Stefhany, ela é diva, é lição de vida – e ela não é bobinha como a maioria das pessoas pensa, não. Ponto!


Pra quem ainda não viu.

O ponto é que depois da coletiva com a Absoluta havia a tal da #maisafest. Pânico, oi? Eu sempre falo do pânico que esses eventos me dão: eu me sinto num twitter presencial, com um monte de arrobas indo e vindo ao meu redor – umas conhecidas, outras nem tanto, assim segue a vida. É bizarro, porque, diferente da timeline do twitter, não dá pra ignorar algumas presenças e também não tem como exaltar outras. Não foi diferente ontem. (Eu faria uma lista de quem encontrei, mas o medo de esquecer alguém me impede. Hahaha. Eu sou tímida, nunca se esqueçam disso). Descobri da pior maneira que algumas pessoas não são amigas quando estão em público. E ok, levei horas pra conseguir sair distribuindo sorrisos pra todo mundo que eu conhecia (não era pouca gente, ok? :P), mas, quando o fiz, foi tudo muito sincero. Sem drama, porque no fim da noite eu já tava tão em casa que gritei de longe “Eu também quero um abraço do Ian Black!” antes que ele fosse embora sem que nos falássemos pela milésima vez (exagero, eu sei, só foram 3 desencontros at all. haha). Faltou o Inagaki, né? Mas parece que ele tava doentinho.

Enfim, tô triste porque a vontade era de colocar tooooooooodos os nomes aqui, e descrever cada encontrozinho! Mimimi.
Obrigada a todos que animaram minha noite ontem. =D

(Prometo que não vai virar mania colocar foto minha aqui! É que essa é com a musa, né, gente?)

E STEFHANY É LIÇÃO DE VIDA. Continuarei entoando as letras dela feito um hino, todos os dias, pra levantar a auto estima. “Será que você pensa que vou chorar, me desesperar por um bobo e velho romance? Eu sou linda *tã nãnãnã-nã* Absoluta *tã nãnãnã-nã* Eu sou Stefhanyyy”. Tá, parei.

Eu prometi pra mim mesma que não ia surtar nunca mais, mas né, EPIC FAIL. Apelei pro amigo errado na hora de desabafar e acabei ficando pior ainda. TUDO PASSA, tou bem, tou viva, vamos para a próxima tentativa. Nada a perder, nada a perder, nada a perder… #mantra

Meus pensamentos por uma moeda

Liguei o shuffle e apertei play, seja o que Deus quiser!

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*****

Um ponto final é essencial. Mas é tão difícil pontuar uma história enquanto ela acontece, é tão assustador escolher, em alguns momentos, se devo usar vírgulas, dois pontos, parênteses… É difícil optar pelo ponto final.

****

É frequente. Um sono profundo me pesa na alma. Os olhos penam para continuar abertos.
O pensamento é disperso, a respiração parece guardar um eterno bocejo.
E o coração bate devagar, mas sempre – maldito! – tentando alcançar você.
Chega dezembro, mas não chega a sexta-feira pra levar minhas mágoas.

***

Querer me é sempre tão destrutivo…
Sofro quando não tenho,
sofro quando posso ter.

**

O que tem doído é a solidão consensual,
a solidão que dura apenas o tempo
que você escolhe para estar longe de mim.

*

a vida…
*nervoso gigante*
(até quando eu vou viver minha dimensão enquanto os outros vivem a vida de verdade?)
… não vale a pena e a dor de ser vivida.

— Quem diria que um “Quais são seus pequenos prazeres?” mudaria meu dia?

imagem via we ♥ it

Sexta-FAIL

Sexta-feira. Pós prova de Realidade Socio-Economica e Política Brasileira. Bar com os amigos… 23h. Estava feliz.

Quer dizer, a mexicana da outra sala tinha chegado há pouco e podia ter sentado em qualquer lugar – eram várias mesas; muita, muita gente – mas ela sentou bem ao meu lado. Ok, ok; o papo estava legal e eu já não cultivava por ela a antipatia gratuita que durante um tempo viveu no meu coraçãozinho humano, cheio de defeitos. De repente, entre um gole e outro de Coca-cola (no alcohol to make things look better, babies!), a bonita me solta, com um sorriso de orelha a orelha:
– Nooossa, meeeu, você conhece Fulaaaanooooooo*!

Eu preciso fazer uma pausa nesse momento pra descrever o que aconteceu na mesa. Todos os meus amigos conhecem a história do Fulano. Ele é chamado de “aquele que não deve ser nomeado” e gera rodas de debate histéricas frequentemente. Quando ela disse o nome dele PRA MIM, caras de “TENSO” se espalharam pela mesa. Ninguém acreditou no que estava acontecendo. Capiau botou seu copo na mesa, Bruno engasgou com a cerveja, Tory e Francisco se entreolharam. Ninguém conseguia imaginar qual seria minha reação. Nem eu.

Sim, eu. Voltemos à mesa.
– Nooossa, meeeu, você conhece Fulaaaanooooooo!
Eu fiquei completamente sem reação. Acho que por reflexo, pra não deixá-la estender o assunto, tudo o que consegui fazer foi responder, na lata.
– É. Ele é meu ex. O ex.
Levantei da cadeira e nem vi. Olhei para os lados. Fingi arrumar o vestido. Sentei de novo. Enquanto isso, Francisco trocava olhares com a Tory e tentava arranjar alguém corajoso o suficiente pra mudar de assunto. Sim, porque nem com a minha big dica a querida mudou de assunto.
– Ah, ele é tão fofo, né? Muito fofo, já tive uma quedinha por ele, uma super quedinha, mas aí superei ficando com outras pessoas e
tudo mais..
– É, é sim, irresistível ele.
– Ah, só tem uma coisa, né? Ele é FREAK. Você sabe, né? Não que eu não goste, eu ADORO ele… Mas ele é muito freak.
– Sei… (Estava oscilando entre me dar um tiro na cabeça ou voar no pescoço dela.)
– A última vez que o vi, ele cuidou de mim… A gente saiu de balada e eu até vomitei no carro dele … (pense numa história bizarra sobre a balada e sobre ela ter passado mal – com ele cuidando.). Só sei que fomos buscar minha irmã, ele queria ver minha irmã, ele gost… (mudando o tom) Ele era amigo dela, era só pra vê-la mesmo. Enfim, ele é o cara mais fofo do mundo. Tô morrendo de saudades dele, não vejo faz tempo…
– Ah é, acho que tem mais ou menos um mês que eu pedi pra ele por favor não aparecer mais na minha frente. Tô evitando, sabe como é, ainda gosto, difícil ver e tal.
– Ah, sei como é, é foda. Ainda mais ele, ele é tão carinhosooo… Tô com tanta saudade… Tanta! Onde ele mora mesmo?
– Perto do Shopping Santa Cruz. Tá com saudade, é? Faz assim, qualquer hora a gente marca algo. Saímos os três, que tal?
– Muito legal!
– Ok, combinado então.
Ela pensou em falar alguma coisa, talvez fosse contar outra história bizarra. Olhei pro Francisco, já desesperado, e disse “Tá tarde…”. Levantamos, nos despedimos e fomos embora. MESMO.

A paz voltou a reinar na mesa… E eu, definitivamente, passei a gostar da mexicana. É, geralmente quem dá esse tipo de EPIC FAIL sou eu.

Palavra do dia:
TENSO.

*O nome de Fulano foi preservado mais em respeito a mim do que a qualquer outra pessoa. Fica a dica.

Love

Porque a parte de “eu sou piegas” não é novidade pra ninguém e se hoje eu passei a manhã estudando, o horário de almoço foi do Stumble. Afinal, eu preciso dele pra viver, fazer o quê? Ok.
Trombei com isso, aí ferrou-se pra sempre. Tentei achar o original, mas não consegui. Vai a tradução em inglês mesmo… Naquela de sempre: os grifos são meus.

Love

Because of you, in gardens of blossoming flowers I ache from the
perfumes of spring.
I have forgotten your face, I no longer remember your hands;
how did your lips feel on mine?
Because of you, I love the white statues drowsing in the parks,
the white statues that have neither voice nor sight.
I have forgotten your voice, your happy voice; I have forgotten
your eyes.
Like a flower to its perfume, I am bound to my vague memory of
you.
I live with pain that is like a wound; if you touch me, you will
do me irreparable harm.
Your caresses enfold me, like climbing vines on melancholy walls.
I have forgotten your love, yet I seem to glimpse you in every
window.
Because of you, the heady perfumes of summer pain me; because
of you, I again seek out the signs that precipitate desires: shooting
stars, falling objects
.

Pablo Neruda

O dia em que eu surtei

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Nota: É só mais um surto ridículo de fangirl.

Eu sempre vi milhares de pessoas famosas pela Paulista, de cantor da Fresno, ex-protagonista da malhação e ícones do underground até ator global, passando pela Monique Evans e pelo travesti do Ronaldo. Celebridades e pseudocelebridades que eu olhava, respeitava e tratava de igual pra igual. Porque eu sei que se eu fosse famosa e estivesse na minha, caminhando pela rua, jantando ou alugando um filme nos arredores da minha casa, eu simplesmente não ia gostar de uma louca surtando e pulando em mim.

Ok. Eu sempre odiei fãs loucos e ridículos.

SÓ QUE, não é segredo pra ninguém, eu já fui a fã mais alucinada do mundo. Sim. Passava o dia inteiro lendo, vendo fotos, procurando notícias, assistindo a vídeos, ouvindo a músicas. Eu era uma bitolada e meu mundo era a Pitty. Não havia uma pergunta que você fizesse sobre ela e eu não fosse capaz de responder. Passou (eu pelo menos achei que tivesse passado) quando saí da adolescência. Ficou só minha paixão doentia pelo Martin Mendonça (para os leigos, o cara mais delícia do mundo guitarrista dela). Então, até ontem, eu me considerava absolutamente curada.

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ACONTECEU ASSIM: Estava a caminho da estação Brigadeiro com Clara, Francisco, Tory e Leonardo, como de costume. Rigonatti me ligou, estávamos conversando, alguém falou que precisava ver um DVD e entrou na 2001. Eu fiquei do lado de fora, ao telefone. (Já estava alterada por causa da minha nota no trabalho de Comunicação Comparada que, milagrosamente, veio com um “DEZ! Impecável!” escrito e um “Parabéns!” diretamente dos lábios do professor.)

Quando desliguei e fui entrar, já sozinha, vi um cara absolutamente maravilhoso vindo na minha direção. Na direção da porta, infelizmente na verdade. E aí bateu a sensação de “nossa, conheço esse cara!”. Normal, sinto isso o tempo todo, especialmente depois que comecei a usar o Twitter, há dois anos. Mas olhei pro braço dele e vi um “Tomaz” tatuado. Tudo ficou claro pra mim. E escuro ao mesmo tempo.

 

Martin, Tomaz e a tatuagem que mudou minha vida
Martin, Tomaz e a tatuagem que mudou minha vida

PUTAQUEPARIU, MAN, É O MARTIN MESMO!!!!! Ok. Abrimos a porta ao mesmo tempo, ele acenou com a cabeça num “obrigado” e foi embora. FOI EMBORA. E eu não fiz nada. Imagina, eu? Tímida do jeito que eu sou. Burra do jeito que eu sou…  Entrei, completamente desesperada, com o coração a mil. Fui contar pro pessoal, ninguém me dava bola, ninguém nem sabia quem era Martin. E eu ainda me via obrigada a disfarçar porque, OI?, ninguém que trabalha na locadora precisava ver uma doida surtando por ver o Martin Mendonça.  Desisti de tentar contar pra alguém e fui virar pra ir embora. A bolsa esbarrou numa coluna gigante e DERRUBEI A MALDITA COLUNA. Sem que eu visse. Só escutei uns “Ariane, ariane, arianeeeeeeee” e ploft! Já estava no chão. Quando virei pra olhar a besteira que tinha feito, onde estava a coluna eu vi…

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ELA! A PITTY! LINDA, MARAVILHOSA E BLASÉ COMO EU SEMPRE IMAGINEI. Em volta, algumas pessoas correndo pra levantar o que eu tinha derrubado, óbvio. Mas a Pitty estava lá. Parecia uma bonequinha, vestidinho cor-de-rosa, cabelos presos pra trás. Virei, roxa, pra Clara e falei, lágrimas nos olhos: “Clarinha, a Pitty tá aqui”. A última vez que senti isso foi quando conheci o Sérgio Mallandro e o Bozo, aos quatro anos. Com um desespero que ninguém imagina. E falei “Eu vou embora. Eu preciso ir embora daqui”. Enfim. Eu não vi mais nada. Fiquei surtando várias e várias vezes na minha, em silêncio. E NÃO FUI FALAR COM ELA. Eu li a vida inteira que ela odeia isso. Do jeito que eu estava, corria o risco de tomar uma leve cortadinha. Não queria meu ídolo me achando ridícula. (Se bem que, depois de derrubar uma coluna na locadora, certamente, se ela tivesse de ter alguma opinião sobre mim, seria essa! hahaha). Prefiro que ela continue sem saber da minha existência. 

Pausa. Eu sei que pareço uma menininha de 12 anos contando essa história. Foi como me senti naquela hora também. Gente, como eu chorei. Como eu chorei na rua, como eu chorei quando eu cheguei em casa, como eu chorei hoje de manhã quando ouvi minha mãe e minha irmã me zoando na cozinha sem saber que eu estava acordada e ouvindo. Dói ouvir algumas coisas, por mais que sejam verdade.

Eu chorei. E eu não ligo, porque eu não tive controle sobre nada do que eu senti. Fiquei sem chão como nunca tinha ficado antes. Eu, que tenho contato com gente assim o tempo todo. Eu, que  já havia imaginado a possibilidade de encontrá-la pela Paulista várias vezes, pensado numa situação absolutamente normal. Eu quase morri, de verdade. Mas quem sou eu pra falar em sanidade? Olha a cara que eu tenho tido nos últimos dias!

 

Anotem: isso é tudo que verão sobre meu aniversário nesse blog. TUDO.
Anotem: isso é tudo que verão sobre meu aniversário nesse blog. TUDO.

Podem rir de mim agora, eu não ligo. Eu sei que é ridículo, também vou rir um dia. Por enquanto, eu ainda não acredito. E o não acredito não se refere ao fato de ter visto a Pitty, não. O não acredito aqui é relacionado à minha reação. 

 

Eu não acredito que tô entrando em crise existencial por causa de um dez, um aniversário insano, um pouquinho de álcool, uma queda no vão do metrô e um encontro com meus ídolos.

Preciso de tratamento, urgente.

Melhores amigos de infância

Foi tudo sensacional como há muito não era. Inesperado também. Engraçado: eu tenho essa queda pelo inesperado. Quando algo me pega desprevenida, tendo a gostar muito mais. Às vezes, mais até do que deveria. Hoje eu não estou preocupada com o quanto devo ou não gostar: hoje eu apenas fui feliz. E nada sei sobre isso.

Só sei que eu estava lá, ele também: e uma amiga. Aí vieram a capirinha, a garçonete gostosa, a Bettie Page, as visões começaram a se embaralhar, a verdade foi dita num tom mais alto… E o silêncio constrangedor (não tão constrangedor assim) soou melhor do que qualquer música soaria.

No mais, hoje entendo alguns amigos e me sinto mal por ter batido neles tantas vezes, ou ter lhes tomado o celular quando o álcool começava a pedir licença e correr atrás de seus amores. Deixa mandar, deixa dizer o que é preciso. Nessas horas é que muitas coisas se resolvem. (O que não significa necessariamente que darão certo, é fato!)

A propósito, eu ainda volto lá pra ver Bettie Page de novo. E contar segredinhos, presenciar DRs, rir à beça, ficar fedendo ao cigarro alheio, beber um pouco a mais e dizer à garçonete o que me deu vontade de dizer… Só não volto lá pra me humilhar de novo.

Como o tempo passa: ontem eu não sabia o que prestar no vestibular. Hoje estou no segundo ano de duas faculdades. Duas… Apaixonada pelas duas. Ontem eu era fria e não me apegava a ninguém: hoje tenho amigos. Ontem eu sofria calada, hoje, embora o sofrimento seja outro, não tenho medo de gritar pro mundo. É! EU AMEI, EU FUI INFELIZ! Viro uma ou mais duas doses, trago o cigarro alheio, beijo a primeira boca que se insinuar pra mim e vou levando. A vida é isso, um cai-levanta dos infernos. Baixo astral – ou não.

Eu estou vivendo, finalmente. E se alguém tiver de me censurar por isso, sou eu. Mas hoje não, hoje estou feliz.

A propósito, caso você esteja lendo isso… Nem sempre o que dizemos se parece conosco.

Agora eu vou dormir. Labor uocat me.

AHHH! Esse é o post 600 do lovemaltine. 😀

Links amigos :)

Daí que, de novo, aí vêm os 15 blogs que mais me mandaram visitas no período de 1/03 à 12/03. Como todas as páginas são frequentadas por mim (e acho que fica meio inútil uma troca de links vazia) vou indicar um dos meus posts favoritos de cada blog toda vez que publicar a lista. É meio que uma maneira de indicar o que eu tenho achado de bom por aí. =)

#1 anderssauro.com
A Califórnia não é legal…
Quando o casamento gay não é a solução. =X

#2 gordonerd.com
No faro da notícia
Paris Hilton falando sobre o vexame do vídeo do oral da ex BBB Maíra.

#3 baixacombustao.com
Tchubaruba é o cacete
É antigo, mas como eu amo Mallu Magalhães, acho válido.

#4 crediario.blogspot.com
Dos traumas – 1
Que atire a primeira pedra quem nunca se perguntou “O que ele tem que eu não tenho?”

#5 desiluminancia.wordpress.com
Um curto sobre um cara
Vai dizer que você nunca se pegou analisando o carro ao lado?

#6 ledesordre.wordpress.com
Não tente
Algumas coisas, realmente, não mudam nunca.

#7 umindeciso.blogspot.com
Dicionário interior
Coisas de um indeciso…

#8 vitroleiros.org
Para dançar all nite long!
Conhece o The Clock Rock Bar? Não? Deveria.

#9 dkcell.com.br
Coca Cola: Heist
Pra quem ainda não viu uma das propagandas mais cutes da Coca-Cola.

#10 farofeiros.com.br
Gente doida
Porque assim eu me sinto mais sossegada quando me sinto perseguida

#11 ricacruz.wordpress.com
Respondendo as dúvidas
Esse é só pra quem curte Jaspion e não aguenta mais esperar pelo box!

#12 robertaescher.com
A Rô não atualiza o blog, der!

#13 rustymind.wordpress.com
Raio X da Galerë
Pérola por pérola…

#14 uqueuque.blogspot.com
Notícias Bizarras
Vai um refri de urina de vaca ai?

#15 antimonotonia.tumblr.com
Ah, o tumblr é meu, não vejo graça linkar. ahaha

Quanto ao post xexelento que eu disse não saber se devia postar ou não… NOT! Achei melhor prevenir. hahaha

Digressões (ir)relevantes

Uma foto da minha linda adolescência em homenagem ao layout
Uma foto da minha linda adolescência em homenagem ao layout

Perdoem esse layout pré-adolescente. O outro tava só o bagaço, Tainá me deu uma bronca. Coloquei esse provisoriamente (até meu note voltar da assistência técnica com os temas quase prontos que eu comecei antes dele morrer). Meu período fértil (em ideias, ok) parece ter ido embora e me deixado na mão. Eu nem preciso dizer qual meu maior problema, todos devem saber. Falta de vergonha na cara. E eu estou falando de mim, mesmo! Quantas vezes só nesse ano eu já não postei que tinha esquecido/ia esquecer/não sofreria mais por/tinha mandado pra pqp a mesma pessoa? FALTA VERGONHA NA MINHA CARA. Se eu sofro é porque sou idiota e dou corda. E isso, meus queridos, não tem tido solução.

ziraldo-premioquevedosOntem tive um dia engraçado. Chamei o Rigonatti pra um café, mas ele não pôde ir. Anyway, fui à Starbucks com Tory e Francisco. Há tempos não conversávamos assim. Não tirávamos um tempinho pra nós. Foi bom. Depois teve aquela aula maravilhosa de Metodologia em que o Ziraldo o professor resolveu encarnar o Timas Cuchi¹ e falar sobre Mitologia o tempo inteiro. Boring. Tanto que, indignamente, dormi na mesa. PIOR! Acordei e o professor ainda estava falando da mesma coisa. Uma beleza. O bom é que teve Comunicação Comparada em seguida, e a aula é sensacional. Adendo: Odeio calor, odeio pele à mostra e odeio nego babão no metrô. AH! Odeio gente mal educada que se enrosca em você na rua. Rasgaram minha arrastão ontem na hora em que eu voltava pra casa. =(

Tô com tanta coisa na cabeça que nem sei se é bom dizer. Ultimamente tudo que tenho dito só tem servido pra me fazer parecer (ainda mais) uma idiota. Mas tem alguns recadinhos importantes que eu preciso dar para vocês, meus queridos 15 leitores. haha 🙂

site_aterroriza09Primeiro: Meu aniversário está chegando e eu estava com uma baita dúvida sobre o que fazer pra reunir as pessoas de que gosto (ou que gostam de mim. ou os dois) e comemorar. Como aconteceu no ano passado, a Cásper decidiu por mim. Sem que eu tivesse opção, a Aterrorizando os Bixos foi marcada exatamente para o meu dia. Assim como da primeira vez, fiquei puta, surtei, quis chorar, falei “não vou a essa merda e quem me ama não vai também!”, mas, logo em seguida, falei “ok, não é tão caro, não é ruim e ainda é open bar”. Pensei na filosofia dos meus amigos, coisa do tipo, “foda-se, se for ruim eu não estarei sóbrio pra ver”. E aí ficou decidido: comemorarei por lá mesmo.  VAMOSSSS??? Mais pra frente eu coloco valores, contato e afins. As vendas antecipadas iniciam dia 16. A Aterrorizando começa 23h00 do dia 28/03. Só aceito os parabéns depois da meia-noite. Antes dá azar. hahaha!!!

Segundo: Eu preciso de férias, socorro. Já que sei que não rolarão, peço apenas a gentileza de alegrarem minhas horas livres sempre que possível. Amo vocês, obrigada.

Terceiro: Eu esqueci por que estava escrevendo esse post (sim, ele tinha um objetivo) quando a Tory me chamou no Gtalk pra falar sobr eo Vitroleiros. (Isso foi na metade do primeiro parágrafo. De lá pra ca, é enrolação). Então eu vou deixar ele assim, meia boca, e resolver o problema lá do vitrola. Aí, quando eu lembrar (se lembrar) eu volto. Já perdi o fio da meada, foda-se né! hahaha.

AH! QUARTA FEIRA É SEMPRE UM LINDO DIA *——-* (aka o único dia em que eu durmo)

ps¹: Não lembra quem é Timas Cuchi? Nunca conheceu? Olha ele aqui:

Socorro, tô numa bad duzinferno.

Good news for people who love bad news

"Satanás! Aonde está você, Satanáááás???"
"Satanás! Aonde está você, Satanáááás???"


Como esse blog anda muito baixo astral, vim dar uma boa notícia: A taquara rachada Bruxa do 71 minha maravilhosa professora de Língua Portuguesa resolveu finalmente aceitar meu aproveitamento de estudos e eu não tenho mais a primeira aula às segundas feiras à noite. Não é lindo? (ok, não é nada demais, mas porra, uma prova a menos todo bimestre!)

(Em tempo: Ainda bem que ela me liberou antes de descobrir que era eu cantando a la Pato Donald ontem. Cismou que era alguém imitando a voz dela! Pelo menos a bonita tem noção da voz que tem. 8D~)
A propósito, vou deixar aqui algo que ela nos questionou e que realmente mudou a minha vida. Para reflexão:

O que seria da Branca de Neve sem a maçã?

Er … não, não vou colocar minha opinião aqui. Mas tô perdendo muito de não ter essas aulas, hein? Afinal, como diz nossa Dona Clotilde particular adorada mestra, “Jornalista precisa exercitar o espírito crítico-reflexivo“. E onde mais terei propostas de reflexão como essa?