no singular

começa devagar. uma, duas, dez coisas em comum. então o toque, uma espécie de permissão. vá em frente! e o beijo. o momento em que descubro se essa será minha próxima ruína ou não.

quando tudo parece tranquilo é como se não fizesse sentido. como se fosse amar pela metade. não, meu doce, eu vim aqui pra me entregar por completo. não quero a sorte de um amor tranquilo – eu só sei viver me rasgando, sangrando, entrando em choque com você, depois comigo, depois com o que quer que eu sinta.

sou intensa demais pra um amor que vem aos pedaços, fatia por fatia. eu quero o bolo inteiro.

começa devagar: e você se achega, e é bom. mas eu sei que ao primeiro sinal de qualquer ruína se aproximando em outra direção, eu parto. e nós seremos (de novo?) apenas história.

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