tá ruim, tá ótimo

a gente se enrola, desenrola, ama aqui mas pega ali, deseja lasanha e belisca salada, e no final abraça a cátia acorda na sarjeta se arrepende das declarações e lágrimas e beijos e drinques pra na próxima semana fazer tudo de novo.

a gente é jovem, pode tudo. apenas enquanto houver tempo.

pelo menos estou tentando acreditar nisso.


glamourizando a sexta-feira com galantinha

Imatura e previsível

Padrões dos meus finais de semana:

SEXTA À NOITE
– começo quicando de alegria;
– fico cega de empolgação e fora de controle;
– faço uma merda muito grande por impulso.

SÁBADO
– tento consertar a merda e deixo pior ainda;
– passo o dia na vibe “podia estar chorando de ressaca moral mas já fiz coisa pior” e vou procurar o que fazer;
– saio pra comprar algo, me entupo de filmes e series ou jogo alguma coisa até tarde.

DOMINGO
– acordo para o almoço em família;
– rio muito das historias familiares;
– durmo/leio/escrevo/jogo;
– ouço musicas tristes, reflito um pouco e penso em como gostaria que o final de semana fosse maior (mesmo sabendo que eu sempre o detonarei logo na largada);
– durmo e acabou, venha uma nova semana com novas loucuras porque a vida é assim.

Eventualmente sinto saudades da minha ~maturidade~ dos quinze anos, mas eu sou muito mais feliz assim, fazendo tudo que tenho vontade e estragando as coisas de uma vez, nao com longos e dolorosos períodos de sofrimento e crise interna.