it don’t have to change

Antes de tudo:

Já falei sobre como vivi esse ano intensamente desde o começo. Sobre como me permiti e mudei, como cresci e ando mais forte do que pensava ser. E tudo isso tem uma razão, não é mesmo? Acho que 2012 foi, até o momento, o ano em que mais pessoas incríveis me surpreenderam e entraram definitivamente na minha vida.

Na realidade, a maioria destes guris e gurias já era conhecido de longa data de internet, faculdades, colegas em comum. Mas eu me abri muito mais, no sentido de deixar entrar. Deixei muito mais gente entrar no meu coração.

E tem sido tão bom.

Porque minha compreensão das coisas mudou. Parei de procurar relações que fossem sempre uma equilibrada via de mão dupla. Parei de buscar exclusividade e sofrer muito como se fosse “dona” dos amigos.

Hoje eu só ofereço o meu melhor – que nem é muito, acho que não tenho vocação pra amiga – sem esperar retribuição. E aceito o melhor que as pessoas têm a me oferecer, é claro. Mas sem obrigação.

Porque amor só é amor se é de graça.

Os tempos andam difíceis e as coisas estão mudando, mas o importante é que continuemos os mesmos. O amor não precisa mudar.

É só isso que eu desejo todos os dias: que essas pessoas continuem a ser parte da minha vida – e que eu seja boa pra elas como elas têm sido pra mim (mesmo de longe, mesmo sem saber).

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