uma digressão

tocou man aqui agora.

e man sempre me lembra uma das pessoas que amo de verdade há mais tempo na minha vida e me faz repensar um monte de coisas que eu achava que tinha aprendido sobre amizade e amor nesses meus 22 anos no mundo.

me faz lembrar que eu nunca soube lidar com amor e nem preservá-lo (e provavelmente nunca vou saber), mas ele sempre vai existir na minha vida. assim, sem controle mesmo.

porque a gente pode tentar forçar um sentimento, mas a verdade é que quando a coisa é real não tem mesmo tempo nem distância que anulem o friozinho na barriga quando a gente vê a pessoa, sempre como se fosse a primeira vez. nem há razão que explique aquela dorzinha de saudade que a gente engole no meio da noite sem saber de onde e nem por que vem – sabendo que vai passar, sempre passa, mas depois volta de novo.

e renova a esperança.

enfim. compartilhei no mpqgm, cheio de pessoas que também vivem experiências assim com a música. me sinto menos louca por lá. mas achei que devesse reproduzir no blog. tudo se perde muito rápido no facebook – e aqui o espaço é só meu. 🙂

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