a rede social

Facebook: o lugar em que, superexposta ao que adoraria não ter que ver (mas, por masoquismo, acaba acompanhando), a mágoa faz comentários por você. Comentários recheados de uma tristeza ímpar por conta das lembranças que você tem, por conta de feridas que demoraram a cicatrizar, por conta de erros que você mesmo cometeu e nunca vai aceitas. Coisas que qualquer um chamaria facilmente de recalque.

E depois você não tem coragem nem bom senso que faça apagar essas merdas que disse sem pensar, em público e num espaço que não é seu – que é pro mundo todo ver e saber quão infantil e pequeno você é. Aos 22 anos.

Seria interessante essa análise… Se eu não estivesse falando de mim.

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