ultimamente tenho sentido falta do tempo em que o blog era o meu quartinho escuro. quando eu vinha aqui, botava tudo pra fora e sempre tinha alguém que comentava comigo, compartilhava experiências e tudo o mais. que ria e chorava junto. era adorável especialmente quando não precisava medir as palavras porque estava sendo observada pela família, pela faculdade, pelo trabalho, por mim mesma. quando não havia esse policiamento. mas passou, ..
(ouça a letra com atenção e ficamos todos entendidos.)
Foram bons dias e tentativas nem um pouco sutis de que não parecesse nada — não era — até que sumisses de novo. Já era previsto, desde o início falávamos das tuas mulheres e dos teus planos e qualquer um que alguma vez já tenha trocado duas palavras contigo sabe que não és e nunca serás de ninguém senão de ti mesmo. Mas foi engraçado poder ter uma perspectiva de ..
nota: em caso de crise profissional, especialmente em se tratando de jornalismo, evite ler Cantiga de Ninar, do Chuck Palahniuk. risco de desistência automática. ou não, mas enfim.
Daí, depois de enrolar por quase um mês, comprei a Inked #01. Poderia ficar horas narrando, mas deixarei que as imagens falem sozinhas. Parei de respirar pra sempre.
Tem como não amar o Google Reader?
Depois de passar mal o dia todo sozinha em casa, recebi a visita de mãe ao lado da minha cama. Danada resolveu puxar papo lá pelas onze da noite, quando chegou do serviço. Pontuei que não gostaria de ser incomodada a respeito do meu trabalho. Única condição. Então falaríamos de amenidades. Veja bem: eu, minha mãe e minha irmã engatamos, sem razão aparente, um papo sobre livros. Esse final de ..
my heart’s on fire, with a strange desire, yeah… (fuck yeah pretty monday)