Ontem, no elevador da empresa, lá pelas 13h, o garçom puxou assunto comigo. – Já vai, Ariane? Vida mansa… – Magina. Vou trabalhar de casa. – Vai, é? Fazer o que, twittar o jogo? (risinho malvado) Olha como eu tenho credibilidade no prédio.
Dearest Cecilia, The story can resume. The one I had been planning on that evening walk. I can become again the man who once crossed the surrey park at dusk, in my best suit, swaggering on the promise of life. The man who, with the clarity of passion, made love to you in the library. The story can resume. I will return. Find you, love you, marry you and live ..
Mês passado (retrasado?) cheguei ao limite. Estava cansada de trabalhar, correr pra faculdade, engolir qualquer coisa, cair na cama e levantar cinco horas depois pra começar tudo de novo. Então pedi pra mudar o horário no trabalho, o que me daria algumas horinhas livres à tarde. Na primeira semana tudo correu bem: saía cedo da agência, lia, escutava música, tomava um café prestando atenção em nada, comprei até outro violão. ..
Às vezes me batia (ainda bate) a vontade estranha de vir aqui e contar tudo, tudo o que aconteceu nos últimos meses, todos os diálogos, os fatos, o que se passou pela minha cabeça. Não para me expor, não para me vitimizar, apenas porque eu sabia (sempre soube) que provavelmente apareceria alguém nos comentários ou no meu email dizendo “poxa, Ari, já passei por isso” e nós conversaríamos por algum ..
e roda a melancolia / seu interminável fuso! / não me encontro com ninguém / (tenho fases, como a lua…) / no dia de alguém ser meu / não é dia de eu ser sua… / e, quando chega esse dia, / o outro desapareceu… (Lua Adversa, Cecília Meireles) ~~ (em fevereiro) – pensava cá com meus botõezinhos. – hm. – ontem ela me implorou pra eu ir a uma ..