* Larry: Is he a good fuck? Anna: Don’t do this. Larry: Just answer the question! Is he good? Anna: Yes. Larry: Better than me? Anna: Different. Larry: Better? Anna: Gentler. Larry: What does that mean? Anna: You know what it means. Larry: Tell me! Anna: No. Larry: I treat you like a whore? Anna: Sometimes. Larry: Why would that be? * Thank you for your honesty, now fuck off ..
já estava tudo acabado faz tempo. faltava mesmo era aparar as arestas, acabar com os olhares de lado, exterminar as expectativas restantes. em geral, “precisamos conversar” nunca me trouxe nenhum tipo de novidade agradável, de modo que não fiquei ansiosa e também não me ative a meios de agilizar o acontecimento. depois de cinco dias, no entanto, escondida num cantinho escuro bem debaixo de um telefone público, “onde ninguém pode ..
engraçado isso de querer esquecer algo que me fez tão bem. achava interessantes tuas maneiras à rua ou ao telefone, ou somente comigo, ambos vestidos sempre com a carcaça séria, sempre na defensiva, o desejo editorial, os pequenos prazeres, os livros a ler e a escrever, todas as cartas não enviadas. e doía tanto saber sempre pelos teus olhares que fugias de mim, como que por repulsa. mas eu sempre ..
Daniel: So what’s the problem, Sammy? Is it just Mum or is it something else? Maybe… school – are you being bullied? Or is it something worse? Can you give me any clues at all? Sam: You really want to know? Daniel: I really want to know. Sam: Even though you won’t be able to do anything to help? Daniel: Even if that’s the case, yeah. Sam: OK. The truth ..
I say Goodbye to romance, yeah Goodbye to friends, I see ya Goodbye to all the past I guess that we’ll meet We’ll meet in the end
fazia tempo eu simplesmente não entrava sozinha num lugar, deitava no sofá e, com coltrane nos ouvidos e café nas mãos, pensava em absolutamente nada. como sou boba. estaria bem melhor se não tivesse interrompido esse ritual. de qualquer forma, tão bom revisitar a ariane que quer viver. life’s just too fucking boring not to try. fico vendo lew ashby me dizer isso o tempo todo.
é feito punição. vai fazendo constantemente, repetindo a dose com uma frequência cada vez maior, correndo pra lá e pra cá enquanto o dia se encarrega de fazer com que tudo realmente atinja e machuque por horas e horas. sofrimento incessante. voluntariamente. masoquista. ~.~ um dia fez uma carta, endereçou-a, selou e jogou fora. é sempre assim. mais fácil quando a sensação é de dever cumprido. seu dever era ir ..