“love don’t live here anymore, just emptiness and memories of what we had before… you went away, found another place to stay, another home… you abandoned me, love don’t live here anymore, just a vancancy… love don’t live here anymore.” meu 2009 foi exatamente essa música.
eu ainda lia, eventualmente, os feeds do twitter dele. tentativa estúpida de não ficar TÃO longe. depois de deletar de tudo, depois de não conversar mais, o que me resta? o que me resta além dessas coisas infinitamente banais? veja bem: [socialmediaéofuturo] descobri inclusive que cada vez mais temos pessoas em comum nas nossas listas [reflita, ambos temos twitter desde 2006 e até mês passado não tínhamos quase nenhum contato ..
bg: blablabla manifesto futurista whiskas sachet – Ai, Ari, ele tem caminho da felicidade! – Ô… Da minha, pelo menos, ele tem faz anos, Fran! – Tem sim, menina, sério. Eu vi. *cara de safado* – Ai, ai… *suspiro* E é isso que não mata os seminários de história da arte.
mestre supremo de Charles Bukowski if it doesn’t come bursting out of you in spite of everything, don’t do it. unless it comes unasked out of your heart and your mind and your mouth and your gut, don’t do it. if you have to sit for hours staring at your computer screen or hunched over your typewriter searching for words, don’t do it. if you’re doing it for money or ..
é claro que queria estar comemorando hoje um ano ao seu lado. é claro que queria mais beijos conversas fotografias risadas directs sms sexo fugas shows cigarros desencontros dramas reconciliações e é claro que ainda encontro você em discos 4:20 fiestas focus escadão FNACs livros chocolates cafés filmes em qualquer coisa que se possa imaginar. mas um dia me disseram que quando amamos de verdade, não PRECISAMOS estar com alguém, ..
bastou ver a Dr. Arnaldo vazia através da janela do ônibus. 21h, São Paulo finalmente conseguiu: sentia-me só. profundamente só, como nunca antes. Alameda Santos de tantos passeios, projetos, madrugadas insanas e até o colo mais marcante da minha vida. o colo que já não me está disponível. rua Augusta dos finais de semana loucos, das fotos tiradas num mar de insegurança entre mendigos empresários descolados trabalhadores shows entrevistas, entre ..
encontrei num papelzinho amassado no fundo da bolsa: “coisas que preciso fazer o mais rápido possível: – organizar minha vida – voltar a ter um diário – escrever a última carta – arranjar um amor – comprar um ipod – esquecer (e ser um pouco menos Maysa – aka falar e beber somente o necessário)” agora, com algumas dessas metas cumpridas, penso: como às vezes sonho pequeno…
dias de FEBRE, VÔMITO & DELÍRIOS. uma merda. além de tudo & ajudando a piorar a situação, acumulam-se trabalhos da faculdade. EU FUCKING ESTOU SOFRENDO PRA CARAMBA, apesar do sorriso no rosto. a gente vai fingindo que tá bem, mas a verdade é que amor arranca até a última gotinha de sangue. pior: tem puto que ainda acha que é mimimi. [aí vem o jornal & me diz que mulheres ..
- Cê sabe que essa sua paixonite não vai te levar à lugar nenhum, né? – Sei. – Então, mas se quiser que role alguma coisa… – Não me olha com essa cara. Uma trepadinha eu não quero. Já falei sobre a vida ser mais que sexo. – Azar o seu. Amigo sincero:com certeza tens um pra te fazer sentir fracassado.
. Mia: Don’t you hate that? Vincent: What? Mia: Uncomfortable silences. Why do we feel it’s necessary to yak about bullshit in order to be comfortable? Vincent: I don’t know. That’s a good question. Mia: That’s when you know you’ve found somebody special. When you can just shut the fuck up for a minute and comfortably enjoy the silence. [sempre me sacode por dentro quando vejo pulp fiction.]