Randômicas

# Eu sei que algo me pegou de jeito quando me sinto incapaz de escrever. Tipo agora.

# Sei que superei algo quando consigo escrever. Especialmente se for sobre isso.

# Não sei ser constante, invulnerável e, principalmente, coerente.

# Não estou feliz com a vida medíocre que tenho levado.

# Não deveria estar me apaixonando assim.

# Barmans não são confiáveis.

# Nunca mais caio ao paquerar um cara. Vai que a gente se reencontra por aí? (Acontece mais do que eu gostaria!)

# Desencanar é preciso.

# TUDO VAI PASSAR.

Possibilidades

Queria a chance de vê-lo sempre que achássemos necessário. A sensação de que todos esses medos são em vão e, no final, tudo vai dar certo, pelo menos por um tempo. Pelo menos enquanto gostarmos um do outro, enquanto houver paixão. Porque eu sei, eu sei que nada é eterno, e eu não peço nada eterno. Eu só quero a eternidade do hoje, eu quero aproveitar ao seu lado enquanto eu posso… Mas pra isso você precisa perder o medo. Precisa me dar suas mãos, confiar em mim. Eu te apoio no que for necessário, você se corrige, se livra desse apego estranho ao futuro. Foi pensando no futuro que muita gente arruinou o passado. É aqui, no presente, que se encontra a solução. Se você se resolver agora, não há passado que te assombre nem futuro que falhe, se resolver agora tem muito mais chances de ser feliz. Ninguém sabe o que vai ser amanhã, e, se você acerta em suas previsões pessimistas, é só porque, ao se conformar com a possível derrota, fica muito mais suscetível a ela. Possível, já percebeu quantas vezes eu usei essa palavra hoje? É disso que vivemos, dessa palavra carregada de incerteza. “Possibilidade” – aquilo que pode, e não necessariamente vai, acontecer. Pode. Mas cada dia mais, graças ao seu medo, sinto que não vai. Porque possibilidades exigem ação. Precisamos sair dessa inércia. Desse “quando isso passar”. Se tem algo incomodando, joga fora. A menos que não queira descartar. E se não quiser, então nem a possibilidade existe.

— inspiração:

“Entre os dias 22/05 (Hoje) e 24/05, você estará passando por uma fase propícia para aparar as arestas de seus relacionamentos mais íntimos, Ariane. (…) Este período só é “ruim” se você ficar evitando a tarefa de “limpar o porão”. Que tal ter “aquela” conversa com as pessoas que você mais ama e ajustar as pontas soltas?”

” Trata-se de um momento de tomar consciência dos seus sonhos e objetivos, direcionando-se para eles. Você terá diversas tentações de se sentar e ficar esperando que as coisas aconteçam por si só. Não se permita a isso, mova-se, Ariane! (…) Muitas águas hão de rolar e este é apenas o processo inicial de uma provável aventura muito gostosa. Lance-se sem medo! Quanto mais coragem, mais resultados! Mesmo que você ouça “não”, a negativa será apenas inicial. Conselho: Arrisque-se!”

Personare

Comecei escrevendo um email, descambou pra post e agora, numa boa, são só palavras pra salvar no bloco de notas e mandar pra lixeira. What means: ficção, beijos.

Loop mental

“It’s not always rainbows and butterflies
It’s compromise that moves us along
My heart is full and my door’s always open
You can come anytime you want
I don’t mind spending everyday
Out on your corner in the pouring rain”

Patience

A vida tem desses despropósitos do gênero permitir que criemos projetos maiores do que podemos realizar, que nos apaixonemos por quem não deveríamos, que esqueçamos do poder de algumas coisas e da importância de outras… Acontece muita coisa ao mesmo tempo, muita coisa exigindo atenção, exigindo um conhecimento que nem sempre temos, exigindo um raciocínio que nem sempre estamos preparados para ter. E aí fica difícil… Fica difícil manter os pés no chão e não desistir de tudo no meio do caminho, fica difícil fazer escolhas quando sabemos que elas interferirão no nosso futuro pra sempre, fica difícil agir com a razão frente a uma paixão. A paixão nos tira da razão. E aí, qualquer contratempo é capaz de nos arrancar pedaços. Sangue, muito sangue. Aquele medo de estar tomando a decisão errada. Nós temos uma vida. Os outros têm uma vida. Para ficar com alguém, é preciso aceitar isso. É preciso aceitar que há um passado – e que nós não fazemos, necessariamente, parte dele. Pior: na maior parte do tempo, é necessário saber, em certa medida, ignorar o passado. Olhar para o agora, olhar para frente, fingir que nada aconteceu, ou entender que o que passou, passou, não volta. Que nem sempre cometeremos o mesmo erro de novo e de novo. Acima de tudo, é necessário não nos deixarmos ferir porque alguém foi feliz sem nós. Fomos felizes sem esse alguém também, em algum momento de nossas vida. Já amamos outras pessoas também… Ou não. Ou há razão para desconfiarmos. Nunca sabemos quando alguém de fato mudou. Nunca. E aí fica aquela dúvida. Aquele barulhinho intrigante. O diabinho cochichando num dos ouvidos “Não queria estar na sua pele…”. O anjinho dizendo “Vocês se olharam nos olhos, é de verdade…” no outro. E o desejo de que o mundo acabe logo, pra não termos que decidir pra que lado ir dominando cabeça e coração – porque, não interessa o lado; sempre haverá passado. E sempre teremos a grande chance de ficarmos presos a esse mar de infelicidades que tem sido o presente. Agora, custa tentar? Melhor chorar porque não deu certo, não porque poderia ter dado. Então precisamos de força. E eu estou disposta a tê-la. Eu sou forte. Se o outro não for… Eu quis tentar.

***

Ainda bem que eu não coloquei minha vida nas costas de ninguém. Ainda bem que ainda sei viver sozinha, eu e meus medos. Sofrer é parte de mim, e eu aceito, especialmente quando sinto que mereço.

CARALHO

Quem me conhece (ou lê esse blog com atenção) vai entender o porquê de eu ter ficado chocada com esse vídeo. Se perceber, comentaí.

Sunday Feelings

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Há muito não convivo com esse medo obscuro do que virá a acontecer. Esse desejo latente de pertencer ao outro, e do outro me pertencer – mania boba de querer sempre ter aquele de quem gosto bem perto de mim.

A vida, esse fluxo de pessoas entrando e saindo – e fazendo a gente rir, chorar, tremer, perder noites de sono -, passa rápido demais. Mas às vezes parece tão devagar…

Não tenho forças pra sair da cama. Só pra contar os minutos e esperar que possamos nos ver de novo logo. Ah, paixão…

Olha lá ela de novo…

Essa semana a Pitty liberou na web o ensaio pin up que eu disse há algum tempo aqui que estava esperando pra ver. Eu, particularmente, gosto de quase tudo que ela faz – e o Adrian Benedikt arrasa em termos de Cheesecakes. Mas, numa boa, achei que esses ensaios ficaram tão “mais do mesmo”… Não sei se é porque eu recebi no mínimo 20 emails com links para eles (fora as directs, replies e links no gtalk/msn), ou se porque, realmente, como eu também já disse aqui antes, esse negócio dela ficar buscando “inspirações” e mais inspirações a está deixando realmente sem personalidade. Porque eu penso que INSPIRAÇÃO é diferente de IMITAÇÃO, e, muitas vezes, o que me parece é que ela tá na maior vibe imitação do mundo, cada dia com uma diva diferente.


Pitty "Winehouse", por Anita Roque
Pitty Winehouse, por Anita Roque

Pitty "Page", por Pedro Cupertino
Pitty Page, por Pedro Cupertino

Claro que essas são só exemplos mínimos, mas OI?, eu sou fã da mulher, não vou ficar xoxando no meu blog. Deixa ela fazer o que quiser com a fama dela. Afinal, ela tem a beleza, tem O HOMEM, tem o sucesso, e eu só não vou dizer que tem um puta talento porque ah eu já fiz nove mil posts dizendo o que eu acho dela, das músicas, da voz, do corpo, das fotos e o caralho a quatro… Porque não vou, fim. Todo mundo sabe que eu pago um pau pra ela, que as músicas dela SÓ ela consegue fazer ficarem boas e que mimimimimi [insira frescuras de fã aqui].

E já que estamos falando de Pitty, e ensaios fotográficos, pin up, Bettie Page, Kat Von D, Dita Von Teese e afins (estamos, não? :O), separei (MAIS) algumas das fotos que ela já fez pra vocês terem uma noção de como eu não exagero quando digo que ela mudou MUITO. Agora, não digam que eu não avisei, ok? Beijos. Hahaha.

Eu não ia postar isso, mas ó, quer saber? Foda-se. Hunf hunf. Ela é minha, eu falo o que quiser dela. (CLARO U_U)