Divagações

O problema quando a gente atribui valor demais a alguém é que, quando sai da nossa vida, a tendência é doer bastante. E por muito tempo. É. Tem coisa que eu lembro com saudade, tem coisa que eu vejo que foi piti meu, e tem coisa que ainda dói um bocado. Mas, na maior parte do tempo, eu sinto vontade de voltar no tempo e fazer tudo de novo. Sem ligar pra todas as implicações ruins.
Se bem que… É por isso que dizem que “figurinha repetida não completa álbum”. Você volta, repete os erros. Mas não aprende nada novo. É a mesma lição, todos os dias. Não, não é pra ser assim, é preciso olhar pra frente. Uma coisa é fato: Uma mesma personagem pode ilustrar duas figurinhas, sem que elas sejam necessariamente repetidas. É por isso que tantas vezes alimentamos esperanças. MAs como saber quando não vai se repetir? Não sabemos. É o risco. Eterno risco.
O que eu percebi é que chega um momento em que conseguimos dizer “não”. Em que percebemos que já não vale mais a pena arriscar. Mas e daí, como faz pra dizer “chega pra lá!” pra vontade?

Um comentário em “Divagações”

  1. Acho que não diz. A gente só vai acumulando.

    Minina, eu acho que as coisas, esses sentimentos, vão se empilhando, acumulando dentro da gente até chegar num grau em que tudo o que a gente sente é passado, é… é lembrança. É o abraço de um que lembra aquele outro, o cheiro do terceiro que remete ao primeiro… é um bololô sem fim.

    E o primeiro que for original leva um espaço novo no quartinho abarrotado de sentimentâncias que a gente cria.

    Sei lá. Sou iniciante nesses temas. 🙁

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