auto-retrato

Impulsiva. Passional. Nem se recuperou de uma paixão louca ainda e já está lá, imersa numa pseudo-paixão nova, cheia de suspiros, risinhos, vontades. Sem nenhuma expectativa, mas sempre falando demais – que é pra estragar tudo antes da hora. Afinal, de novo ela entrou no campo complicado da amizade, do semi-beijo distraído no canto do lábio, do cara mais velho, da idéia errada de que um dia uma dessas loucuras pode dar certo.

E depois ainda diz que não é masoquista.

O que a gente diz pra ela? Boa sorte, amiga.
Não custa deixar a pobre tentar, né? A vida taí é pra isso.

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