Satisfações

Prometi posts e não fiz. Frustrante, mas nada sai. Nada. Nada que deva ser dito num blog, por mais pessoal que este seja.

É angustiante estar sempre perdida, sempre precisando me recompor, me acostumar. Mas é assim que tem sido nos últimos meses. O que é engraçado, já que, em meio a muitas dificuldades ou dúvidas, tive motivos de sobra para ser feliz.

 

Resta tentar, não é? De novo, e de novo. Problemas todo mundo tem. Preciso aprender a lidar com eles.

 

Enquanto isso… Posts incompletos no desktop, milhares de feeds acumulados, pautas a apurar, necessidade de roupas novas e uma câmera, email a escrever. Afinal, tenho blogs a manter, projetos a botar pra frente, pessoas a conhecer, saídas a fazer, decisões importantes a tomar. Sou humana. E já passou da hora de viver um pouco.

You’ve just gotten…

RICKROLLED.


We´re no strangers to love
You know the rules and so do i
A full commitments what i´m thinking of
You wouldn´t get this from any other guy

I just wanna tell you how i´m feeling
Gotta make you understand

Never gonna give you up
Never gonna let you down
Never gonna run around and desert you
Never gonna make you cry
Never gonna say goodbye
Never gonna tell a lie and hurt you

We´ve know each other for so long
Your heart´s been aching,
But you´re too shy to say it
Inside we both know what´s been going on
We know the game and we´re gonna play it

And if you ask me how i´m feeling
Don´t tell me you´re too blind to see

Never gonna give you up…

Olá!

Eu não morri. Não morri MESMO. É uma delícia poder dizer isso. Hahaha.

Estou passando por um momento de reclusão. Não, não num SPA. Na Campus Party. Sim, meu momento de reclusão “bloguística”  é, ironicamente, o meu momento de expansão social. Enfim, só não tenho postado mesmo porque ão consegui ainda organizar minhas idéias. É muita informação aqui, o tempo todo. Agora mesmo, estou a uns 6 metros da Samara Fellipo enquanto ela fala sobre como é ser uma celebridade blogueira. (Prometo não dar meu parecer a respeito).

Só dei uma passadinha no blog pra não deixá-lo morrer. Tenho esperança de que conseguirei postar mais depois. Contar das “arrobas” que conheci, dos micos que paguei, das palestras que assisti. Sempre bom, também, é falar das decepções que me acometeram. Senão, não seria eu. Hahaha.

E hoje meus novos olhos chegaram. Que delícia, parece que eu troquei a televisãozinha velha de 14” por uma LCD de 42”. Só que 24 horas, em todas as direções. ô diliça…

Volto qualquer hora dessas, com mais informações (des)interessantes sobre minha vidinha (cada vez mais) nerd. 😀

Beijinhos.

Oi, Deus. Obrigada pelo dia. Por mais uma segunda-feira. Quero fazer dessa semana uma semana linda, me ajude, por favor.

Obrigada.

Canto de Ossanha

Baden e Vinícius dizendo o que eu tentei e não consegui.


O homem que diz “dou” não dá, porque quem dá mesmo não diz
O homem que diz “vou” não vai, porque quando foi já não quis
O homem que diz “sou” não é, porque quem é mesmo é “não sou”
O homem que diz “tô” não tá, porque ninguém tá quando quer
Coitado do homem que cai no canto de Ossanha, traidor
Coitado do homem que vai atrás de mandinga de amor
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Que eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu só vou se for pra ver uma estrela aparecer
Na manhã de um novo amor
Amigo senhor, saravá, Xangô me mandou lhe dizer
Se é canto de Ossanha, não vá, que muito vai se arrepender
Pergunte ao seu Orixá, o amor só é bom se doer
Pergunte ao seu Orixá o amor só é bom se doer
Vai, vai, vai, vai, amar
Vai, vai, vai, sofrer
Vai, vai, vai, vai, chorar
Vai, vai, vai, dizer
Que eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu só vou se for pra ver uma estrela aparecer
Na manhã de um novo amor

O homem que diz “dou” não dá, porque quem dá mesmo não diz
O homem que diz “vou” não vai, porque quando foi já não quis
O homem que diz “sou” não é, porque quem é mesmo é “não sou”
O homem que diz “tô” não tá, porque ninguém tá quando quer
Coitado do homem que cai no canto de Ossanha, traidor
Coitado do homem que vai atrás de mandinga de amor
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Que eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu só vou se for pra ver uma estrela aparecer
Na manhã de um novo amor
Amigo senhor, saravá, Xangô me mandou lhe dizer
Se é canto de Ossanha, não vá, que muito vai se arrepender
Pergunte ao seu Orixá, o amor só é bom se doer
Pergunte ao seu Orixá o amor só é bom se doer
Vai, vai, vai, vai, amar
Vai, vai, vai, sofrer
Vai, vai, vai, vai, chorar
Vai, vai, vai, dizer
Que eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu só vou se for pra ver uma estrela aparecer
Na manhã de um novo amor

Uma das coisas nem um pouco não tão interessantes da vida é o fato de não termos a mínima idéia de quando é o fim.

Geralmente quando pensamos que algo acabou, começa tudo de novo. Bom ou ruim.

You’ve Changed

That sparkle in your eyes is gone
Your smile is just a careless yawn
You’re breaking my heart
You’ve changed

You’ve changed
Your kisses now are so blase
You’re bored with me in every way

I can’t understand
You’ve changed
You’ve forgotten the words,
“I love you”

Each memory that we’ve shared
You ignore every star above you
I can’t realize you’ve ever cared
You’ve changed

You’re not the angel I once knew
No need to tell me that we’re through
It’s all over now

You’ve changed

Por que será que os “depois te ligo” não me tocam mais como antes?
Será que é porque eu sei que ele não vai ligar?

…c-c-changes

Cabelo novo, um pouquinho de peso a menos, força de vontade ligada. O amor continua o mesmo de sempre, que isso não muda assim, de repente. Mas tem doído bem menos. Eu quero, mais que amar, é ser amada. Paixão é uma delícia… Quando é via de mão dupla.

Amor eu te sei
Eu te amar foi ficando e eu fiquei
Amo o perdão

Mas perdão de saber ou sofrer
E ficar foi morrer
E eu morri

E a chama que mansa cresceu
Que me chama
Que traz o que é meu

Na tarde tão tarde se fez
Pra te achar eu perdi minha paz
Mas te achar foi achar-me demais

Eu bem me apaixonei pela Maysa. Ok, é ficção. Mas é que eu sou passional, loucamente passional… Como ela. (E sim, eu ouço bronca da minha mãe todos os dias enquanto assistimos. “Viu, Ari, não pode ser assim, mimimi, blablabla”. Bobagem, Maysa é que viveu. Haha.)

Agora vou voltar ao meu retiro espiritual, porque o ano até tá começando a melhorar. Amanhã tem ensaio. Semana que vem, #CParty. 😀