Garota de Aluguel

 

Ela me chama quando quer eu penso se vou lá
Me envolve num ardil qualquer querendo me enganar
Essa situação não quer chegar a um final
Eu sou garoto de aluguel mas não vão me comprar
Eu vou te dar o teu prazer
Mas com amor é mais caro
Com amor é mais caro
O meu amor é o mais caro
Me diz quanto você pode pagar

(poléxia, aos garotos de aluguel)

 

Daí que às vezes me sinto uma garota de aluguel. E, sinceramente, não sei se há algum tipo de moeda com que se pague meu amor. Aliás, estive lembrando… Houve uma única proposta que me interessou, quando, numa dessas minhas tardes de drama, questionei o mundo, com toda a licença do Poléxia, sobre quanto pagariam por ele. 

Eis que o vencedor foi…

Mas ainda tenho minhas dúvidas sobre meu preço. É, porque na verdade, se parar pra pensar, pra ele eu daria meu amor até sem nada em troca. Quer saber? O amor é assim: quando ele é de verdade, ele não exige nada. É gratuito… 

 

Que acabou se tornando uma proposta irrecusável, acabou. E agora eu não devolvo o envelope MESMO!

Um comentário em “Garota de Aluguel”

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