Nerd, Geek or Dork?

Fiz o teste em: http://www.okcupid.com/tests/take?testid=9935030990046738815

Outcast Genius

74 % Nerd, 74% Geek, 61% Dork

For The Record:

A Nerd is someone who is passionate about learning/being smart/academia.
A Geek is someone who is passionate about some particular area or subject, often an obscure or difficult one.
A Dork is someone who has difficulty with common social expectations/interactions.
You scored better than half in all three, earning you the title of: Outcast Genius.

Outcast geniuses usually are bright enough to understand what society wants of them, and they just don’t care! They are highly intelligent and passionate about the things they know are *truly* important in the world. Typically, this does not include sports, cars or make-up, but it can on occassion (and if it does then they know more than all of their friends combined in that subject). 

Outcast geniuses can be very lonely, due to their being outcast from most normal groups and too smart for the room among many other types of dorks and geeks, but they can also be the types to eventually rule the world, ala Bill Gates, the prototypical Outcast Genius. 

Congratulations! 

Mensagem subliminar

(só pra mim, eu espero)

 

 

(sim, vejo o mesmo filme 90 vezes e ainda pego os frames que falam comigo. ok ok, tenho sérios problemas e não vou procurar tratamento, beijos)

 

Não entendeu? Aqui.

Terapia do Riso

 

 

 

 

 

22h40 – ligação inesperada de um Guerrero faminto

Quarterão depois das dez
desabafos e piadas

conversa sóbria
gargalhadas no sofá

coca-cola inacabada
trilha sonora de banheiro

dividindo guarda-chuva
terminal Lapa indo embora
 

o terno adeus:

não obrigação, prazer, somente.

 

Ela tem um amigo!

(quem cuida de quem?)

 

Indaiatuba ou Irlanda, há o silêncio das saudades antecipadas,
(que tal desligar o relógio, esquecer dos problemas?)

(é que um “vamos aproveitar ao máximo nosso fim de ano”
nunca soou tão decisivo.)

o fim…

o fim é SEMPRE decisivo.
mesmo para um indeciso tão perdido no mundo.

aaaaaaaaai como eu amo.

Murphy

Começou ao abrir os olhos. 8AM. Hora da aula. E ela ainda estava ali, no carro, dando seu último cochilo, enquanto deveria estar fazendo trabalho de IELP, já que, na semana anterior, preocupada com o TCC, esquecera da prova e agora estava de exame antes mesmo de fazer qualquer coisa.

Os olhos semicerrados refletiram no espelho a sua frente. Estavam vermelhos. MUITO vermelhos. Ótimo. Atrasada e com cara de quem veio direto da balada. 

Telefone tocando na aula de Lingüística.  ? Alô criançada, o Bozo che — ?. Levantou desesperada, levando mala e mesa junto. Tropeçou, esbarrou no interruptor e apagou as luzes da classe. Professora de cara feia. Não voltou mais para a sala. (Quem colocou esse maldito toque no celular? Aliás, COMO O CELULAR ESTAVA LIGADO???)

Digitou um post enorme no blog. Foi apertar publish e, SEM TER IDÉIA DO POR QUÊ, fechou a aba. A MALDITA ABA DO CHROME FECHOU.

Trabalho de Antropologia regado à enxaqueca. Cama, dor, náusea. No fim, teve de ir pra aula. Não teve trabalho de Antropologia, somente. Bye, bye, três pontos. Isso não lhe pertence mais. Não pode mais faltar, mesmo… MAS AZAR POUCO É BOBAGEM :).

Saiu pra comer, deu vinte reais na mão do vendedor e nem esperou o troco. Só foi notar meia hora depois, no meio da aula de foto – que ela atravessou descaradamente em direção à Paulista pra buscar seus dezoito reais.

Chegando em casa, finalmente! Acabaram seus problemas. O QUÊ? Como assim? QUEM FOI QUE DISSE QUE ERA PRA SER UM DIA FÁCIL? Foi descer do carro, o allstar se desentendeu com o piso molhado e quando ela viu estava dentro de uma poça, encharcada, com os cabelos lindos e escorridos, meia noite, na porta de sua casa.

 

Belo dia.

Estive pensando…

 

 

 

…no quanto me afastei das pessoas de que gosto, ou mesmo no quanto abri mão do que gostaria várias vezes esse ano simplesmente por ter obrigações que eu não sei se queria mesmo ter.

Isso me fez tomar várias decisões que não colocarei aqui, mas que vão mudar muito na minha vida.

 

Se você for importante pra mim, verá de perto. Senão, saberá só de entrelinhas, como sempre aconteceu com os leitores desse humilde blog.

 

 

:* fui ali viver e já volto.

Ou não.

Dream about your love


Vanguart – Dream about you love @ CCSP from Web Radio TV CCSP on Vimeo.

I gazed a forgivelessness star
Thinkin’ about my life
I’ve been so old and youg nowadays

Fell in love twice
I found love three times
I found another world

The boys downtown are selling birds
Selling you and I

They said you’ve gone away
I didn’t believe’em then

My eyes became a strange old led
A red bleach in my sight
And I dreamed about the world I was gonna find

I opened my eyes, I checked out the time
I heard my name, there was no one to blame

I thought about the next shoes
And it wrecked my mind
I thought about the day
I was not gonna find..

Then you came back again
I felt so happy then

Look, our cats and dogs
Are lying together on the grass field
They smoke the same cigar
Dreaming about the one they love

So dream, babe, babe about the one you love
This way you’re gonna fill the world
With love
This way you’re gonna face all your days
With certainlies

Babe, babe, babe dream about your love.

tinha uma Flor no meio do caminho

 

 

 

Eu nunca gostei de flores. Embora sempre as achasse aparentemente bonitas, elas não me impressionavam, não me chamavam a atenção. Minha mãe, que tem um lado pintora, ficava abismada toda vez que começava uma tela – ela sim adorava flores! – e eu não dava opinião, simplesmente porque não achava graça. 

 

Daí que um dia, caminhando pela vida sem prestar muita atenção em nada, eu encontrei uma Flor. 

(Não que devesse haver algo de especial nisso, não. Era mesmo pra ser só mais uma flor no meio do caminho. Mas não. Essa era especial. Me chamava atenção. Não me deixava ir, mesmo sem querer que eu ficasse.)

E havia entre nós barreiras. Não poucas. Barreiras estranhas e invisíveis – o tempo, por exemplo. Por algum motivo, aquela flor e eu vivíamos em estações diferentes. Eu no inverno, ela no verão. 
Mas sempre tive esperança de que um dia coincidissem nossas primaveras.

 
Então, sem poder tocar a Flor ou levá-la para minha casa, com medo de ferí-la, eu passava por ali todos os dias. O que era um caminho aleatório tornou-se obsessão. O que era apenas uma Florzinha tornou-se paixão.
 

E eu decidi que poderia esperar. Não me cansava dela. Daquele pedacinho branco do mundo que acendia em mim mais amor até do que paz.  

Decidi que estaria ali, mesmo que a Flor nem soubesse da minha existência. Falhei, é fato. Estive durante tanto tempo cercando a pobrezinha que ela me notou, num dia qualquer, por culpa de um pequeno Erro: quase sufoquei-a de tanto olhar, mais perto, mais perto, mais perto…

 
E quando pra mim fazia sol, para ela chovia. Quando para mim eram cinzas, pra ela era carnaval. Cansada de tentar com o Universo uma maneira, um acordo, um modo de estar com a Flor por completo, sem medo de tocá-la, cheirá-la, dedicar minha vida a regar e dar carinho a ela, simplesmente sentei a seu lado e fiquei. Sentei pra esperar. 

 

E ainda estou aqui. Acredito que, um dia, quando eu acordar de um desses inevitáveis cochilos que dou ao observá-la, linda, dormindo, será a nossa primavera. E não haverá barreiras, nem distância, nem medo ou empecilhos. Vou poder pegá-la nas mãos com carinho e, sem arrancar-lhe as pétalas, contar uma por uma, “bem-me-quer, mal-me-quer, …”

Parece que essa Flor mexeu em algo dentro de mim que há muito estava adormecido.
 

Pra falar a verdade, eu ainda não gosto tanto de flores. Mas a visão delas, seu perfume, sua delicadeza, tudo isso me lembra  a minha Flor. A Flor que nem minha é, mas que um dia tomou-me para si. É, sou mais dela que de qualquer um.

 

E só isso é o suficiente para que eu veja nas flores, hoje, uma beleza incomum.

A arte de vitimizar

Eu comento amanhã, que hoje já fui vilã o suficiente. Respondo amanhã também, que paciência tem limites e os meus eu já esgotei – e minha sinceridade, nessas horas, fica cruel.

 

É, amanhã, amanhã. Amanhã talvez tudo se acerte. Talvez não. Mas, realmente, essa foi a gota d’água.
Acontece. Sempre acontece. 
E até que demorou.

Todo mundo entoando o mantra:
TVP!!!!