E eis que…

…meio dia, depois do telefone muito chamar e eu nem perceber, dou um pulo da cama, desesperada em direção à sala, e atendo. “Oi, filha, estava dormindo?” – voz de quem sabe a resposta mas queria te acordar com todo o amor possível, apesar da distância. “Sim, ainda bem que você ligou!” “Ah, acabei de dar aula e vim aqui pra porta da faculdade, nunca vi tanta gente! Tá todo mundo na porta do bar, a maior farra! Daí pensei: Será que a Nini chega cansada todo dia porque fica assim, na farra?” “Antes fosse, mãe… Antes fosse!” “hahaha, te amo, filha, te amo. Toma um café, tome seus remédios e vá fazer o trabalho, ok? Beijoos!” “Tá bom…Beeeijo mãe!”. Ok. Agora eu preciso decidir que porra que eu vou fazer no trabalho. Minha mãe é a pessoa mais foda do mundo, o que torna minha bad ainda maior. Enfim… bora lá que não tenho tempo pra bobagens.

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