Mulher de Fases

Minha idade mental é de 15\16 anos. Fico esperando e acreditando em coisas que não vão acontecer, tipo príncipe encantado, amor verdadeiro, planos de vida… Daí de vez em quando eu vejo o quanto eu viajo – como se tivesse uma luz, eu vejo que já estou velha. Que meus sonhos estão se realizando e eu, preocupada com os novos planos, não estou vendo os antigos acontecerem. Esperando pelo meu “amor verdadeiro”, eu acabo ignorando as paixões ao redor. Idealizando o príncipe encantado, eu acabo sofrendo com as falhas que todo ser humano tem. É, eu estou em constante fase de retardo mental. Mas eu juro que estou tentando crescer.

Só viu que precisava cuidar do cabelo
No espelho quebrado no quarto
Pensava que o amor viria primeiro
Nascida assim foi no mês de Março
Depois de ter deixado a irmãzinha no berço
Com um terço que um dia alguém te deu
Já não tem mais motivos para sentir medo
E o teu sorriso? O que é que aconteceu?

Sair de casa e chamar a atenção
Tu sabes, lá de baixo o rosto é a solução!

Se fez mulher
E saiu pra dançar

A maquiagem esconde tua pouca idade
Um conselho que te caiu bem
Há pouco andava descalça pela cidade
Hoje só fica nua quando convém
O pouco tempo é a virtude e a liberdade
É o defeito e o cativeiro também
Sem isso não teria sequer a metade
Dos prêmios que já detém

És a marquesa a mais solicitada
A preferida, a carta marcada

É o que a vida ensina
É o teu desafio
Ainda há de merecer
Uma noite que te valha a pena

(Cascadura – Marquesa)

É o que se pode SEMPRE chamar de minha música…

Fantasiando

estrelas, sorrisos, corações… é sempre assim aqui dentro.

sussurros no ouvido, abraços apertados, sempre os últimos

e aquela lágrima solitária que percorre o rosto todo e só acaba no chão,

deixando um caminho úmido entre o pó de arroz e o delineador borrado.

estou sempre seguindo um longo caminho

com a garantia de que nunca chegarei a lugar algum.

ps: i love you

hey, coração, desacelera.

lágrimas, parem! já não têm mais por que sair, descontroladas.

eu não preciso mais soluçar, já acabou.

já posso ver os créditos, por que tudo aí dentro ainda chora?

(tolinha, tolinha! o que dói aqui não é a dor dos outros, não.

o que dói aqui dentro são suas próprias dores e fantasmas.)

por que tudo dentro de mim insiste em me deixar sozinha…?

.

.

.

[ps: eu te amo]

(faz oito anos. e parece que ainda fará muito mais…)

Estou em crise. Hiato criativo, desinteresse por toda e qualquer coisa útil.

Nem internet me agrada mais.
Get your own BuddyPoke!

E eu realmente queria ver tudo mudar!

[recordações]

(No blog dele)

Fim de uma historia

Hj tudu o ki eu precisava ouvir eu jah ouvi

de uma pessoa ki eu amei

de uma pessoa ki me fez sorrir, chorar,sentir coisas ki eu nunca tinha sentido…

me arrependo de nunca ter feito vc acreditar em mim. de nunca poder tocar vc, de nunca poder te dar seguranÃ?a

mas hj com suas palavras eu percebi como eu sou

“mais um na vida de todos”

palavras ke eu tbem ouvi de uma outra pessoa ki eu gostei tanto

sei lah

axo ki nada mais importa aki

internet e tals

nom tera a mesma graca

nao vou poder mais sorrir

vc sabe ki vc foi mtu importante pra mim

e ki sempre vai ser

me perdoa por tudu mesmo o ki eu ti fiz ok?

me perdoa por um dia entrar na sua vida..

e me perdoa por sair dela assim.

vc sabe ki da uuma “puta raiva neh meu”

e vc sabe tbem ki o caipira de itu sempre gostou da mocinha delicada..

eh issu ae

nom tenhu mais palavras pra expressar o ki sinto..

apenas

adeus……..

(no meu blog)

Acabou ;~

Por vc abri mÃ?o de coisas que eu nÃ?o precisava ter aberto, de pessoas que nÃ?o gostariam de brigar comigo…

Eu fui sincera e falei tudo, eu quis resolver as coisas da melhor maneira possÃvel, acabei te contando coisas tristes e talvez estragando o melhor dia que jÃ? tivemos.

Mas foi porque te amo e te amei como nunca.

E quando abri tua pÃ?gina e vi tudo aquilo no teu blog, juro, pensei que nunca mais fosse conseguir parar de chorar, olhar pra frente, entender o que era tudo isso.

Nunca imaginei que internet fosse capaz de uma coisa dessa, de um sentimento desse. TÃ?o distante que estamos e tÃ?o grande que Ã? o meu amor =x

VocÃ? foi Ã?nico, foi especial… Me faz ter um arrependimento incessÃ?vel por um dia ter olhado pro lado qdo podia ter possuÃdo vc.
Eu sei que parece loucura, mas entendi que essa coisa que chama internet nÃ?o tÃ? acrescentando nada na minha vida. Sabe porque? Porque era vc a minha razÃ?o de estar aqui, e vc sabe disso.
Me desculpe todos os momentos em que te atrapalhei, me desculpe o ciÃ?me e os transtornos que te causei. NÃ?o sofre por minha causa como sofri por vc, nÃ?o vale a pena.

NÃ?o esquece nunca que um dia a coisa mais perfeita aconteceu: A gente se viu, a gente se abraÃ?ou, a gente falou eu te amo olhando um nos olhos do outro…
E daqui pra frente, vou tentar esquecer o que houve d eruim e parar de te encher.

nÃ?o queria ser a culpada da tua “puta rrraiva”, e eu juro, meu sonho sempre foi ser a mocinha delicada que casa com o caipira e monta uma famÃlia feliz.

:~
e o que tiver que ser, vai ser, com certeza.

(nos meus comentários)

nao sei o ki dizer ao ler issu

estou mtu abalado com tudu ainda

nom to conseguindo pensar em nada

espero nao te atrapalhar mais

mesmo longe

ok?

fika bem

fike com Deus ok?

“puta raiva”

e como vc mesmo disse

“game over”

Postado por Luciano em 13 ago 2006, 17:05

Já fui muito emo, pode falar.Nunca imaginei… HAHAH.

Anyway… Pra quem quer saber o fim da história, se é que eu posso chamar de fim, até outubro do ano passado ele namorava comigo e com outra ao mesmo tempo sem que soubéssemos. Quando eu descobri, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele trocou de telefone, e-mail, excluiu orkut e msn, e nunca mais deu sinal de vida.

A-D-O-R-O.

Sonhos

Sete, oito anos de amor guardado em olhares e frases disfarçadas de desprezo – oito anos de desdém interessado.

Ali estavam. Juntos. De mãos dadas, a conversar, trocar beijos, abraços, carícias, declarações. Sorrisos ímpares, segredos divididos, olhares que mostravam que aquilo não parecia real. Muita mudança de uma vez. Todo o amor recolhido agora estava ali, explícito, desinteressado, contente. Sendo aquilo que deveria ser desde o início. Com direito a traição, perdão. Com direito a verdadeiros pesadelos no meio do caminho – sem abrir mão do final feliz.

A luz, o despertador, os horários, as obrigações… Abrir os olhos foi sair do céu do sonho direto para o inferno da realidade: O outro lado da cama, vazio. Nenhum bilhete, nenhuma fotografia. Nenhum sinal de que aquela união realmente tivesse acontecido. Apenas a lembrança das cenas felizes que, de alguma forma, ela mesma proporcionou para si, como tudo que fazia.

Em volta, uma aura solitária, tal e qual antes dela dormir. Antes de sonhar que a única coisa da qual desistira tinha dado certo. Antes de lembrar que sua única escolha fora ser sozinha – porque não conseguia esquecer aquele homem – o único que quisera, e que nunca pudera ter.

(Será ele o responsável por todas as frustrações dela até hoje? Pelo descontentamento frente a todos os sonhos já realizados?)

Parece que seu amor foi a única coisa com a qual ela já havia sonhado de verdade.

O amor é tão cruel e patético…
E só o amor é sublime.

A long time has passed…

… but the feeling has not gone.

Foto da série “Coisas que eu deveria esquecer para sempre”.

Aquela que eu guardo bem dentro do coração.

(Des)Encontro

Fato que toda ela era uma bela mulher, mas bastou seu sorriso – o sorriso mais verdadeiro e lúcido que já vi – para que o hipnotizasse: O homem perfeito, que ela levou muito tempo para parar de rejeitar… (é sempre assim quando alguém se sabe amado?).

Um sorriso levou coração e bom senso, deixando naquele corredor apenas pedaços de um menino-homem

– mais menino que homem, cheio de sonhos e esperanças no amor.

[E só agora vejo: Meu olhar, curioso, assiste atento à romântica movimentação das paixões alheias (Porque eu mesma já não sei amar).]

TVP…

TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TUDO TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! VAI TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP!TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! PASSAR… TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP! TVP!

Difícil enxergar certas coisas com clareza quando se está no meio de uma tribulação…

O mundo em volta certamente mudou.
Mas essa história de que eu amadureci me parece puro papo furado agora. Continuo a mesma Ariane de sempre. Com as mesmas vontades infantis e grandes preocupações. Pois é. Meus valores, de certa forma, são os mesmos. O tempo podia passar, não é? (Vai passar, tenho certeza. Pena não poder me fechar numa bolha enquanto isso.)