Re: O Amor dos Incompletos

Devorei… E concordo! Quer dizer, se eterno e infinito puderem ser relativizados. Ele escreve muito bem, e eu acho que, bobagens a parte, o que mais me doeu foi ter me identificado com a situação, mas, ao olhar pro lado, ter visto que ele¹ não estava mais aqui.

“Se ele decidir não estar mais por perto, você vai encontrar alguém que queira permanecer, e que decida dividir contas e queira discutir como educar os filhos muito antes disso acontecer de verdade, só por precaução…para evitar debates mais sérios num futuro que certamente vai existir…”

Às vezes a gente se distancia tanto de alguém que esquece o quanto cada conversa com essa pessoa acrescenta no nosso repertório. No caso, no emocional. Pois é, minha arrogância e minha possessão bobas sempre dão sentido aos tapas na cara que a vida me dá. E é bom saber que de vez em quando toda a minha fobia social não arruina ‘relacionamentos’ produtivos como o que eu tenho com ele. Quer dizer, a gente pouco conversa, diferente de antes. Mas sempre que para pra conversar, ele tira algo útil e verdadeiro de dentro de mim. Falta um pouco de gente assim no mundo.

¹: vulgo “Caio”, “Primeiro Amor”, “Amor Eterno”, “Paixão”, “8 anos de amor”, enfim…

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