Sobre carreiras e escolhas

Eu sei sempre do que é que estou falando. Tirando isso não sei mais nada.

Millôr Fernandes, mestreeeee!

Sabe quando você foge com todas as suas forças de algo, e, inevitavelmente, isso acaba vindo pra você? Digam ‘oi’ à senhora frustrada aqui. Pois é, desde que o manual da fuvest começou a ser vendido eu estou fugindo de comprá-lo. Separar o estresse para os últimos dias: foi o que me prometi. Mas o que adiantou eu não comprar? Meu pai resolveu aparecer com um pra mim :). E sim. Não deu pra fugir da discussão “o que prestar?”. É, ela de novo. O que prestar? Que carreira escolher? Qual a possibilidade de passar? De certo modo já estou mais aliviada: optei por minhas paixões – não tô mais naquela neura de “quero/preciso ganhar muito $$ ever”, enfim. Mas ainda assim, estou mal. Optar pela bela carreira MEGADISPUTADA que oferece apenas 30 vagas ou pela carreira SONHADA porém desvalorizada que oferece (acreditem!) 500 vagas? Letras? Jornalismo? Direito em Ribeirão? AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH! >-<‘
Disse à minha mãe que iria morrer (VONTADE NÃO FALTA T_T) . Sabe o que eu ouvi? “Primeiro passa, depois morre”.
Realmente, tá fodinha hoje.
Enfim, depois corrijo o post anterior e esse, agora vou tentar desencanar.

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